POPULAÇÃO REVOLTADA
Equatorial vai investigar denúncia de possível propina cobrada no Marajó
MARAJÓ
A Equatorial Pará disse, hoje (1), que vai investigar a acusação de um marajoara que diz ter sido vítima de tentativa de extorsão por parte de equipes terceirizadas que fazem vistorias nas ligações elétricas em Anajás, no Arquipélago do Marajó. Após um vídeo viralizar (assista abaixo) mostrando o mecânico revoltado, denunciando cobrança de propina e ameaçando as equipes, a concessionária de energia elétrica emitiu nota dizendo que já “acionou” a empresa contratada para “apurar as denúncias”.
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“Sobre as acusações de pedido de propina, a Equatorial repudia veementemente tal prática e já acionou a empresa terceirizada para apurar as denúncias”, diz trecho da nota..
Conforme o Notícia Marajó informou, a ação de prestadores de serviço para a Equatorial Pará em Anajás gera revolta em parte dos moradores e um deles chegou a ser denunciado para a polícia após fazer ameaças aos funcionários e insinuar que os trabalhadores estariam cobrando propina para manter ligações clandestinas, conhecidas como gatos.0
Desde a semana passada a Equatorial, que é a distribuidora de energia elétrica no Pará, está na cidade fiscalizando medidores de energia e gerando desconfiança dos moradores. Nesta semana um morador, dono de uma pequena oficina, gravou a ação dos prestadores de serviço e os acusou de estarem cobrando propina, acima de R$ 500 reais, para fazer ligações clandestinas.
A equipe da Equatorial procurou a polícia e fez denúncia contra o dono da oficina, que, posteriormente, gravou outro vídeo se desculpando pelas ameaças, mas mantendo as acusações de cobrança de propina. O homem disse que ainda precisará responder pelas acusações. “Sou lesado, sou roubado e ainda corro o risco de ser preso”, lamentou.
Procurada, a Equatorial respondeu depois da publicação informando que as equipes técnicas realizam, regularmente, em todos os municípios do estado, vistorias e ações de fiscalização junto aos clientes da empresa.
A companhia confirmou que acionou as polícias Civil e Militar após a equipe ser ameaçada ao realizar o seu serviço e acrescentou que “repudia veementemente” a cobrança de propina e que já acionou a empresa terceirizada para apurar as denúncias.
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Revista de malas de terceirizados da Equatorial gera situação de constrangimento em Breves
Funcionários de uma empresa terceirizada que presta serviços para a Equatorial Energia teriam sido submetidos a uma revista de malas por supervisores da empresa, situação que teria causado constrangimento aos trabalhadores. O caso teria ocorrido em Breves, no Marajó, após o encerramento de um ciclo de trabalho em uma área rural da região.
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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que os trabalhadores são submetidos à revista de seus pertences.
Uma fonte ouvida pela reportagem afirmou que os colaboradores foram chamados para subir, com as malas, até o segundo andar de uma embarcação. No local, segundo o relato, eles teriam sido informados de que seus objetos pessoais seriam revistados.
Ainda de acordo com a fonte, os funcionários teriam sido orientados a abrir as próprias malas e realizar a revista dos pertences. Cerca de 25 a 30 colaboradores teriam passado pelo procedimento.
Em nota, a Equatorial Pará informou que tomou conhecimento das imagens que circulam nas redes sociais sobre uma situação ocorrida durante uma atividade realizada por uma empresa parceira, em Breves.
A distribuidora informou que solicitou esclarecimentos formais à empresa responsável e que acompanha a apuração dos fatos.
A Equatorial Pará reforçou que não compactua com qualquer conduta que possa constranger ou desrespeitar trabalhadores e afirmou exigir que suas empresas parceiras atuem de acordo com os princípios de respeito, integridade e dignidade.
A empresa também informou que, caso seja identificado qualquer descumprimento das normas estabelecidas, serão adotadas as medidas cabíveis.
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