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Minerva Foods alcança receita recorde de R$ 13,4 bilhões no 1º trimestre de 2026 e reforça liderança global

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Minerva Foods inicia 2026 com crescimento forte e novos recordes

A Minerva Foods iniciou 2026 mantendo trajetória de crescimento e consolidando sua posição entre as maiores exportadoras de carne bovina do mundo. A companhia registrou receita líquida de R$ 13,4 bilhões no primeiro trimestre do ano, avanço de 19,8% na comparação com o mesmo período de 2025.

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em março de 2026, a receita líquida consolidada atingiu R$ 57 bilhões, o maior patamar já registrado pela empresa em base anual, representando crescimento de 49,8%.

O desempenho reforça o avanço operacional da companhia em meio ao fortalecimento da demanda global por proteínas e ao aumento da participação da América do Sul no abastecimento internacional de alimentos.

Exportações seguem como principal motor da receita

A receita bruta consolidada da Minerva Foods somou R$ 14,5 bilhões no primeiro trimestre, alta de 21,3% frente ao mesmo período do ano anterior.

As exportações continuaram exercendo papel estratégico nos resultados, respondendo por 55% da receita bruta trimestral da empresa.

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No acumulado de 12 meses, a receita bruta alcançou R$ 60,6 bilhões, crescimento de 49,2%, com participação das exportações equivalente a 59% do total.

A companhia mantém forte presença nos mercados internacionais e se beneficia do aumento da demanda global por carne bovina, especialmente diante das incertezas de oferta no hemisfério norte.

EBITDA bate recorde e margem permanece sólida

O EBITDA da Minerva Foods atingiu R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre de 2026, avanço de 16,2% na comparação anual, com margem EBITDA de 8,3%.

No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador chegou a R$ 5 bilhões, novo recorde histórico para a companhia, mantendo margem de 8,7%.

Segundo a empresa, os resultados refletem disciplina operacional, eficiência na execução e fortalecimento da estratégia exportadora.

Lucro, alavancagem e geração de valor ao acionista

O lucro líquido da companhia encerrou o primeiro trimestre em R$ 87,3 milhões. Já no acumulado de 12 meses, o resultado líquido somou R$ 750,6 milhões.

A alavancagem financeira permaneceu estável, com indicador Dívida Líquida/EBITDA em 2,7 vezes ao final de março de 2026.

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A Minerva Foods também reforçou seu compromisso com a remuneração aos acionistas. Em Assembleia Geral Ordinária realizada em abril, a empresa aprovou distribuição complementar de R$ 30,8 milhões em dividendos.

Somados aos R$ 162,1 milhões distribuídos antecipadamente no fim de 2025, os dividendos relativos ao exercício fiscal totalizaram R$ 192,9 milhões, equivalente a payout de 25% do lucro.

América do Sul amplia protagonismo na segurança alimentar global

Em comunicado ao mercado, a companhia destacou que o atual cenário de volatilidade no hemisfério norte fortalece o papel da América do Sul como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo.

Nesse contexto, a Minerva Foods afirma seguir ampliando investimentos em rastreabilidade, eficiência operacional e sustentabilidade, buscando consolidar sua liderança nas exportações de carne bovina e capturar novas oportunidades no mercado global de proteínas.

A perspectiva do setor permanece positiva diante da demanda internacional aquecida, da competitividade da produção sul-americana e da expansão das exportações brasileiras de proteína animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Super Porto Verde transforma Itacoatiara em novo polo logístico do agronegócio no Arco Norte

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O avanço do Arco Norte como rota estratégica para o escoamento da produção agrícola brasileira ganhou um novo impulso com a chegada do maior sistema flutuante de transbordo de granéis das Américas em Itacoatiara, no Amazonas. Batizado de Super Porto Verde, o novo empreendimento do Super Terminais recebeu investimentos de R$ 250 milhões e deverá ampliar a capacidade logística da região para movimentação de grãos e fertilizantes destinados à exportação.

A nova estrutura representa um marco para a logística do agronegócio brasileiro e reforça o papel das hidrovias amazônicas no crescimento das exportações de commodities agrícolas.

Novo porto fortalece logística do Arco Norte

Localizado a cerca de 175 quilômetros de Manaus, o Super Porto Verde nasce em uma região considerada estratégica para a integração entre os corredores hidroviários da Amazônia e os fluxos nacionais de exportação.

O empreendimento integra a estratégia do Super Terminais de ampliar sua atuação no segmento de granéis sólidos, acompanhando o crescimento da demanda logística no Arco Norte, rota que vem ganhando relevância no escoamento da produção agrícola brasileira nos últimos anos.

Segundo a companhia, a nova estrutura deverá aumentar a eficiência operacional e reduzir gargalos logísticos para tradings, operadores portuários e exportadores do agronegócio.

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Píer flutuante amplia capacidade operacional no Amazonas

O sistema flutuante chegou a Itacoatiara no início de maio e está em fase de instalação. O píer será incorporado a uma área portuária de aproximadamente 300 mil metros quadrados.

Inicialmente concebido para operações com contêineres, o projeto foi adaptado para atuar no transbordo de granéis sólidos, atendendo principalmente a movimentação de soja, milho e fertilizantes.

A estrutura possui 240 metros de extensão e 18 metros de largura, além de contar com três guindastes elétricos Sennebogen 895E, considerados os maiores do mundo em sua categoria e os primeiros em operação no hemisfério sul.

Os equipamentos possuem capacidade operacional de até 2.100 toneladas por hora, permitindo elevada produtividade nas operações portuárias.

Estrutura permitirá operação simultânea de navio e barcaças

O novo terminal foi projetado para permitir a atracação simultânea de um navio do tipo Panamax, com capacidade de até 50 mil toneladas, além de seis barcaças operando ao mesmo tempo.

A previsão é de que as operações sejam concluídas em até 36 horas, reduzindo tempos de espera, aumentando a previsibilidade logística e ampliando a competitividade das exportações brasileiras pelo corredor Norte.

O modelo hidroviário vem sendo apontado pelo setor como uma alternativa mais eficiente e sustentável para o transporte de grandes volumes em longas distâncias.

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Investimento deve gerar empregos e fortalecer economia regional

Além dos ganhos logísticos, o Super Porto Verde também deverá impulsionar a economia regional no Amazonas.

De acordo com o Super Terminais, o empreendimento deve gerar cerca de 130 empregos diretos e outros 250 indiretos, fortalecendo a atividade econômica em Itacoatiara e ampliando a participação do estado na cadeia logística nacional do agronegócio.

Para a companhia, o projeto também reforça o compromisso com sustentabilidade e inovação na logística portuária brasileira.

Modal hidroviário ganha espaço na agenda sustentável do agro

O crescimento do Arco Norte está diretamente ligado à busca por alternativas logísticas mais eficientes e ambientalmente sustentáveis para o agronegócio brasileiro.

O transporte hidroviário é considerado um dos modais com menor emissão de carbono por tonelada transportada, fator que ganha relevância diante das exigências globais por cadeias produtivas mais sustentáveis.

Com o novo terminal, o Amazonas amplia sua relevância estratégica na infraestrutura nacional de exportação, consolidando Itacoatiara como um dos principais pontos logísticos do corredor Norte para o escoamento da produção agrícola brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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