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Portaria cria grupo para discutir avaliação de educação digital

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O Ministério da Educação (MEC) instituiu o grupo de trabalho (GT) que vai elaborar proposta de Matriz de Competências Digitais e Midiáticas na Educação Básica para subsidiar avaliações de competências de educação digital e midiática de estudantes. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 24 de junho, por meio da Portaria n° 570/2026, e representa mais um passo estratégico na promoção da educação digital e midiática no Brasil, no âmbito da Estratégia Nacional Escolas Conectadas (Enec). A criação do GT responde à demanda direta de uma das metas do novo Plano Nacional de Educação, que prevê avanços mensuráveis na aprendizagem de educação digital dos estudantes brasileiros. 

Os trabalhos do GT deverão subsidiar o monitoramento das metas do PNE relacionadas à educação digital e midiática, o aperfeiçoamento das políticas de avaliação da educação básica e a integração entre políticas curriculares, de formação docente e de inovação digital. Caberá ao grupo: 

  • Elaborar o marco teórico e o plano de trabalho para o desenvolvimento da Matriz; 
  • Analisar referenciais nacionais e internacionais de avaliação de competências digitais e midiáticas, inclusive para sua inclusão no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb); 
  • Realizar diagnóstico das redes de ensino para mapear desigualdades regionais, socioeconômicas e de infraestrutura digital; 
  • Propor a Matriz com dimensões, domínios, descritores de habilidades e escala de proficiência – com foco nos 5º e 9º anos do ensino fundamental; 
  • Apresentar documento consolidado ao MEC ao final dos trabalhos. 
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O GT reunirá representantes das Secretarias de Educação Básica (SEB) e de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Conselho Nacional de Educação (CNE), do Conselho Nacional de Secretários (Consed), do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além de até cinco organizações da sociedade civil e até cinco especialistas de reconhecida competência nas áreas de avaliação educacional, educação digital e midiática ou currículos educacionais.  

As reuniões ocorrerão ordinariamente a cada dois meses, preferencialmente por videoconferência, com quórum de maioria absoluta dos membros. O grupo terá prazo de 12 meses para concluir seus trabalhos, prorrogáveis por igual período. A participação é considerada serviço público relevante e não é remunerada. 

Enec – A Portaria compõe a Estratégia Nacional Escolas Conectadas, política intersetorial que articula conectividade, formação docente, recursos educacionais digitais e avaliação para garantir que a transformação digital chegue de forma equitativa às escolas públicas brasileiras. A criação de uma Matriz de Competências é fundamental para que as Secretarias de Educação avancem na educação digital e midiática, levando os novos currículos aprovados para as escolas e avaliando a aprendizagem dos estudantes. Esse movimento reforça o compromisso do MEC com uma agenda digital que vai além da infraestrutura e situa o foco na aprendizagem. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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Redes e escolas têm até 30/6 para aderir ao PDDE Equidade

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Escolas e redes de ensino municipais elegíveis ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade) têm até o dia 30 de junho para aderir ao segundo ciclo do programa por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle – Programas (Simec Programas). O PDDE Equidade foi criado pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para destinar recursos suplementares às escolas públicas da educação básica que estão em contexto de maior vulnerabilidade social e educacional, de modo a promover melhorias na infraestrutura, nas condições de oferta e na qualidade do ensino. 

Até o momento, 100% das redes estaduais e 90% das municipais já aderiram ao programa, enquanto 26% das escolas elegíveis confirmaram participação. Neste ano, o PDDE Equidade contará com investimento de cerca de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos entre aproximadamente 30 mil escolas públicas. Em decorrência da boa alocação de recursos em 2025, com mais de 92% da execução financeira, o programa manteve, para 2026, o mesmo orçamento do último ano, que será distribuído da seguinte maneira: 

  • PDDE Água, Campo e Agroecologia: R$ 93 milhões;       
  • PDDE Diversidades (considerando os eixos de educação bilíngue de surdos; educação de jovens e adultos; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; e educação para as relações étnico-raciais): R$ 84,9 milhões;        
  • PDDE Sala de Recursos Multifuncionais: R$ 200,3 milhões. 
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Passo a passo – O processo é realizado em duas etapas concomitantes: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das Unidades Executoras (UEx) representativas das escolas indicadas como elegíveis pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. 

Para isso, escolas e redes devem se cadastrar e assinar os termos de adesão disponíveis no Simec Programas. 

Para auxiliar os gestores nesse processo, o MEC disponibilizou Guias de Navegação do PDDE Equidade, com diretrizes sobre adesão, critérios de elegibilidade, valores de repasse e execução dos recursos, divididos por público: secretário, equipe técnica da Secretaria e representante UEx. 

PDDE Equidade – O Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade integra as ações do governo federal voltadas à redução das desigualdades educacionais e ao fortalecimento das políticas de diversidade e inclusão na educação pública brasileira.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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