SERVIÇOS
Por conta da COP30, Agência-Barco da Caixa terá programação diferenciada na Ilha do Marajó em novembro
COP 30
A Agência-Barco da Caixa Econômica Federal retomará os atendimentos na Ilha do Marajó em novembro de 2025, levando serviços bancários e sociais a comunidades ribeirinhas de difícil acesso. Neste mês, no entanto, a programação será diferenciada em razão da realização da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, que ocorrerá no estado do Pará.
NOTÍCIAS EM TEMPO REAL: participe do grupo do Notícia Marajó no WhatsApp e acompanhe tudo em primeira mão. Inscreva-se aqui no Grupo 1, aqui no Grupo 2, aqui no Grupo 3, aqui no Grupo 4, aqui no Grupo 5, aqui no Grupo 6, aqui no Grupo 7 aqui no Grupo 8, aqui no grupo 9, aqui no grupo 1, aqui no grupo 11 ou aqui no grupo 12. Ainda temos o Grupo 1 de Discussão e o Grupo 2 de Discussão. Nas redes sociais, siga-nos no Instagram, no Facebook e no Youtube.
Mesmo com o cronograma ajustado, a embarcação continuará atendendo normalmente a população marajoara, em parceria com o PrevBarco do INSS, ampliando o alcance dos serviços sociais e previdenciários.
Entre os atendimentos oferecidos estão abertura de contas, emissão e desbloqueio de cartões, microcrédito, cadastro de senhas e suporte para benefícios sociais como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e aposentadorias do INSS.
A Caixa reforça que não há movimentação de dinheiro em espécie a bordo. A ação busca garantir inclusão bancária e cidadania para moradores de regiões isoladas, que não possuem agências fixas.
Cronograma de atendimentos – novembro de 2025
-
Ponta de Pedras: 3 a 7 de novembro
-
Soure: 10 a 21 de novembro
-
Limoeiro do Ajuru: 24 e 25 de novembro
-
Ponta de Pedras: 26 a 28 de novembro
O atendimento Caixa Ilha do Marajó reforça o compromisso da instituição e do INSS com a população ribeirinha, garantindo acesso a serviços públicos essenciais mesmo durante o período da COP30.
Para mais informações, acesse: caixa.gov.br
COP 30
Pará discute cadeia produtiva, inovação e mercado global do cacau na COP 30
O diretor de Comunidades Tradicionais e Comercialização da Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (Seaf), Anderson Serra, representou o Pará na discussão e destacou que o estado já tem cerca de 150 fábricas de chocolate da agricultura familiar e que muitas famílias descobriram como produzir amêndoas de alta qualidade, inclusive, algumas já são reconhecidas, com prêmios nacionais e internacionais.
Anderson frisou iniciativas paraenses que devem servir de inspiração e ampliadas, por serem boas experiências de sistemas agroflorestais que impactam além da questão econômica, com benefícios sociais e ambientais.
“Assim, a cacauicultura vai continuar colaborando com o incremento de renda, com paisagens mais diversificadas, com a recuperação de áreas degradadas, em agrofloresta, consolidando a conservação da biodiversidade e capturando carbono”, pontuou o diretor.
Legislação para proteger a lavoura
Marta Silva, coordenadora da Fundação Viver, Produzir e Preservar que atua no apoio a agricultores familiares na região da Transamazônica, também participou do painel e afirmou que a economia criativa tomou força e o cacau tem sido escolhido como estratégia de produção com muitas possibilidades.
“O cacau possibilita a economia circular, ele possibilita uma estratégia organizativa das pessoas que, para além do individual, é uma cultura que traz a interação com outras culturas”, disse Marta Silva. Ela defendeu o reconhecimento do cacau como economia circular e a proteção da lavoura pela legislação, em caso de perda total em situações de desastre.
Também participaram da discussão Marcelo Carin, pesquisador do Instituto de Pesquisas Científicas do Amapá (IEPA) e da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR); José Raul dos Santos Guimarães, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac); e Marcos Rocha, chefe da Divisão de Produção Familiar e coordenador do Programa Estadual do Cacau da Secretaria de Agricultura do Acre, com o debate mediado pelo secretário Executivo do Consórcio Amazônia Legal (CAL), Marcello Brito.
Marcelo Carin, disse que o cacau tem nichos específicos espalhados pela Amazônia. “Nós adotamos isso como estratégia mercadológica. Nós temos cooperativas que estão funcionando”, comentou Carin, que ressaltou a importância do cacau para o PIB amazônico.
Maior produtor
O Pará é o maior produtor de cacau do Brasil e é referência mundial no cultivo em sistema agroflorestal (SAF). Medicilândia, no sudoeste do Estado, é o município com a maior produção de amêndoas de cacau do país.
Fonte: Governo PA
-
HOME4 dias atrásGreve dos bancários começa sexta-feira no Pará; saiba quais serviços podem funcionar
-
HOME6 dias atrásSuspeito de estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil no Marajó
-
HOME6 dias atrásGoverno confirma edital da Seduc-PA na segunda; concurso terá mais de 2 mil vagas
-
HOME6 dias atrásAgência-Barco da Caixa percorre municípios do Marajó com atendimentos em setembro
-
HOME6 dias atrásMulher é resgatada após mais de uma semana em cárcere privado no Marajó
-
HOME5 dias atrásLenine se encanta com o Marajó durante primeira visita e promete voltar ao Pará
-
HOME2 dias atrásTrês homens são presos suspeitos de furto de energia elétrica que provocou apagão em Breves, no Marajó
-
POLITÍCA NACIONAL4 dias atrásSergio Moro cobra rigor contra facções criminosas