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ARMA APREENDIDA

PM prende suspeito e apreende adolescente por furto de açaí e abate de animal no Marajó

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Um homem foi preso e um adolescente apreendido nesta quinta-feira (11) pela Polícia Militar, em Ponta de Pedras, no Arquipélago do Marajó, suspeitos de envolvimento em um roubo e um furto qualificado registrados no município.

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De acordo com a Polícia Militar,  a equipe policial recebeu informações detalhadas sobre os crimes ocorridos na região. As denúncias apontavam a participação dos suspeitos em um roubo ocorrido na Rua Belém e em um furto qualificado registrado na Rodovia Mangabeira, nas proximidades da subestação de energia.

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No caso do furto, os suspeitos teriam invadido uma propriedade rural, subido em pés de açaí e furtado diversas rasas do fruto. Ainda segundo as informações apuradas, eles também chegaram a abater um porco na propriedade, mas abandonaram o animal no local e fugiram levando apenas o açaí, após temerem ser flagrados.

Após iniciar diligências, os policiais localizaram um dos envolvidos em frente à residência onde mora. Ele foi conduzido à Unidade Integrada de Polícia (UIPP) de Ponta de Pedras, onde confessou participação nos crimes e revelou o envolvimento de outros suspeitos, incluindo um adolescente e dois homens maiores de idade.

Durante o depoimento, o suspeito informou ainda que o grupo utilizava um armamento e que o adolescente sabia onde o material estava escondido. Com a nova informação, a equipe retornou ao local e encontrou o infrator, que colaborou com os policiais e indicou o esconderijo.

Após buscas na área apontada, os militares apreenderam um terçado e uma arma de fogo que estavam escondidos em uma área de mata fechada, a cerca de 50 metros da residência dos envolvidos. Segundo a polícia, o local de difícil acesso havia sido escolhido estrategicamente para dificultar a localização do armamento.

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Por se tratar de um adolescente, o Conselho Tutelar e os responsáveis legais foram acionados para acompanhar os procedimentos. Em seguida, o menor foi apresentado na UIPP de Ponta de Pedras juntamente com os objetos apreendidos.

Também foram repassadas informações sobre a identificação e o endereço dos outros dois suspeitos apontados como participantes dos crimes, para continuidade das investigações e adoção das medidas cabíveis.

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Operação contra furto de energia em Portel identifica irregularidades em 18 imóveis

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Foto: Divulgação

Uma operação conjunta realizada no município de Portel, no Arquipélago do Marajó, entre os dias 9 e 11 de junho, resultou na identificação de irregularidades em 18 imóveis, entre residências e estabelecimentos comerciais. Durante as fiscalizações, foram identificadas ligações clandestinas e intervenções ilegais nos sistemas de medição de energia elétrica. De acordo com a polícia, foram 18 autuações pelo crime de furto de energia.

A ação foi realizada pela Equatorial Pará, em parceria com agentes da Polícia Civil e da Polícia Científica, que atuaram na inspeção técnica dos imóveis. Os responsáveis pelas unidades fiscalizadas foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos.

De acordo com o levantamento realizado pelas equipes técnicas, os desvios identificados ultrapassam 100 mil quilowatt-hora (kWh), volume de energia suficiente para abastecer cerca de 300 casas populares com consumo médio mensal.

O executivo tático da Equatorial, Diego Franco, destaca que o combate ao furto de energia é uma atuação permanente da distribuidora e tem como objetivo garantir mais segurança e qualidade no fornecimento para toda a população.

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“Essas operações são fundamentais para identificar e combater práticas ilegais que prejudicam todo o sistema elétrico. O furto de energia impacta diretamente a qualidade do serviço, pode causar sobrecarga na rede e representa riscos à segurança das pessoas. Por isso, atuamos em conjunto com os órgãos de segurança para coibir essas irregularidades e proteger os consumidores que utilizam a energia de forma correta”, afirma Diego Franco.

O furto de energia é considerado crime previsto no artigo 155 do Código Penal brasileiro, e prevê pena de 1 a 4 anos de reclusão e multa. A legislação reforça que se houver a adulteração do medidor de energia, a prática é enquadrada como estelionato (art. 157), com pena de até 5 anos. A prática deve ser denunciada às autoridades, através do número 190, e pela central de atendimento da Equatorial, no 0800-091-0196.

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