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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Homem é preso após agredir companheira e ameaçar policiais no Marajó

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Foto: Divulgação

Um homem foi preso na madrugada deste domingo (6) pela Polícia Militar, em Muaná, no Arquipélago do Marajó, acusado de agredir a companheira. A confusão foi flagrada pelos policiais, após inicialmente a vítima negar ter sido agredida. O acusado ainda ameaçou os agentes de segurança pública.

A ocorrência foi registrada por volta da meia-noite, no local conhecido como Buraco Escuro, após populares acionarem a Polícia Militar e relatarem uma briga entre um casal, com a informação de que a mulher estaria sendo agredida.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o casal e realizaram a abordagem. Inicialmente, a mulher informou que não havia sido agredida e que os dois apenas haviam discutido. Diante disso, ambos foram orientados a deixar o local e evitar novas discussões.

A equipe permaneceu realizando rondas nas proximidades. Momentos depois, a mulher correu em direção aos policiais pedindo socorro. Os agentes então presenciaram o homem agredindo a companheira com socos e chutes, inclusive enquanto ela tentava se afastar do agressor.

Diante da agressão, os policiais utilizaram força de forma progressiva para conter o homem e interromper as agressões. Ele foi imobilizado e algemado.

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Durante a ocorrência, os policiais constataram que a vítima apresentava a alça da blusa rasgada, além de hematomas nas costas e no braço direito.

O casal foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Muaná, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.

Durante o deslocamento, o homem ainda teria desferido golpes contra a grade interna da viatura, aparentemente com a intenção de danificá-la.

Já na delegacia, segundo o relato policial, ele passou a proferir palavras ofensivas e ameaças contra um dos agentes, chegando a ameaçá-lo de morte.

O homem permaneceu apresentado à autoridade policial, que ficou responsável pela adoção das medidas legais cabíveis.

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Caso José Arthur: PF aciona policial nos EUA para cruzar informações sobre desaparecimento de bebê

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A Polícia Federal (PF) acionou um policial federal adido nos Estados Unidos para cruzar informações e investigar o caso do bebê José Arthur, que desapareceu em Eldorado dos Carajás, no sudeste do Pará, em março deste ano. A informação foi confirmada ao g1 neste sábado (5).

adido é um policial federal que mora no exterior para atuar em assuntos internacionais, em conexão com o país em que está. Há adidos nos Estados Unidos, no Suriname, em países da Europa, da África, entre outros.

Segundo a PF, a conexão com o adido nos EUA tem o objetivo de estabelecer contato direto com as autoridades do país sobre o assunto. A adidância da PF em Washington e o Consulado Geral do Brasil em Miami estão, também estão envolvidos na apuração do caso, como confirmou a polícia ao g1.

A mobilização ocorre após a defesa da família acionar a PF para cruzar os dados da criança com informações sobre possíveis vítimas de redes de tráfico infantil.

A família de José Arthur quer saber se ele está entre crianças encontradas nos Estados Unidos durante a operação ‘Statewide Shield’ (Escudo Estadual), realizada entre 17 e 21 de agosto. A ação resgatou 163 bebês, crianças e adolescentes na Flórida, com idades de dois meses a 17 anos.

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Segundo a PF, a corporação pediu para conferir se José Arthur está entre os identificados nos EUA, apesar de, inicialmente, não haver indícios de que o menino saiu do Brasil.

Desaparecimento e prisões

José Arthur Sousa Barros desapareceu na noite do dia 26 de março, na Vila Peruana, área rural de Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará. O menino, que na época tinha um ano e seis meses, brincava com os primos no quintal da casa onde morava com a família quando sumiu.

A investigação, que estava a cargo da Delegacia de Eldorado dos Carajás, foi transferida na quinta-feira (3) para a Delegacia de Homicídios de Marabá. Segundo a Polícia Civil(PC), a mudança ocorreu devido à estrutura especializada da unidade, que conta com mais recursos para dar continuidade às diligências.

No decorrer do inquérito, a polícia ouviu mais de 25 depoimentos e apreendeu aparelhos celulares para perícia. Dois homens, amigos da família, chegaram a ser presos temporariamente em abril, mas foram colocados em liberdade em junho.

Qualquer informação que possa ajudar a localizar o menino pode ser repassada de forma anônima pelo Disque Denúncia, no número 181.

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