PARÁ
Ioepa entrega exemplares de obra sobre tributo a Paulo Watrin
PARÁ
A Editora Pública Dalcídio Jurandir, por meio da Imprensa Oficial do Estado (Ioepa), entregou nesta sexta (11) exemplares da obra “Porra, Moleque – Tributo a Paulo Watrin” ao professor Agenor Pacheco, organizador da obra. A reunião ocorreu na sede da Ioepa com a presença do presidente da Imprensa, Jorge Panzera, e do coordenador da Editora Pública, Moisés Alves.
O livro é uma homenagem do Programa de Pós-Graduação em História Social (PPHIST), pertencente ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), da Faculdade de História, da Universidade Federal do Pará (UFPA) ao professor e militante de direitos sociais, Paulo Watrin. A história apresenta uma coletânea de textos da história de Watrin, sua trajetória de vida e momentos históricos.
Segundo o organizador, Agenor Pacheco, professor de história da Universidade Federal do Pará (UFPA), a obra conta com memória de familiares, amigos, professores e alunos que conviveram com o professor Paulo para trazerem quem ele era do ponto de vista humano e profissional. “Nesse tributo, uma grande lição que fica é como que você como professor, pode ser muito mais que professor, pode ser alguém que contribui do ponto de vista prático para melhorar a vida em sociedade”, explicou o organizador.
Os primeiros exemplares foram entregues no final de junho, precedendo seu pré-lançamento no Salão do Edifício Residencial Rio Colorado, em Belém. Segundo o presidente da Ioepa, Jorge Panzera, é importante a publicação de um livro que valoriza a docência mostrando como a educação pode transformar histórias. “Esse professor muito contribuiu para o ensino e estudo em história no nosso estado, ajudando a formar uma geração de historiadores no Pará”, declarou.
Paulo Watrin – Licenciado em História pela Universidade Federal do Pará (UFPA), com mestrado em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (SP) e doutorado em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, foi professor da Faculdade de História da UFPA. Atuou em diversas lutas sociais e teve um grande engajamento político e social.
A obra está na programação de lançamentos da 26° Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, em meados de setembro, no estande da Ioepa.
*Com informações de Viviane Tamyres
Fonte: Governo PA
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Embarcação com 60 búfalos naufraga em Soure e animais morrem afogados
Uma embarcação que transportava 60 búfalos naufragou em Soure, no arquipélago do Marajó, no Pará. Segundo boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, todos os animais morreram no acidente.
A carga seria levada para Belém. Dois homens que estavam no barco conseguiram se salvar.
O naufrágio ocorreu na quinta-feira (3) e a Polícia Civil informou nesta sexta-feira (4) que a Delegacia de Soure investiga o que aconteceu. A ocorrência foi comunicada à Capitania dos Portos, que também deve apurar o caso.
Os animais eram transportados até Belém, onde seriam entregues a uma cooperativa da indústria pecuária. O transporte era feito pela embarcação denominada “Arca da Aliança”, segundo o registro policial.
De acordo com o boletim de ocorrência, os 60 búfalos foram inicialmente embarcados no cais da Fazenda São Lourenço, em Soure, por volta das 14h17. O documento informa que 40 animais pertenciam à Fazenda São Lourenço e outros 20 ao homem que registrou a ocorrência. A carga foi avaliada em R$ 250.750.
Ainda segundo o registro policial, após essa etapa do transporte, os animais seguiram em direção à Fazenda São Sebastião. Parte do trajeto foi feita a nado e outra parte por terra.
Ao chegar à região do Igarapé São Sebastião, os búfalos foram colocados na embarcação “Arca da Aliança”, contratada para realizar o transporte fluvial. Segundo o boletim, o barco começou a afundar após o embarque dos animais, por causas ainda desconhecidas.
Os dois tripulantes que estavam na embarcação conseguiram retornar à Fazenda São Sebastião, de acordo com o relato registrado na delegacia. O boletim informa que os 60 búfalos morreram e que houve perda total da carga.
Representantes dos proprietários da carga também encaminharam uma comunicação formal à autoridade marítima pedindo a apuração do acidente, preservação da embarcação e realização de inspeção e perícia. No documento, eles relatam ainda a permanência das carcaças dos animais junto à embarcação e pedem providências diante de possíveis riscos ambientais, sanitários e à segurança da navegação.
Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação oficial sobre o que provocou o naufrágio. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação.
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