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Chuvas impulsionam recuperação do milho safrinha no Paraná e 84% das lavouras estão em boas condições

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As chuvas registradas entre o fim de abril e o início de maio melhoraram o cenário das lavouras de milho segunda safra no Paraná, segundo o mais recente Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

As precipitações ocorreram em praticamente todas as regiões produtoras do estado e contribuíram para reduzir os impactos da estiagem que vinha preocupando produtores nas últimas semanas.

Paraná mantém maioria das lavouras de milho em boas condições

O levantamento aponta estabilização no quadro das lavouras de milho safrinha no estado.

De acordo com os dados do Deral:

  • 84% das áreas estão em boas condições
  • 12% apresentam condição mediana
  • 4% são classificadas como ruins

Segundo o relatório, a melhora climática foi decisiva principalmente para as áreas que atravessam fases críticas do desenvolvimento da cultura.

“A maior parte das lavouras está em sua fase crítica de desenvolvimento, e as chuvas ocorridas foram muito bem-vindas para o produtor”, destaca o boletim.

Milho safrinha avança em fases decisivas no estado

O boletim também detalha o estágio atual das lavouras no Paraná.

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Atualmente, as áreas cultivadas estão distribuídas da seguinte forma:

  • 24% em desenvolvimento vegetativo
  • 30% em floração
  • 44% em frutificação
  • 2% em maturação

As fases de floração e frutificação são consideradas as mais sensíveis ao déficit hídrico, tornando o comportamento climático das próximas semanas determinante para o potencial produtivo da safra.

Preço do milho registra leve alta em abril

No mercado interno, os preços do milho apresentaram estabilidade com leve recuperação no fechamento de abril.

Segundo o Departamento de Economia Rural, o valor médio pago ao produtor paranaense pela saca de 60 quilos foi de R$ 53,50, representando alta de 0,6% em relação a março.

Apesar do avanço mensal, o preço segue abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

Na comparação anual, o recuo acumulado é de 13,5%.

Clima seguirá decisivo para produtividade da safra

A avaliação técnica do Deral indica que as condições climáticas continuarão sendo fator-chave para o desempenho do milho segunda safra no Paraná.

Com grande parte das lavouras ainda em estágios sensíveis, a manutenção de chuvas regulares poderá favorecer o enchimento de grãos e reduzir perdas produtivas provocadas pelo período de estiagem observado anteriormente.

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O Paraná é um dos principais produtores nacionais de milho safrinha e desempenha papel estratégico no abastecimento interno e nas exportações brasileiras do cereal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Inflação nos EUA pressiona mercados globais e Ibovespa recua em manhã de volatilidade nesta quarta-feira (13/05/2026)

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Mercados globais reagem à inflação dos EUA e aumentam aversão ao risco

Os mercados internacionais iniciam o dia sob forte influência do dado de inflação dos Estados Unidos, que veio acima das expectativas e reforçou o cenário de juros elevados por mais tempo. O resultado aumentou a volatilidade e reduziu o apetite por risco entre investidores globais.

Wall Street fecha sem direção única

Em Nova York, o pregão terminou de forma mista:

  • Dow Jones: alta de 0,11%
  • S&P 500: queda de 0,16%
  • Nasdaq: recuo de 0,71%

O desempenho reflete a cautela dos investidores com o impacto da inflação sobre a política monetária do Federal Reserve, especialmente em setores de tecnologia mais sensíveis aos juros.

Europa encerra o dia em queda

As bolsas europeias acompanharam o movimento de aversão ao risco e fecharam majoritariamente no negativo:

  • DAX (Alemanha): -1,54%
  • CAC 40 (França): -0,45%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,04% (praticamente estável)

O continente segue atento ao cenário macroeconômico global e às expectativas sobre juros e crescimento.

Ásia fecha mista com foco em geopolítica

Na Ásia, os mercados encerraram o pregão sem tendência definida, com investidores monitorando o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping:

  • Xangai (China): -0,25%
  • Hong Kong: -0,22%
  • Nikkei (Japão): +0,52%
  • Kospi (Coreia do Sul): -2,29%
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A forte queda na Coreia do Sul foi o destaque negativo, enquanto o Japão conseguiu avançar mesmo em ambiente de cautela.

Ibovespa recua na abertura com pressão de Petrobras e bancos

O Ibovespa iniciou o pregão desta quarta-feira (13) em queda, refletindo tanto o cenário externo quanto pressões domésticas em setores estratégicos.

Logo nos primeiros negócios, o índice chegou a recuar cerca de 1%, em um ambiente de maior aversão ao risco.

Destaques do mercado brasileiro:

  • Abertura: queda próxima de -0,98%
  • Pressão em ações de peso no índice
  • Setor financeiro e energia entre os principais impactos negativos

As ações da Petrobras sofrem com a volatilidade do petróleo no mercado internacional, enquanto o setor bancário, com destaque para a Bradesco, reflete preocupações com qualidade de crédito e cenário macroeconômico mais restritivo.

Cenário doméstico: inflação e commodities no radar

No Brasil, o mercado acompanha:

  • Pressão de inflação global e local
  • Oscilações do petróleo
  • Ajustes de expectativa para juros
  • Fluxo estrangeiro mais cauteloso em mercados emergentes

O dólar também segue no centro das atenções dos investidores, oscilando diante do cenário externo mais tenso e da busca global por proteção.

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Resumo do dia

O ambiente global desta quarta-feira é marcado por cautela. A inflação americana acima do esperado reacende preocupações sobre juros elevados, pressionando bolsas na Europa e gerando volatilidade na Ásia e no Brasil.

O Ibovespa acompanha o movimento externo e inicia o dia em queda, com atenção especial aos setores de energia e bancos, enquanto investidores aguardam novos sinais da política monetária dos EUA e evolução das tensões geopolíticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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