Turismo
Velório do Papa Francisco: dicas essenciais para fiéis em Roma
Turismo

Roma se prepara para receber milhões de pessoas nos próximos dias para o velório e funeral do Papa Francisco, falecido na última segunda-feira (21), aos 88 anos. O pontífice, conhecido pela postura progressista e gestos de proximidade com os fiéis, atraiu não apenas católicos, mas também admiradores de diversas crenças. Com a cidade já lotada, organizar a viagem exigirá planejamento.
Cerimônias e Acesso
O corpo do Papa Francisco está em velório na Basílica de São Pedro desde quarta-feira (23), com visitação aberta ao público até sexta-feira (25). O funeral ocorrerá no sábado (26), às 10h, na Praça São Pedro, sem necessidade de ingressos, mas com filas extensas esperadas. Após a cerimônia, o cortejo seguirá para a Basílica de Santa Maria Maggiore, onde Francisco será sepultado.

Transporte e hospedagem
Com a alta demanda, os aeroportos de Fiumicino e Ciampino operam em capacidade máxima. É possível chegar à Basílica São Pedro de trem, taxi e ônibus. Ainda é possível encontrar opções acessíveis de hospedagem perto da estação Termini ou no bairro de Prati, próximo ao Vaticano. Hotéis como o Lancelot, próximo ao Coliseu, oferecem estadias a partir de €420 por três noites.
O que fazer em Roma
Enquanto a Basílica de São Pedro e a Capela Sistina estarão fechadas para turismo durante o velório, outras igrejas históricas, como San Pietro in Vincoli (com a famosa escultura de Moisés de Michelangelo) e Santa Maria sopra Minerva, permanecem abertas. O Castel Sant’Angelo, a 10 minutos do Vaticano, é uma alternativa cultural também.
Conclave
O conclave para eleger o sucessor de Francisco deve começar em maio. A cerimônia de eleição, na Capela Sistina, será acompanhada por fiéis na Praça São Pedro, à espera da fumaça branca que indicará o novo papa. Com a cidade em clima de comoção, a recomendação é chegar cedo aos locais de cerimônia, levar água e preparar-se para longas esperas. A Santa Sé ainda não divulgou detalhes sobre restrições pós-funeral, mas a Basílica de Santa Maria Maggiore deve ter acesso limitado.
Fonte: Turismo
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Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil
Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.
Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.
Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.
Reconhecimento
A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.
O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.
O que fazer
Entre os principais atrativos estão:
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Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.
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Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.
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Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.
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Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.
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Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.
Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.
Quando visitar
São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.
Entre os principais eventos estão:
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Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.
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Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.
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Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.
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Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.
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Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.
Como chegar
São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.
Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.
Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.
Patrimônio Mundial
A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.
O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.
Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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