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Governo debate diretrizes para aprimorar atendimento na rede pública de saúde

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O Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR), em Belém, sediou nesta segunda-feira (11), em seu auditório, a “Reunião Ordinária da Câmara Técnica de Humanização Hospitalar”, promovida pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), com o objetivo de dialogar com instituições de saúde do Governo do Pará sobre o processo de humanização, o plano de ação e diretrizes que possam melhorar ainda mais os atendimentos, os fluxos e os processos de trabalho. 

Mensalmente, a Sespa promove o encontro, com a participação de representantes de todas as unidades que possuem a Câmara Técnica Hospitalar. A Metropolitana 1 é composta por Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Bárbara do Pará.

“A reunião envolveu trocas de conhecimentos que são importantes para melhorar o ambiente em saúde das unidades e o usuário venha a ter esse resultado que a gente espera, a humanização no atendimento. Sinta-se pertencente a esse processo, porque a Política Nacional de Humanização (PNH) fala muito da inclusão”, explicou Thayná Montenegro, técnica da Coordenação de Humanização Hospitalar da Sespa.

Anny Segóvia, coordenadora de Humanização do Hospital Público Estadual Galileu, localizado no município de Ananindeua, destacou que a Reunião Ordinária proporciona a união de projetos do Governo para a saúde dos usuários da rede pública que utilizam o Sistema Único de Saúde (SUS).

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“O encontro é para unir ainda mais as intuições, e dialogarmos no que pode ser construído, consertado ou ser adaptado para cada ambiente de saúde com seus atendimentos de referência. Nós entendemos que saúde não é apenas você se comover com o bem-estar orgânico do paciente, mas entra a questão social e psicológica. Por isso, as equipes de humanização de todas as unidades se reúnem para aprendermos com cada um e proporcionar aquele acolhimento com excelência para os nossos pacientes e colaboradores, pois a PNH (Política Nacional de Humanização) traz ainda diretrizes de valorização ao trabalhador. Esse momento é único para o desenvolvimento da saúde no Pará”, afirmou Anny Segóvia.

Tuane Paes, vice-presidente do GTH no CIIR, ressaltou o trabalho desenvolvido na unidade, por meio dos projetos e ações. “Possibilitamos o aprimoramento e enriquecimento do conhecimento entre os coletivos, e abrimos um leque de debates entre os envolvidos, com pontos de melhorias para o CIIR e as unidades que estiveram presentes. Para fazermos humanização, precisamos construir espaços coletivos de troca que possibilitem o enriquecimento da comunidade e dos profissionais envolvidos, por intermédio do conhecimento adquirido do cotidiano, das estratégias locais, das possibilidades de cada sujeito”, explicou.

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A próxima Reunião Ordinária da Câmara Técnica de Humanização Hospitalar está marcada para abril, na Fundação Santa Casa e Misericórdia do Pará.

Estrutura – O CIIR é referência no Pará na assistência de média e alta complexidade às Pessoas com Deficiência (PcDs) visual, física, auditiva e intelectual. Os usuários podem ter acesso aos serviços do Centro por meio de encaminhamento das unidades de saúde, acolhidos pela Central de Regulação de cada município, que por sua vez encaminha à Regulação Estadual. O pedido será analisado conforme o perfil do usuário pelo Sistema de Regulação Estadual (SRE).

Serviço: O Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação é um órgão do Governo do Pará administrado pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O Centro funciona na Rodovia Arthur Bernardes, n° 1.000, em Belém. Mais informações: (91) 4042-2157 /58 /59.

Fonte: Governo PA

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Embarcação com 60 búfalos naufraga em Soure e animais morrem afogados

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Foto: TV Liberal

Uma embarcação que transportava 60 búfalos naufragou em Soure, no arquipélago do Marajó, no Pará. Segundo boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, todos os animais morreram no acidente.

A carga seria levada para Belém. Dois homens que estavam no barco conseguiram se salvar.

O naufrágio ocorreu na quinta-feira (3) e a Polícia Civil informou nesta sexta-feira (4) que a Delegacia de Soure investiga o que aconteceu. A ocorrência foi comunicada à Capitania dos Portos, que também deve apurar o caso.

Os animais eram transportados até Belém, onde seriam entregues a uma cooperativa da indústria pecuária. O transporte era feito pela embarcação denominada “Arca da Aliança”, segundo o registro policial.

De acordo com o boletim de ocorrência, os 60 búfalos foram inicialmente embarcados no cais da Fazenda São Lourenço, em Soure, por volta das 14h17. O documento informa que 40 animais pertenciam à Fazenda São Lourenço e outros 20 ao homem que registrou a ocorrência. A carga foi avaliada em R$ 250.750.

Ainda segundo o registro policial, após essa etapa do transporte, os animais seguiram em direção à Fazenda São Sebastião. Parte do trajeto foi feita a nado e outra parte por terra.

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Ao chegar à região do Igarapé São Sebastião, os búfalos foram colocados na embarcação “Arca da Aliança”, contratada para realizar o transporte fluvial. Segundo o boletim, o barco começou a afundar após o embarque dos animais, por causas ainda desconhecidas.

Os dois tripulantes que estavam na embarcação conseguiram retornar à Fazenda São Sebastião, de acordo com o relato registrado na delegacia. O boletim informa que os 60 búfalos morreram e que houve perda total da carga.

Representantes dos proprietários da carga também encaminharam uma comunicação formal à autoridade marítima pedindo a apuração do acidente, preservação da embarcação e realização de inspeção e perícia. No documento, eles relatam ainda a permanência das carcaças dos animais junto à embarcação e pedem providências diante de possíveis riscos ambientais, sanitários e à segurança da navegação.

Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação oficial sobre o que provocou o naufrágio. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação.

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