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PROJETO DE LEI

Governador quer fazer agressor de mulher pagar por tornozeleira

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A governadora do Pará, Hana, anunciou uma medida rigorosa para combater a violência contra a mulher no estado. Ela assinou o Projeto de Lei que obriga o agressor a pagar pelo uso da tornozeleira eletrônica. Atualmente, o poder público custeia esses equipamentos. No entanto, a governadora defende que a sociedade não deve arcar com essa despesa.

O projeto seguiu para a Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) nesta terça-feira. Durante o anúncio, Hana reforçou o compromisso com a segurança das mulheres. A proposta foca na responsabilização financeira do criminoso. Além disso, a medida busca aliviar os cofres públicos e investir em outras frentes de proteção.

“Estou mandando agora para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que obriga agressor de mulher a pagar pela tornozeleira eletrônica. Ameaçou ou agrediu? Vai responder na Justiça e vai sentir no bolso. No Pará, agressor de mulher não vai ter paz. Criminoso não vai ter paz”, declarou a governadora na publicação. Portanto, o governo estadual sinaliza tolerância zero contra quem desrespeita a lei. Assim, o Pará avança na criação de mecanismos punitivos mais eficazes.

Esta não é a primeira medida de Hana Ghassan Tuma em prol das mulheres paraenses. O projeto Por Todas Elas, de sua iniciativa, já atendeu mais de 320 mil pessoas em ações, com oferta de inúmeros serviços e também atendimentos em saúde em todo o estado.

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Com estrutura integrada e a participação de diversos órgãos estaduais, o programa onde chega garante o acesso a mais de 30 serviços, incluindo consultas médicas, exames, vacinação, testes rápidos, emissão de documentos, serviços de estética, saúde animal, orientação jurídica e atendimentos sociais, ampliando o alcance das políticas públicas diretamente nas comunidades.

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Agronegócio brasileiro bate recorde de número de trabalhadores no país

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Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro consolidou sua força no mercado de trabalho ao atingir o recorde de 28,4 milhões de ocupados em 2025. Os dados são do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). O montante representa 26,3% de toda a mão de obra do País, superando o índice de 26,1% registrado em 2024.

O avanço de 2,2% no contingente do agronegócio superou a média do mercado de trabalho nacional, que cresceu 1,7% no mesmo intervalo. De acordo com pesquisadores do Cepea/CNA, o resultado foi sustentado principalmente pelo setor de agrosserviços. A expansão está ligada à retomada das atividades agroindustriais, que abrangem desde o processamento de produtos até a logística de insumos.

O bom momento da agropecuária, impulsionado por recordes consecutivos em safras e abates, ampliou a demanda por serviços de apoio, intensificando a absorção de mão de obra qualificada. No segmento de insumos, a alta foi de 3,4% em 2025, motivada pelo desempenho das indústrias de fertilizantes, defensivos, medicamentos veterinários e máquinas agrícolas. Para a agroindústria, o crescimento anual foi de 1,4%.

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Mudança de perfil e qualificação

Em contrapartida, o segmento primário, chamado de dentro da porteira, registrou queda de 1,1% nas ocupações. O recuo reflete a redução do contingente na agricultura, enquanto a pecuária apresentou estabilidade. Especialistas apontam que essa migração de postos de trabalho do campo para os serviços e indústrias correlatas indica uma transformação estrutural e tecnológica no setor.

O perfil do trabalhador do campo também mudou. Em 2025, houve uma elevação clara no nível de instrução: o número de profissionais com ensino superior cresceu 8,3%, enquanto os trabalhadores sem instrução recuaram 7,6%.

No recorte por gênero, o mercado de trabalho do agronegócio mostrou-se mais inclusivo. O número de mulheres ocupadas cresceu 2,6% (278.046 pessoas), ritmo superior ao avanço masculino, de 1,9% (323.761 pessoas). A formalização também atingiu patamares inéditos por meio do crescimento de 4,6% nas vagas com carteira assinada, somando mais de 440 mil novos contratos formais.

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