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USAVA A FILHA

Vídeo: casal de SS da Boa Vista é preso em Muaná acusado de tráfico

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MARAJÓ

Foto: Divulgação

Policiais da 20ª Companhia Independente de Polícia Militar (20ª CIPM) prenderam no final de semana em Muaná um casal de São Sebastião da Boa Vista, ambas cidades do Marajó, que estavam com uma filha melhor de idade traficando drogas. Leila Daiane Ferreira e o marido Ildo Gomes Magno foram flagrados vendendo entorpecentes em uma kitnet na passagem Mariai, local conhecido como Buraco Escuro.

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Os militares chegaram ao casal após diversas denúncias apontando que a dupla estaria vendendo drogas e incomodando a vizinhança na Vila do Zezinho.

O comandante da 20ª CIPM, Major Kojak, explicou que Leila e a filha correram ao avistaram os policiais e a mulher teria tentado se desfazer de uma sacola contendo uma pedra de oxi pesando 43 gramas. Ela foi alcançada e detida.

Enquanto a mulher era abordada, Ildo teria tentado se esconder na kitnet, mas também foi alcançado. Em seu bolso, diz a PM, havia 29 pedras de oxi já embaladas para a revenda.

Dentro da casa havia uma criança de cinco anos que estava sob os cuidados de Leila. Era a sobrinha, filha de uma irmã que teria saído para beber com um companheiro. O Conselho Tutelar foi acionado para garantir a integridade da criança.

Segundo a PM, Leila já tem passagens na polícia por tráfico de drogas e utilizaria a filha para facilitar o comércio. Ela, o marido e a filha foram encaminhados para a delegacia, onde, revoltada, a mulher teria desacatado os militares.

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Revista de malas de terceirizados da Equatorial gera situação de constrangimento em Breves

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Foto: Divulgação

Funcionários de uma empresa terceirizada que presta serviços para a Equatorial Energia teriam sido submetidos a uma revista de malas por supervisores da empresa, situação que teria causado constrangimento aos trabalhadores. O caso teria ocorrido em Breves, no Marajó, após o encerramento de um ciclo de trabalho em uma área rural da região.

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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que os trabalhadores são submetidos à revista de seus pertences.

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Uma fonte ouvida pela reportagem afirmou que os colaboradores foram chamados para subir, com as malas, até o segundo andar de uma embarcação. No local, segundo o relato, eles teriam sido informados de que seus objetos pessoais seriam revistados.

Ainda de acordo com a fonte, os funcionários teriam sido orientados a abrir as próprias malas e realizar a revista dos pertences. Cerca de 25 a 30 colaboradores teriam passado pelo procedimento.

Em nota, a Equatorial Pará informou que tomou conhecimento das imagens que circulam nas redes sociais sobre uma situação ocorrida durante uma atividade realizada por uma empresa parceira, em Breves.

A distribuidora informou que solicitou esclarecimentos formais à empresa responsável e que acompanha a apuração dos fatos.

A Equatorial Pará reforçou que não compactua com qualquer conduta que possa constranger ou desrespeitar trabalhadores e afirmou exigir que suas empresas parceiras atuem de acordo com os princípios de respeito, integridade e dignidade.

A empresa também informou que, caso seja identificado qualquer descumprimento das normas estabelecidas, serão adotadas as medidas cabíveis.

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