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Brasil e Arábia Saudita firmam memorando para ampliar cooperação em recursos minerais

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O Ministério de Minas e Energia (MME) e o Ministério da Indústria e Recursos Minerais do Reino da Arábia Saudita formalizaram, nesta terça-feira (13/1), um Memorando de Entendimento (MoU) para ampliar a cooperação bilateral no campo dos recursos minerais. O acordo, assinado em Riade pelo ministro Alexandre Silveira e pelo ministro saudita Bandar Al-Khorayef, após avanço nas articulações da missão brasileira no Oriente Médio, estabelece bases para o intercâmbio de conhecimento, o estímulo a investimentos e o desenvolvimento conjunto de tecnologias aplicadas à geologia e à mineração.

O memorando tem vigência de cinco anos e prevê ações de cooperação técnica em geologia, exploração, mineração e avaliação de minérios, incluindo a troca de especialistas, a realização de programas de capacitação e a transferência de tecnologias modernas. O texto também incentiva a participação do setor privado brasileiro e saudita em oportunidades de investimento, como a aquisição de licenças de exploração e mineração, em conformidade com a legislação de cada país.

Entre as iniciativas previstas, destaca-se a possibilidade de criação de uma Aliança de Investimento em Mineração Brasil–Arábia Saudita, voltada à cooperação na exploração, no processamento e na agregação de valor a minerais estratégicos, em articulação com entidades governamentais. O acordo também contempla treinamentos para geólogos, engenheiros de minas e especialistas ambientais, com foco no uso eficiente dos recursos minerais e na mitigação de impactos ambientais.

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“O Brasil está construindo alianças estratégicas com países que compartilham uma visão de futuro baseada em desenvolvimento, inovação e transição energética. A Aliança de Investimento em Mineração Brasil–Arábia Saudita é um passo concreto nessa direção, ao unir capacidade financeira, tecnologia e potencial geológico para gerar crescimento sustentável e oportunidades para os dois povos”, reforçou o ministro Alexandre Silveira.

No campo da geologia e mineração, o entendimento reforça o interesse em projetos relacionados aos minerais da transição energética, incluindo iniciativas de processamento no Brasil, parcerias em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) e cooperação em infraestrutura logística de suporte às atividades minerárias. As tratativas também dão continuidade ao diálogo iniciado entre o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ministro da Indústria e Recursos Minerais da Arábia Saudita, Bandar Alkhorayef, sobre mecanismos financeiros e fundos de investimento para o setor, bem como sobre o fortalecimento do comércio de insumos minerais, com destaque para fertilizantes.

O acordo consolida a parceria entre o Brasil e a Arábia Saudita e amplia o horizonte de cooperação bilateral em áreas estratégicas para o desenvolvimento sustentável, a segurança mineral e a transição energética.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Potência e consumo de energia: o que são e como impactam na conta de luz

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Um chuveiro elétrico costuma ter potência maior do que uma televisão, mas isso não significa que ele será o principal responsável pelo consumo de energia na residência. A diferença entre potência e consumo está justamente no tempo de utilização dos equipamentos. Esse é um fator fundamental para entender como a eletricidade é utilizada no dia a dia e como ela influencia no cálculo final do valor cobrado na conta de energia elétrica.

A potência elétrica indica a capacidade de um equipamento utilizar energia em determinado instante e é medida em watts (W). De forma geral, aparelhos que demandam maior quantidade de energia para funcionar, como chuveiros elétricos e ar-condicionado, apresentam uma potência maior do que lâmpadas ou televisão, por exemplo.

Já o consumo de energia considera não apenas a potência do equipamento, mas também o tempo em que ele permanece em funcionamento. Por isso, a unidade utilizada na conta de energia é o quilowatt-hora (kWh), que representa a quantidade de energia consumida ao longo de um determinado período.

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Na prática, um equipamento de alta potência utilizado por poucos minutos pode consumir menos energia do que um aparelho de menor potência ligado durante várias horas. Dessa forma, o consumo de energia resulta da combinação entre a potência dos equipamentos e o tempo de utilização de cada um deles.

Por isso, entender a diferença entre potência e consumo de energia é um passo importante para o uso consciente da eletricidade. Ao conhecer como os equipamentos influenciam o consumo, os consumidores podem tomar decisões mais eficientes no dia a dia e contribuir para o uso racional dos recursos energéticos.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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