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Havaí: 10 passeios na capital Honolulu e arredores
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De casais em lua de mel a turistas em busca de cenários paradisíacos – vide a primeira temporada da série The White Lotus, que tem um pouco de ambos perfis –, o Havaí tem um cardápio de paisagens naturais que tornam o conjunto de suas quatro ilhas habitadas um destino dos sonhos. Na ilha de Oahu, a mais populosa delas, a capital Honolulu tem passeios para três ou quatro dias, mas quem deseja ter uma viagem com mais tranquilidade e tempo para curtir as praias deve passar no mínimo uma semana na ilha de O’ahu, que abriga a capital.
Confira 10 lugares imperdíveis na capital havaiana e seus arredores.
1. Praia de Waikiki
Na porção sul da costa da ilha de O’ahu, Waikiki é uma das praias mais conhecidas do mundo. As águas calmas atraem tanto quem busca um dia de tranquilidade na praia quanto quem quer aprender a surfar sem o risco de tomar grandes caldos.

Um dos mais famosos surfistas do Havaí, Duke Kahanamoku, ganhou uma estátua em Waikiki para simbolizar o ponto onde ele aprendeu a usar a prancha. Na orla, ficam vários hotéis e resorts de luxo e também restaurantes. Dá para reservar um dia de passeio apenas para Waikiki.
2. Zoológico e aquário
O Zoológico de Honolulu fica a alguns minutos de caminhada da praia de Waikiki. Aberto diariamente das 10h às 15h, o zoológico cobra US$ 21 de entrada. Crianças e adultos podem se encantar ao ver espécies locais – algumas, ameaçadas de extinção e preservadas pelo programa de conservação natural do zoo.

Ainda na orla da praia, o Aquário de Waikiki é outra opção de passeio para toda a família: dá para ver focas, tartarugas e uma variedade de peixes. O ingresso custa dólares e o Aquário fica aberto das 9h às 16h30.
3. Diamond Head
Um dos cartões-postais do Havaí é a cratera Diamond Head , também chamada de Le’ahi. A estrutura rochosa foi formada pela explosão de um vulcão há cerca de 300 mil anos. Para uma vista panorâmica de Honolulu, uma trilha de menos de 2km leva até o cume de Diamond Head, com uma elevação de 171 metros.

Apesar da curta distância, a trilha leva cerca de 2 horas por conta dos trechos íngremes. Mesmo assim, não é preciso ter experiência em caminhada ou escalada para incluir o passeio no roteiro e tirar belas fotos.
4. Ala Moana Center
Para um dia de compras, o destino da viagem é o Ala Moana Center , maior shopping ao ar livre do Havaí. Fica a alguns minutos de Waikiki e reúne mais de 290 lojas, entre grifes e marcas locais. Também há opções de restaurantes e cafés.

O shopping fica aberto das 9h30 às 21h de segunda-feira a sábado, e das 10h às 19h aos domingos.
5. Hanauma Bay
Se você deseja conhecer o fundo do mar havaiano, o parque natural da baía de Hanauma é o local certo. A baía fica na parte sudeste da ilha e se formou dentro de um cone vulcânico, o que garante um mar tranquilo e faz de Hanauma o ponto ideal para mergulhos com snorkel – a praia é uma das favoritas de Barack Obama, nascido na ilha.

Visitantes podem ver diversas espécies de animais marinhos, entre peixes, corais e golfinhos. Se você for sortudo, pode ver o Humuhumunukunukuapua’a , peixe símbolo do Havaí. Custa US$ 25 para entrar no parque, que fica aberto de quarta-feira a domingo, das 6h45 às 16h. Equipamentos de mergulho podem ser alugados no local.
6. Palácio Iolani
Construído em 1882, o Palácio Iolani era a residência oficial dos monarcas do Havaí. É a única casa real em território estadunidense. É possível visitar o palácio e conhecer parte da história do Havaí por cerca de US$ 30.
É preciso reservar o tour com antecedência. Depois da queda da monarquia, o palácio foi restaurado para preservar a mobília da época da realeza.
7. Praias de North Shore
Como o próprio nome diz, a parte norte da ilha da O’ahu conta com algumas das praias mais desejadas pelos surfistas. As praias de Waimea, Hale’iwa e Ke Waena são alguns dos pontos preferidos de surfistas devido às ondas de grandes proporções que se formam na costa de novembro a fevereiro.

