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Alckmin destaca soberania e inovação tecnológica em lançamento do catálogo de produtos de Defesa

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, ressaltou, nesta segunda-feira (23), o papel estratégico da Base Industrial de Defesa (BID) para o crescimento econômico.

Durante a cerimônia de lançamento do Catálogo de Produtos da BID, conduzida pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, em Brasília, Alckmin destacou o avanço expressivo das exportações do setor nos últimos anos.

“Nós já tivemos grandes avanços, batendo recorde de exportação na indústria da defesa. Saímos de US$ 0,6 bilhão há quatro anos para US$ 3,4 bilhões no ano passado, com tendência de crescimento e enorme expectativa para o futuro”, afirmou.

Segundo o vice-presidente, o desempenho está alinhado com Nova Indústria Brasil (NIB), que tem como base a inovação, sustentabilidade, competitividade e exportação. A indústria de defesa é o tema da Missão 6 da NIB – Tecnologias de interesse para a soberania e a defesa nacionais.  

Alckmin enfatizou ainda a importância da ampliação de mercados internacionais para o setor. “A indústria precisa ganhar escala, e a exportação é fundamental para isso”, disse, ao ressaltar a entrada em vigor do acordo entre Mercosul e União Europeia a partir de 1º de maio. “É o maior acordo entre blocos do mundo. Precisamos transformar essa oportunidade em negócios, empregos e investimentos recíprocos”, declarou.

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Soberania e inovação

O fortalecimento da Base Industrial de Defesa, avaliou o ministro do MDIC, é essencial para garantir a soberania nacional e o desenvolvimento tecnológico.

“É muito importante para a soberania do Brasil, para as nossas fronteiras, para a defesa do país. E muito importante para a ciência, os avanços da pesquisa, os avanços da inovação na área de defesa acabam trazendo enorme ganho para a área civil”, explicou Alckmin.

Ele citou como exemplo a trajetória da Embraer, que teve origem em projetos ligados à Aeronáutica e hoje figura entre as maiores fabricantes aeronáuticas do mundo. Além disso, mencionou projetos estratégicos, como o reator multipropósito, com potencial de aplicação em áreas como medicina e agricultura.

Para o ministro da Defesa, José Múcio, desenvolver a indústria de defesa é promover a soberania. “Representa termos capacidade de manter a estrutura nacional de defesa com autonomia, livre de ingerências externas e reduzindo essa necessidade e dependência”, afirmou o ministro.

Múcio destacou ainda as oportunidades no campo social, com a geração e manutenção de postos de trabalho “altamente qualificado”, além de fortalecer a economia, a inovação e estimular o progresso.

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Catálogo de Produtos

Lançado em versões em português e inglês, o Catálogo de Produtos de Base Industrial de Defesa reúne informações sobre empresas e soluções estratégicas do setor, com foco na promoção internacional da indústria brasileira.

O material é voltado a autoridades governamentais e militares, investidores, compradores e delegações estrangeiras, e busca ampliar a visibilidade das capacidades nacionais em defesa.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Faltam 5 dias para o encerramento da consulta pública do MDIC sobre produtos sustentáveis no Acordo Mercosul-UE

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), informa que a consulta pública que reúne contribuições para a elaboração de uma lista de produtos do Mercosul que contribuam para a conservação, recuperação, utilização e gestão sustentáveis das florestas e de outros ecossistemas vulneráveis entra em sua reta final. As manifestações podem ser enviadas até 2 de setembro de 2026.

A participação do setor produtivo, da academia, da sociedade civil e de outros segmentos é importante para identificar produtos da sociobiodiversidade e cadeias produtivas brasileiras que possam contribuir para os objetivos estabelecidos no Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

Os produtos que forem incluídos na lista poderão ter acesso preferencial ou adicional ao mercado da União Europeia, além de outros incentivos destinados à promoção de seu comércio. A consulta pública representa uma oportunidade para que a sociedade identifique produtos e cadeias produtivas que, por seus atributos de sustentabilidade, possam ampliar ainda mais os benefícios comerciais previstos no acordo.

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Oportunidade para o setor produtivo

Acesso ao mercado europeu: empresas, entidades e representantes de cadeias produtivas podem indicar produtos com potencial para integrar a lista prevista no acordo e acessar possíveis benefícios comerciais adicionais.

Valorização de produtos sustentáveis: as contribuições ajudam a identificar produtos da sociobiodiversidade e cadeias produtivas que associem produção e sustentabilidade e possam ganhar maior espaço no comércio com a União Europeia.

Participação na implementação do acordo: as manifestações contribuem para a construção da lista de produtos prevista no Acordo Mercosul-UE.

Como participar

As contribuições devem ser encaminhadas até 2 de setembro de 2026 pela plataforma oficial Brasil Participativo. A consulta pública é aberta ao setor produtivo, à academia, à sociedade civil e demais interessados.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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