CULTURA
Festival Choro Jazz leva shows gratuitos à Ilha de Marajó
HOME
Soure, no Arquipélago do Marajó, recebe a partir desta tercça-feira (25) a a terceira edição do Festival Choro Jazz, com shows gratuitos. O evento celebra a diversidade de sons até sábado (29), com shows e oficinas, no Parque de Exposições da Cidade da cidade.
NOTÍCIAS EM TEMPO REAL: participe do grupo do Notícia Marajó no WhatsApp e acompanhe tudo em primeira mão. Inscreva-se aqui no Grupo 1, aqui no Grupo 2, aqui no Grupo 3, aqui no Grupo 4, aqui no Grupo 5, aqui no Grupo 6, aqui no Grupo 7 aqui no Grupo 8, aqui no grupo 9, aqui no grupo 1, aqui no grupo 11 ou aqui no grupo 12. Ainda temos o Grupo 1 de Discussão e o Grupo 2 de Discussão. Nas redes sociais, siga-nos no Instagram, no Facebook e no Youtube.
O festival busca descentralizar a oferta de cultura dos grandes centros. O evento é itinerante e, desde que foi criado, em 2009, já passou por Jericoacoara, no Ceará; Fortaleza; região do Cariri; e agora chega à Ilha de Marajó pela terceira vez.
Programação
Neste ano, a programação traz apresentações de Caetano Brasil e Carol Panesi, Quinteto Caxangá, Toca Transamazônica e Luiz Otávio. No encerramento, quem sobe ao palco é o cantor e compositor Lenine, para um show de voz e violão.
Antonio Ivan Capucho, curador e idealizador do festival, fala sobre as atrações e a homenagem aos 100 anos do maestro Moacir Santos:
“Trazer artistas de ponta é uma maneira de aproximar o público de outros músicos com menos expressão na mídia. Então, quem vem ver o Lenine terá a oportunidade de conhecer o Luiz Otávio. Também fazer uma homenagem a esse grande maestro da música brasileira, que já não está entre nós, para celebrar o seu centenário. Trazer nomes consagrados para representar a música brasileira e falar um pouco da obra desse maestro, que é o Moacir Santos.”
A homenagem à obra do maestro Moacir Santos fica por conta do Quarteto Vereda, de São Paulo, com um repertório que une composição brasileira, jazz e improvisos.
Além dos shows, o Festival Choro Jazz também oferece oficinas musicais de harmonia, consciência rítmica, carimbó, percepção musical, entre outras, tudo de graça.O evento acontece até o próximo sábado no Parque de Exposições de Soure, na Ilha de Marajó. Mais detalhes no site chorojazz.com.
HOME
Caso Yasmin Macêdo: Lucas Magalhães, dono de lancha, é condenado a 4 anos e 10 meses em regime semiaberto no Pará
Lucas Magalhães foi absolvido nesta terça-feira (25) pelos crimes de homicídio e fraude processual no caso da morte danfluenciadora Yasmin Macêdo no Pará. Ele foi condenado pelos crimes de porte de arma e disparo de arma de fogo durante o passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém, em que Yasmin morreu em 2021.
A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri, no Fórum Criminal de Belém. A pena aplicada foi de 4 anos e 10 meses em regime semiaberto, tendo direito de recorrer em liberdade.
Yasmin morreu em dezembro de 2021, aos 21 anos, durante um passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém. O corpo dela foi encontrado no dia seguinte. Segundo as investigações, a causa da morte foi afogamento.
Lucas foi submetido a júri popular para responder por homicídio com dolo eventual, fraude processual e porte e disparo ilegal de arma de fogo. A soma das penas mínimas previstas para os crimes poderia chegar a 15 anos de prisão. O acusado já estava em liberdade provisória desde 2023.
A data do julgamento foi definida após o esgotamento dos recursos apresentados pela defesa do réu em instâncias superiores, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF). Nove testemunhas foram convocadas para prestar depoimentos.
Relembre o caso
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/r/elL1rgQJa4hI6AhtAA5Q/whatsapp-image-2026-08-25-at-07.22.05-1-.jpeg)
Lucas Magalhães, dono da lancha envolvida no caso Yasmin Fontes Cavaleiro de Macêdo, na época da prisão. — Foto: Felipe Bispo/Redes Sociais
Yasmin Cavaleiro de Macêdo tinha 21 anos, era estudante de medicina veterinária e também atuava como influenciadora digital. Ela desapareceu em 12 de dezembro de 2021, durante um passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém.
O corpo da jovem foi encontrado no dia seguinte. Segundo as investigações, a causa da morte foi afogamento.
Ao todo, 19 pessoas estavam na embarcação. Lucas Magalhães, proprietário da lancha, era apontado como principal suspeito.
De acordo com as investigações, Lucas teria efetuado disparos de arma de fogo durante o passeio e alterado a estrutura da embarcação antes da realização da perícia técnica.
O despacho da Justiça também citava outras condutas atribuídas a Lucas, descritas no inquérito policial e em procedimento administrativo instaurado pela Capitania dos Portos.
-
ESPORTES3 dias atrásCruzeiro vira sobre o Flamengo no Mineirão e impede Rubro-Negro de assumir a liderança
-
HOME6 dias atrásTentativa de roubo termina com suspeito morto e dois foragidos no Marajó
-
HOME7 dias atrásAção humanitária leva serviços de saúde e assistência a comunidades ribeirinhas de Limoeiro do Ajuru, São Sebastião da Boa Vista e Muaná
-
HOME6 dias atrásUFPA abre 1.427 vagas nesta quinta para três processos seletivos; inscrições vão até 4 de setembro
-
HOME7 dias atrásMPF cobra explicações do Ibama sobre pedido da Petrobras para explorar mais 3 poços na Foz do Amazonas
-
HOME6 dias atrásMarinha notifica empresa após naufrágio de barcaça com 2 mil toneladas de milho na Baía do Marajó
-
HOME6 dias atrásSalvaterra recebe curso gratuito de Condutor Ambiental para observação de aves no Marajó
-
HOME7 dias atrásHomem é preso e adolescente apreendido por suspeita de furto no Marajó; objetos são recuperados