POLÍCIA
PF prende investigado por armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil em Alagoas
POLÍCIA
Maceió/AL. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), operação para reprimir crimes relacionados ao armazenamento, compartilhamento e comercialização de material contendo abuso sexual infantojuvenil.
Foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal, no município de Viçosa/AL.
A investigação teve origem em desdobramentos de operação realizada anteriormente pela Polícia Federal no estado do Piauí. As apurações identificaram indícios de que o investigado utilizava plataformas digitais para armazenar e compartilhar arquivos contendo cenas de abuso sexual contra crianças e adolescentes.
Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais federais prenderam o investigado em flagrante. Também foram apreendidos equipamentos eletrônicos e mídias digitais, que serão submetidos à perícia.
A análise do material apreendido buscará identificar possíveis vítimas, verificar a participação de outras pessoas e reunir elementos de prova para a responsabilização dos envolvidos.
Comunicação Social da Polícia Federal em Alagoas
Contato: (82) 3216-6723/6823
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA
PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso
Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.
Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.
Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.
Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.
Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342
Fonte: Polícia Federal
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