BRASIL
Sob coordenação do MME, Procel aprova 42 projetos de eficiência energética em todo o Brasil
BRASIL
Coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) divulgou neste mês os resultados oficiais da Chamada Pública Procel Energia Zero em Prédios Públicos (CPEZ). A iniciativa representa um marco para a eficiência energética no Brasil, com a seleção de 42 projetos entre 154 propostas enviadas por instituições de todas as regiões do país, totalizando investimentos de R$ 143,4 milhões.
Executada pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), a chamada pública tem como objetivo modernizar a infraestrutura pública por meio da transformação de edifícios, como escolas, unidades de saúde e sedes administrativas, em construções altamente eficientes, com potencial para alcançar consumo de energia zero ou próximo disso.
A iniciativa também se destaca pelo alcance nacional e pelo caráter inclusivo. Foram contemplados projetos em todas as regiões do Brasil, incluindo municípios em situação de vulnerabilidade social e localidades impactadas por eventos climáticos extremos.
O Nordeste concentrou o maior volume de investimentos, com 15 projetos que somam R$ 54,6 milhões. Em seguida aparece o Sudeste, com 11 projetos e R$ 41,6 milhões em recursos. A região Norte teve 5 projetos aprovados, totalizando cerca de R$ 14 milhões, enquanto o Sul contará com 3 projetos e investimentos de R$ 10,6 milhões. Além disso, foram aprovados 7 projetos especiais destinados a municípios do Rio Grande do Sul afetados por calamidade pública, com aporte de R$ 18,8 milhões, evidenciando o compromisso do programa com ações de resiliência e recuperação. O Centro-Oeste também foi contemplado, com 1 projeto no valor de R$ 3,7 milhões.
A chamada reforça a importância da eficiência energética como eixo estratégico da transição energética no Brasil. Ao promover a redução do consumo de eletricidade e o uso mais racional dos recursos, os projetos selecionados contribuem para diminuir gastos públicos, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e impulsionar a construção de uma matriz energética mais sustentável e ambientalmente responsável.
Com informações da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional
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BRASIL
MME destaca expansão de investimentos e fortalecimento da indústria offshore brasileira
O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, na quarta-feira (20/5), do FPSO Brazil Congress 2026, encontro internacional que reuniu representantes do setor offshore para discutir os desafios e as oportunidades da indústria de petróleo e gás natural no cenário global. Durante o encontro, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, apresentou o panorama da produção brasileira, incluindo temas como inovação tecnológica, ampliação da oferta de gás natural, geração de empregos qualificados e a competitividade do ambiente do pré-sal, que possui intensidade de carbono inferior à médica global na indústria offshore.
No evento, foi destaque o crescimento da indústria offshore brasileira, com previsão de US$ 100 bilhões em investimentos em exploração e produção entre 2024 e 2026. A apresentação do MME ressaltou ainda a forte demanda por navios-plataforma (FPSOs), sistemas submarinos e serviços especializados, além da ampliação das oportunidades para fornecedores e empresas que atuam em toda a cadeia de suprimentos offshore.
Dutra ressaltou os resultados das rodadas do Leilão de Áreas Não Contratadas, realizado em 2025, com 34 blocos arrematados no 5º Ciclo de Oferta Permanente de Concessão, arrecadação de R$ 989,3 milhões em bônus de assinatura e previsão de investimentos exploratórios mínimos de R$ 1,46 bilhão. No regime de partilha, cinco blocos foram arrematados, com investimentos mínimos de R$ 451,5 milhões. Já os leilões da PPSA comercializaram 74,5 milhões de barris, com arrecadação estimada em R$ 28 bilhões.
O Ministério apontou ainda as perspectivas para 2026, incluindo a realização do 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, do 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha e do 6º Leilão de Petróleo da União. Entre os destaques está a expectativa de comercialização de 106,5 milhões de barris da parcela da União, maior volume já ofertado pelo país.
A participação do MME reforçou que o Brasil reúne fatores estratégicos para atração de investimentos de longo prazo, como estabilidade institucional, previsibilidade regulatória, segurança jurídica, elevada produtividade e diversidade de operadores. O evento também abordou políticas voltadas ao fortalecimento da indústria nacional e do conteúdo local, com oportunidades para estaleiros, fabricantes de equipamentos, empresas de automação, digitalização, manutenção e descomissionamento.
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