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Equipe do Ministério da Saúde visita carreta da saúde e obras do Novo PAC em municípios goianos do Entorno do DF

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Nesta sexta-feira (7), o diretor de Programa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Júnior, e o superintendente da pasta em Goiás, Lucas Vasconcellos, visitaram obras do Novo PAC Saúde em Cidade Ocidental e Águas Lindas de Goiás (GO). Na primeira cidade, também acompanharam os atendimentos da carreta de saúde da mulher, do programa Agora Tem Especialistas, criado pela Lei n 15.233/2025.

A unidade móvel oferece consultas e exames com foco na prevenção do câncer de mama e do colo do útero, ampliando o acesso da população aos serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS). As pacientes são encaminhadas pelas regulações locais para atendimento.

Na Cidade Ocidental, a visita contemplou obras em execução de um Centro de Parto Normal (CPN), um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e a retomada de uma obra na área da saúde.

Ao todo, o município conta com 16 empreendimentos previstos pelo programa, entre obras, equipamentos e veículos destinados ao fortalecimento da rede pública de saúde.

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Em Águas Lindas de Goiás, a agenda incluiu o acompanhamento das obras de uma maternidade, três Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), além da verificação da execução de outros empreendimentos no âmbito do Novo PAC Saúde, incluindo obras, equipamentos e a renovação da frota do SAMU 192.

“Essas visitas técnicas permitem acompanhar de perto o andamento das obras e dialogar com as equipes locais sobre as etapas de execução dos empreendimentos. Em Goiás, são projetos que vão fortalecer a rede de atenção à saúde, como maternidade, novas Unidades Básicas de Saúde e Centros de Atenção Psicossocial para acolhimento da população, entre outras obras importantes”, destacou o diretor de Programa da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Júnior.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Fórum de Doenças Negligenciadas debate participação social e políticas públicas

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O 2º Fórum de Doenças Negligenciadas reuniu, neste sábado (15) em Brasília, representantes de instituições públicas, movimentos sociais, entidades da área da saúde e pessoas afetadas por doenças infecciosas e negligenciadas. O encontro integrou a programação de pré-evento do MEDTROP 2026, congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), e discutiu a participação social na formulação e no acompanhamento de políticas públicas referentes a doenças negligenciadas ou determinadas socialmente (que afetam principalmente pessoas em maior vulnerabilidade social), como tuberculose, malária, doença de Chagas etc.

A programação abordou os espaços de participação social, a atuação de lideranças e movimentos organizados e os caminhos para transformar demandas coletivas em propostas e encaminhamentos institucionais. Com o tema “Nada sobre nós sem nós: como lideranças transformam demandas sociais em políticas públicas”, uma das mesas discutiu a participação das pessoas afetadas por doenças negligenciadas na definição de prioridades e na construção de respostas institucionais.

Durante a mesa, Draurio Barreira, coordenador-executivo do programa Brasil Saudável e diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs do Ministério da Saúde, destacou que existem ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento para diferentes doenças, mas que persistem desigualdades no acesso aos serviços e tecnologias de saúde.

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“Não adianta ter tecnologia, diagnóstico e tratamento se eles não chegam a quem precisa. Temos ferramentas para avançar na eliminação dessas doenças, mas ainda precisamos superar as desigualdades para que elas cheguem a todas as pessoas”, afirmou.

Articulação

Gustavo Homero, médico infectologista e presidente da SBMT, ressaltou a importância da aproximação entre os diferentes segmentos envolvidos na resposta aos problemas de saúde. “São nesses espaços que garantimos a participação efetiva da sociedade nas decisões que afetam a comunidade e ajudamos a melhorar a saúde pública”, pontuou.

Draurio Barreira também destacou a importância da participação social na identificação de barreiras e na construção de respostas para as doenças negligenciadas.

“Temos conhecimento, temos tecnologias e temos uma sociedade civil organizada e participativa. O desafio é fazer com que esses recursos cheguem a todas as pessoas. A participação social é fundamental para identificar as barreiras e ajudar a construir caminhos para superá-las”, concluiu.

O evento contou com representantes da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), do Ministério da Saúde, do Programa Brasil Saudável, do Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (CONASS), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Comitê Técnico Interinstitucional Uma Só Saúde, do Fórum Social Brasileiro de Enfrentamento das Doenças Infecciosas e Negligenciadas e do Movimento Nacional das Doenças Negligenciadas (MNDN).

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O Fórum antecedeu a programação principal do MEDTROP 2026, que acontece de 16 a 19 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, reunindo um público de cerca de 4000 pessoas.

João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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