Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

PARÁ

Planetário do Pará faz coleta de lixo eletrônico

Publicados

PARÁ

O Centro de Ciências e Planetário do Pará (CCPPA) vai sediar, na próxima sexta-feira (12), a partir das 8h30, o encerramento da III Semana do Meio Ambiente Uepa Ambiental – Cidadania e Responsabilidade Socioambiental pós COP30, promovida, de 1º a 12 de junho, pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), por meio do Programa de Gestão Uepa Ambiental.

A Semana conta com variadas atividades, tais como palestras, oficinas, exposições, campanhas educativas e ações ambientais, em diferentes campi da instituição, em Belém e Ananindeua. No Planetário, o evento será integrado por mesa-redonda, palestra e campanha de coleta de resíduos eletroeletrônicos, envolvendo a comunidade acadêmica e o público externo. 

Os interessados em participar poderão se inscrever no local. Entre os temas que serão abordados estão: saúde ambiental, reciclagem, coleta seletiva, sustentabilidade na gestão pública e privada e práticas de educação socioambiental em contextos amazônicos.

A programação será iniciada às 8h30, com credenciamento, seguida pela mesa-redonda “Práticas de Educação Socioambientais em Contextos Amazônicos” e pela palestra “Corresponsabilidade na Gestão de Resíduos”, promovida pelos integrantes do Programa de Gestão Uepa Ambiental, reforçando a importância da cidadania ativa e do compromisso coletivo com a responsabilidade socioambiental.

Leia Também:  Pará ganha primeira Trilha Aquática dentro do turismo sustentável no Rio Xingu

Na mesa-redonda, estarão presentes Edilza Ribeiro, docente da Educação Básica no Município de Igarapé-Miri (PA); Tiana Teixeira, professora da rede estadual e técnica em Educação na Rede Municipal de Ensino de Salvaterra; William Lima, mestre em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia; e Flávia Vilhena, professora da Educação Básica na Escola Rural de Abaetetuba. A mediação da atividade será conduzida por Priscyla Luz, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia (PPGEECA) da Uepa.

Servidor do Planetário durante ação do Programa Uepa Ambiental

Das 9h às 14h, será realizada a campanha de coleta de resíduos eletroeletrônicos para descarte ambientalmente adequado. A ação é aberta à comunidade interna e externa, que poderá destinar corretamente itens como celulares, tablets, câmeras, televisores, micro-ondas, rádios, computadores, impressoras, teclados, fones de ouvido, pilhas, baterias e carregadores, contribuindo para a redução dos impactos ambientais causados pelo descarte inadequado desses materiais.

Segundo Carla Lyzandra Linhares, uma das executores do programa e componente da equipe de organização do evento, a iniciativa “reafirma o compromisso institucional da Uepa com a sustentabilidade e consolida a universidade como espaço estratégico de formação cidadã e enfrentamento dos desafios ambientais da Amazônia e do cenário global pós-COP30”.

Leia Também:  Crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer se divertem com a arte circense

Para o diretor do CCPPA, José Roberto Silva, a parceria com o Programa de Gestão Uepa Ambiental fortalece as ações de conscientização socioambiental desenvolvidas pela instituição. “A iniciativa oportuniza a disseminação da consciência ambiental, especialmente junto ao nosso público, ao incentivar os estudantes que participarão das atividades do Planetário no dia 12 a trazerem de suas residências equipamentos eletroeletrônicos para o descarte adequado”, destacou.

Fonte: Governo PA

Propaganda

HOME

Ideflor-Bio incentiva compostagem doméstica e foca sustentabilidade

Publicados

em

Foto: Reprodução

Transformar restos de alimentos em adubo natural é uma prática simples que pode gerar benefícios significativos para qualquer pessoa e principalmente para o meio ambiente. A compostagem permite que resíduos orgânicos, como cascas de frutas, folhas e restos de alimentos no geral, retornem ao solo como nutrientes importantes para a saúde das plantas. Essa prática, não só reduz a quantidade de lixo encaminhada aos aterros sanitários, como também contribui para estilos de vida mais sustentáveis.

O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) realiza diversas capacitações com o intuito de incentivar a prática que, além de diminuir a quantidade de descarte cotidiano, ajuda a produzir um composto orgânico rico em nutrientes que pode ser utilizado em jardins, hortas e áreas verdes. Essa alternativa melhora a fertilidade do solo e reduz a necessidade de aditivos químicos, incentivando o cultivo doméstico de plantas.

Para a engenheira agrônoma e gerente de Produção e Apoio aos Arranjos Produtivos Florestais, Laura Dias, a prática também tem um importante papel educativo dentro das residências. “Ao realizarem a compostagem, as famílias produzem menos lixo e contribuem diretamente para a preservação ambiental. É uma atividade que envolve crianças e adultos, fortalecendo a consciência ecológica e estimulando hábitos mais sustentáveis”, destacou.

Leia Também:  Atividade voltada para a escrita é destaque durante a semana de acolhimento de escola

A especialista ressalta, ainda, que pequenas ações podem gerar grandes transformações. “Quando uma pessoa resolve fazer compostagem, ela transforma resíduos em vida. Cada casca de fruta, folha ou resto de alimento que retorna à terra contribui para uma cidade mais limpa, sustentável e saudável para todos”, completa Laura Dias.

Menos impacto na natureza – Além dos benefícios para as residências, a compostagem desempenha papel estratégico na gestão ambiental de áreas protegidas. Segundo o engenheiro ambiental e gerente da Região Administrativa do Marajó, Hugo Dias, o processo ajuda a reduzir os impactos causados pelo descarte inadequado de restos orgânicos e fortalece o ciclo natural dos ambientes.

“A compostagem é uma prática fundamental para transformar resíduos orgânicos em adubo natural, reduzindo o lixo nos aterros e as emissões de gases de efeito estufa. Ela fortalece o ciclo da vida ao devolver nutrientes ao solo e promove uma agricultura mais sustentável”, explicou o gerente.

Nas unidades de conservação, os benefícios são ainda mais amplos, explica Hugo Dias. “A compostagem evita a contaminação do solo e da água, diminui custos com transporte de resíduos e gera insumos para recuperar áreas degradadas. Além disso, funciona como uma importante ferramenta de educação ambiental”, enfatiza.

Leia Também:  Cosanpa investe em novos equipamentos para melhorias no fornecimento de água na Região Metropolitana de Belém

O incentivo à reutilização dos resíduos orgânicos por meio da compostagem, tem demonstrado que aquilo que muitas vezes é considerado lixo pode se transformar em um recurso valioso. A prática tem fortalecido a preservação da biodiversidade, contribuído para o equilíbrio ecológico e reforçado a importância de atitudes sustentáveis no cotidiano de toda a sociedade.

Continue lendo

CIDADES

PARÁ

POLÍTICA

VARIEDADES

MAIS LIDAS DA SEMANA