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Adepará promove curso de Classificadores de Amêndoas de cacau para servidores

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Com a expansão da produção de amêndoas de cacau no Estado, sendo o maior produtor nacional, e visando manter a sanidade e qualidade da cadeia, Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) está promovendo aos seus Fiscais Estaduais Agropecuários o curso de Formação de Classificadores de Amêndoas, que teve início nesta terça-feira (24) e segue até a próxima quinta-feira (26), no auditório da sede da Agência

A formação também faz parte das ações estratégicas de preservação da cadeia produtiva que a Agência de Defesa desenvolve contra a Monilíase, praga que afeta as plantações e pode gerar prejuízos aos produtores. Pois, se caso o fungo entre no Estado, as produções somente serão comercializadas se estiverem certificadas e classificadas em tipo 1 e 2, uma exigência do mercado e que atesta a qualidade das amêndoas.

“Uma vez que cerca de 80% de cacau paraense é comercializado para as moageiras da Bahia, a formação dos classificadores de Amêndoa de cacau faz parte da estratégia da Adepará no enfrentamento da Monilíase; Pois a exceção para o trânsito de Amêndoas de cacau de Áreas de Foco para indenes, é que estejam classificadas no tipo 1 e 2, embaladas em sacarias novas. Desta forma a Adepara vêm preparando o corpo técnico para atuação tanto na prevenção, quanto na erradicação e também na convivência com a praga”, destacou a diretora de defesa e inspeção vegetal Lucionila Pimentel.

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“Atuamos de maneira forte, impedindo que entre pragas nas lavouras, e caso entre, há uma estratégia para que as amêndoas saiam do Estado após serem fermentadas e classificadas, mantendo a comercialização do produto, evitando grandes prejuízos ao produtor rural”, ressaltou o diretor geral da Adepará, Jamir Macedo.

O diretor geral também enfatiza que esta formação somará o leque de serviços que Agência de Defesa disponibiliza aos produtores do Estado, que atestam a qualidade e garantem a sanidade das produções.

“O curso é extremamente importante e estratégico para a Agência de Defesa, pois temos fiscais estaduais espalhados por todo o Estado, principalmente nas áreas com maiores produções de cacau. Essa é mais uma etapa do trabalho de preservação sanitária da cadeia produtiva. É mais um serviço que a Agência estará prestando ao produtor rural, de certificação e garantia da qualidade da produção”, finalizou.

Ao todo, 20 servidores da Agência de Defesa serão formados, entre os que já atuam no Laboratório de Classificação da ADEPARÁ, e os que desempenham suas atividades nas Unidades Regionais nos municípios produtores de cacau, principalmente na região Transamazônica, onde há a produção de uma das melhores amêndoas de cacau do Brasil.

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A programação consiste em aulas teóricas e práticas, incluindo visita na Estação da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), e está sendo ministrado por Agentes de Atividades Agropecuárias da Comissão Executiva, que também são classificadores de amêndoas e os únicos profissionais do Estado do Pará.

Após a formação dos servidores da Adepará, uma instituição estadual poderá fornecer o serviço oficialmente, mantendo as estratégias de expansão do mercado cacaueiro que o governo do Estado promove.

Fonte: Governo PA

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Embarcação com 60 búfalos naufraga em Soure e animais morrem afogados

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Foto: TV Liberal

Uma embarcação que transportava 60 búfalos naufragou em Soure, no arquipélago do Marajó, no Pará. Segundo boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, todos os animais morreram no acidente.

A carga seria levada para Belém. Dois homens que estavam no barco conseguiram se salvar.

O naufrágio ocorreu na quinta-feira (3) e a Polícia Civil informou nesta sexta-feira (4) que a Delegacia de Soure investiga o que aconteceu. A ocorrência foi comunicada à Capitania dos Portos, que também deve apurar o caso.

Os animais eram transportados até Belém, onde seriam entregues a uma cooperativa da indústria pecuária. O transporte era feito pela embarcação denominada “Arca da Aliança”, segundo o registro policial.

De acordo com o boletim de ocorrência, os 60 búfalos foram inicialmente embarcados no cais da Fazenda São Lourenço, em Soure, por volta das 14h17. O documento informa que 40 animais pertenciam à Fazenda São Lourenço e outros 20 ao homem que registrou a ocorrência. A carga foi avaliada em R$ 250.750.

Ainda segundo o registro policial, após essa etapa do transporte, os animais seguiram em direção à Fazenda São Sebastião. Parte do trajeto foi feita a nado e outra parte por terra.

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Ao chegar à região do Igarapé São Sebastião, os búfalos foram colocados na embarcação “Arca da Aliança”, contratada para realizar o transporte fluvial. Segundo o boletim, o barco começou a afundar após o embarque dos animais, por causas ainda desconhecidas.

Os dois tripulantes que estavam na embarcação conseguiram retornar à Fazenda São Sebastião, de acordo com o relato registrado na delegacia. O boletim informa que os 60 búfalos morreram e que houve perda total da carga.

Representantes dos proprietários da carga também encaminharam uma comunicação formal à autoridade marítima pedindo a apuração do acidente, preservação da embarcação e realização de inspeção e perícia. No documento, eles relatam ainda a permanência das carcaças dos animais junto à embarcação e pedem providências diante de possíveis riscos ambientais, sanitários e à segurança da navegação.

Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação oficial sobre o que provocou o naufrágio. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação.

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