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Polícia Federal deflagra Operação Barão para combater crimes de agiotagem, pistolagem e lavagem de dinheiro

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Recife/PE – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (9/9) a Operação Barão, segunda fase da investigação denominada Operação Curica, visando apurar as ações de um grupo criminoso comandado por um suposto empresário pernambucano do ramo de hotéis, motéis e postos de combustíveis. 

Foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão e 1 mandado de prisão preventiva, além do sequestro de bens móveis e imóveis,

A investigação, iniciada no final do ano de 2020, teve a sua primeira fase ostensiva deflagrada no último dia 9/8/2022 (Operação Curica), ocasião em que foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, 9 mandados de prisão temporária, além do sequestro de bens móveis e imóveis, nas cidades de Recife/PE, Serra Talhada/PE, Sorocaba/SP e Campo Grande/MS. 

A análise do material apreendido na primeira fase culminou com a identificação de diversos outros imóveis ligados aos principais investigados, possivelmente também utilizados como forma de dissimular o patrimônio escuso amealhado pelo grupo com as atividades criminosas, ratificando a movimentação financeira de cerca de R$ 130 milhões somente nos últimos cinco anos, sem qualquer comprovação da origem lícita dos valores. 

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No curso da investigação, também foram identificados como integrantes do esquema criminoso um militar do Exército Brasileiro e um policial federal, ambos alvos na primeira fase da operação.

Os crimes investigados são de participação em organização criminosa, usura ou agiotagem, extorsão ou pistolagem e de lavagem de dinheiro.

Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco

Fonte: Polícia Federal

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PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo

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Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.

O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.

Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.

As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.

A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.

Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.

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Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.

Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.

A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.

Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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