Para famílias, a Sunset Beach e Chun’s Reef são locais mais amigáveis para nadar.
8. Centro Cultural Polinésio
Não dá para ir ao Havaí e não participar de ao menos um luau no final da tarde. A experiência tradicional da ilha, que inclui um jantar típico e apresentações de hula, pode ser realizada em vários resorts.
Ver essa foto no InstagramUma publicação compartilhada por Polynesian Cultural Center (@polynesianculturalctr)
A dica é o Polynesian Cultural Center , que oferece pacotes para uma imersão na cultura local. Por cerca de US$ 200, é possível agendar um passeio que inclui um tour por seis vilarejos havaianos, um jantar e apresentações de dança e música.
9. Trilha ao farol de Makapu’u
Para os aventureiros, a trilha que leva até o farol de Makapu’u oferece uma vista do Oceano Pacífico e, nos meses de inverno, permite até avistar baleias nadando pela costa. A trilha é íngreme e não há sombra, melhor ir cedo.

O farol foi construído em 1909 em um penhasco de cerca de 180 metros de altura. A entrada da trilha fica a 15 minutos de carro da baía de Hanauma, um ‘combo’ perfeito
10. Pearl Harbor
Interessados em história podem querer incluir o porto de Pearl Harbor no roteiro. O ponto atacado durante a Segunda Guerra Mundial, que serviu de estopim para os Estados Unidos entrarem no conflito, fica em uma região conurbada com Honolulu.

O local se tornou um museu dedicado aos acontecimentos do ataque. Dá para caminhar pelo hangar de aviões preservado e ver os resquícios do navio USS Arizona. A visita ao Memorial Nacional de Pearl Harbor é gratuita, mas vale fazer uma reserva com antecedência para garantir a vaga no tour.
Como chegar ao Havaí?
Partindo do Brasil, é preciso fazer uma conexão nos Estados Unidos continental. O mais comum é fazer uma parada em Los Angeles, mas também há voos partindo de Nova York, Atlanta, Houston e Dallas; simule aqui.
Vale lembrar que, como é parte dos Estados Unidos, o Havaí requer o visto americano para entrada de turistas. Há aeroportos em diferentes ilhas do Havaí, mas para visitar a capital Honolulu, o destino deve ser a ilha de O’ahu.
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Fonte: Turismo
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Parque Nacional da Serra dos Órgãos: santuário de montanhas, cachoeiras e biodiversidade no estado do Rio de Janeiro
Encravado entre as imponentes montanhas da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos destinos mais atrativos do país para quem busca ecoturismo e aventura. Dividida entre os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Guapimirim e Magé, a unidade protege um total de 19.855 hectares, preservando a paisagem e a biodiversidade da Serra do Mar, no território fluminense.
Criado em 1939, trata-se do terceiro parque nacional mais antigo do Brasil, representando um marco fundamental na história das unidades de conservação ambiental nacionais. Além da relevância histórica, o destino é um dos melhores locais do território brasileiro para a prática de esportes de montanha, reunindo opções de caminhada, escalada, rapel e banhos em cachoeiras e piscinas naturais.
Para os amantes do trekking, as caminhadas de longa duração, o parque ostenta a maior rede de trilhas do Brasil, somando mais de 200 quilômetros de percursos com todos os níveis de dificuldade. As opções vão desde a trilha suspensa, acessível a cadeirantes, até a Travessia Petrópolis-Teresópolis, um clássico do ramo, com 30 km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
A unidade também é considerada a capital do montanhismo brasileiro. Entre as centenas de vias de escalada disponíveis – que atendem de iniciantes a praticantes de subida em paredões – destacam-se a Agulha do Diabo e o lendário Dedo de Deus, pico que é tido como o marco inicial da escalada no país.
Toda essa imponência rochosa é cercada por uma riqueza natural sem igual. O parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas, além de 462 espécies de aves, 100 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis. Esse refúgio de vida silvestre protege 130 animais ameaçados de extinção e diversas espécies que só existem nessa região do planeta.
Como chegar
A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é a Região Serrana do Rio de Janeiro. Partindo da capital fluminense, o acesso às sedes da unidade de Teresópolis e Guapimirim é feito principalmente pela rodovia BR-116. Já o acesso à sede de Petrópolis pode ser feito pela BR-040, seguindo em direção ao distrito de Corrêas.
Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o acesso de veículos se restringe às áreas administrativas e às portarias. A exploração dos atrativos é feita a pé ou por meio de caminhadas e escaladas orientadas, garantindo a segurança dos visitantes e a preservação do patrimônio.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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