INICIATIVA DO GOVERNO
Programa habitacional Sua Casa já beneficiou mais de 11 mil famílias no Marajó
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A pescadora Janete Leal e a autônoma Nilvânia Farias realizaram o maior sonho da vida delas: construir a casa própria em alvenaria, proporcionando mais conforto para toda a família. Janete vive, em Santa Cruz do Arari, e Nilvania, em Breves, na região de Integração do Marajó.
Janete também relata uma situação semelhante e como a vida mudou depois de concluir a construção da casa dela. “Era uma luta, primeiro morei com minha mãe, depois comprei um terreno e construí uma casa de madeira, mas que estava muito velhinha. Quando recebi os meus dois cheques e a ajuda para pagar o pedreiro fiz toda a minha casa, hoje estou muito feliz”, conta Janete.
“Minha casa era de madeira, mas estava desmoronando, era uma agonia, mas eu recebi as duas etapas do cheque Sua Casa. Hoje, ela está excelente para viver com meu marido e meu filho e neta”, conta Nilvania.
As casas novas da Janete e da Nilvania, foram construídas pelo programa habitacional Sua Casa. De 2019 a 2026, a iniciativa do governo estadual investiu R$ 115 milhões em habitação na região do Marajó, beneficiando mais de 11 mil famílias no referido período.
O Sua Casa concede auxílio para aquisição de material de construção e ainda recursos financeiros para pagamento da mão de obra do pedreiro. O valor total do benefício pode chegar a R$ 21 mil e deve ser usado na construção, reforma, ampliação ou adaptação da moradia.
Diretor-presidente da Cohab, Artur Menezes, informa que o benefício habitacional Sua Casa tem chegado de forma equânime em todas as regiões de Integração do Pará, “pois essa sempre foi uma orientação do então governador Helder Barbalho, autor da Lei de criação do programa, que hoje é seguida pela governadora Hana Ghassan, permitindo que o recurso chegue a quem mais precisa, seja em qual for região do nosso vasto território paraense”, pontua o presidente.
O programa foi criado pelo governador Helder Barbalho, por meio do decreto 8.967 de 30 de dezembro de 2019, com o objetivo de proporcionar a melhoria da qualidade de vida da população paraense.
A região do Marajó tem 17 municípios e todos foram contemplados pelo Benefício Habitacional Sua Casa, conforme critérios do programa estabelecidos pela Lei.
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Governo do Pará e Petrobras articulam plano para qualificar trabalhadores para a Margem Equatorial
O Estado do Pará avança para assumir protagonismo em uma das mais estratégicas fronteiras energéticas do País. A qualificação prévia de trabalhadores paraenses para atuar nas futuras atividades de exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial será pauta de uma reunião entre equipes técnicas da Petrobrás e o governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), prevista para a próxima semana.
O encontro tem como principal objetivo estruturar um amplo plano de capacitação profissional voltado à preparação da mão de obra local para ocupar os postos técnicos, operacionais, administrativos e estratégicos que devem surgir com os investimentos previstos para a nova fronteira petrolífera na costa paraense.
A iniciativa faz parte de uma articulação construída após o avanço das discussões sobre a exploração da Margem Equatorial e ganhou força após a autorização para prospecção na área. O titular da Seaster, Inocêncio Gasparim, após receber orientação da governadora Hana Ghassan para construir o projeto em nome do governo do Estado, reuniu-se com o senador Beto Faro, em Brasília (DF), para alinhar as diretrizes da cooperação técnica que deverá impulsionar uma nova etapa de desenvolvimento econômico no Estado. Foi o senador que articulou a reunião com a Petrobrás.
A proposta busca evitar a repetição de um cenário histórico vivido pelo Pará em grandes projetos minerais e energéticos, nos quais a maior parte das vagas técnicas e especializadas acabou sendo ocupada por profissionais vindos das regiões Sul e Sudeste, enquanto os trabalhadores locais ficaram restritos a funções temporárias ou de menor remuneração.
Qualificação profissional – Com o possível acordo, a estratégia será antecipar a formação profissional dos paraenses, garantindo que a população esteja preparada para absorver os empregos qualificados e as funções de alta remuneração antes mesmo do início das operações produtivas.
Fortalecimento da economia – Além da geração de empregos, a iniciativa deverá fortalecer diversos setores da economia paraense, movimentando cadeias produtivas ligadas à logística, indústria, transporte, serviços, comércio, hotelaria, alimentação e empreendedorismo regional. A expectativa é que os investimentos ligados à exploração de petróleo e gás impulsionem diretamente o desenvolvimento socioeconômico do Estado e ampliem a arrecadação por meio de royalties e novos investimentos públicos.
Mais emprego – De acordo com estimativas apresentadas no Programa PETRUS, desenvolvido pela Seaster, a projeção é de mais de 50 mil postos de trabalho diretos e indiretos no Pará, além da qualificação de cerca de 30 mil trabalhadores entre os anos de 2027 e 2030. O programa pretende atender municípios das regiões de integração do Caeté, Guamá, Guajará, Marajó e Tocantins, consideradas estratégicas diante da cadeia produtiva da Margem Equatorial.
A proposta também prevê prioridade para trabalhadores em situação de vulnerabilidade social, além da inclusão de públicos como ribeirinhos, quilombolas, povos tradicionais, pescadores artesanais, mulheres chefes de família, jovens, pessoas com deficiência e trabalhadores de comunidades periféricas.
Inocêncio Gasparim destaca que o Pará vive um momento decisivo para transformar riqueza natural em oportunidade concreta para a população paraense. “Os paraenses devem ocupar os espaços estratégicos e as vagas de maior qualificação. É um compromisso do governo do Estado preparar a nossa população com antecedência, garantindo que esse novo ciclo econômico represente geração de emprego, renda, inclusão social e desenvolvimento sustentável para quem vive aqui. Estamos trabalhando para que o povo paraense seja protagonista desse processo”, afirmou o secretário.
Cooperação técnica – O plano de cooperação técnica pretende firmar um acordo entre a Seaster e a Petrobras que integra o Programa PETRUS, política pública estadual voltada à qualificação profissional e geração de emprego e renda diante dos impactos econômicos previstos com a implantação da cadeia produtiva do petróleo e gás na Margem Equatorial.
A iniciativa também prevê a articulação com municípios paraenses, instituições de ensino, órgãos federais, setor privado e entidades de financiamento, criando uma rede de preparação técnica capaz de atender às futuras demandas da indústria petrolífera e das atividades derivadas do setor energético no Pará.
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