Educação
PODMEC: terceiro episódio do videocast aborda Pé-de-Meia
Educação
O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta sexta-feira, 3 de julho, o terceiro episódio do videocast PODMEC, com o tema “Pé-de-Meia: como funciona a poupança que está mudando a vida dos estudantes?”. O projeto é produzido pela pasta na modalidade videocast, com o objetivo de levar informações sobre educação de forma clara, acessível e direta à população. O novo episódio discute a relevância do programa Pé-de-Meia, conhecido como a poupança do ensino médio, que vem ampliando as oportunidades educacionais de estudantes em todo o país e contribuindo para a redução da evasão escolar no ensino médio do Brasil.
O episódio debate o fato de que sair da escola antes de terminar os estudos por falta de condições financeiras ainda é uma realidade para muitos estudantes brasileiros. O medo de não conseguir se manter até o fim do ensino médio gera insegurança que, somada a outras causas, impedem os jovens de acreditar num futuro com mais oportunidades.
Nesta edição, a apresentadora Jacira Doce recebe a secretária da Secretaria de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, além de convidadas especiais, para explicar como o programa Pé-de-Meia está transformando a permanência escolar no Brasil.
O videocast informa como funciona a poupança para estudantes do ensino médio público, quais são os valores de cada incentivo e como o dinheiro é liberado sem burocracia, direto na conta do estudante. Além de esclarecer as dúvidas mais comuns dos estudantes, no quadro “Pode isso MEC?”, o episódio traz dados que mostram o alcance do programa: mais de 7,2 milhões de estudantes beneficiados e uma queda expressiva na evasão escolar do ensino médio.
O programa explica como o Pé-de-Meia estimula a autonomia financeira dos jovens, prepara o caminho para o Enem e para o ensino superior e garante a permanência dos jovens na escola. Além disso, apresenta o relato real de uma aluna que já planeja o próprio futuro graças ao benefício.
O PODMEC combina linguagem simples, conversa qualificada e distribuição multiplataforma para explicar serviços, programas e oportunidades. A iniciativa busca democratizar o acesso à informação, esclarecer dúvidas frequentes e fortalecer a comunicação pública por meio de uma abordagem mais próxima do cotidiano das pessoas, com linguagem adaptada a diferentes públicos e foco especial em estudantes do ensino médio, jovens em transição para o ensino superior, famílias, professores e comunidade educacional.
O videocast nasceu com a proposta de aproximar o MEC dos estudantes, professores, famílias e demais cidadãos interessados em políticas públicas educacionais. A produção é distribuída em plataformas como YouTube, Spotify e redes sociais do MEC, com episódios completos, cortes em vídeo, conteúdos de bastidores, chamadas para redes sociais e materiais complementares.
Episódios – Nos primeiros episódios, o PODMEC teve como foco o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O episódio de estreia contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e orientou estudantes sobre o período de inscrições, novidades do edital, organização da rotina de estudos, saúde física e mental durante a preparação e principais dúvidas sobre o exame.
Além do ministro, o primeiro episódio contou com a coapresentação de Jacira Doce e a participação de educadores e criadores de conteúdo ligados à preparação estudantil: Gis Bezerra, João Pedrosa, Professor Noslen e Simone Porfíria. A gravação foi realizada em formato presencial, no estúdio do YouTube, em Brasília.
O segundo episódio foi sobre o tema “Enem muda vidas”. A produção ampliou a conversa para mostrar de que modo o exame se consolidou como política pública de acesso ao ensino superior. A edição aborda histórias de superação, primeira geração na universidade, desafios financeiros e familiares, além das oportunidades abertas por instrumentos como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Participaram do segundo episódio Paulo Jubilut, Cíntia Santos, Sandro Curió e Kelly Baptista, em uma conversa sobre educação como ferramenta de transformação social. A proposta é inspirar estudantes e mostrar que o Enem é mais do que uma prova: é uma porta de entrada para novos projetos de vida.
Após os episódios iniciais sobre o Enem, o videocast abordará outros temas e serviços do Ministério da Educação, como educação profissional e tecnológica (EPT), formação de professores, educação de jovens e adultos (EJA), permanência estudantil, Sisu, Fies, Prouni e MEC Livros.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Prouni: inscrições para o 2º semestre começam em 7 de julho
O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta quarta-feira, 1º de julho, o Edital nº 51/2026, referente ao processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni), que ocorrerá no segundo semestre de 2026. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, no período de 7 a 10 de julho.
Para se inscrever, é necessário que o estudante tenha completado o ensino médio; participado das edições de 2024 ou de 2025 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a redação do Enem.
O edital veda a inscrição para quem declarou ter participado do Enem na condição de treineiro, ou seja, quem participou do exame visando a autoavaliação antes mesmo de concluir o ensino médio. Para fins de classificação e eventual pré-seleção no processo seletivo, será utilizada a edição do Enem em que o estudante obteve a melhor média.
Os candidatos precisam atender a pelo menos uma das seguintes condições:
- Ter feito o ensino médio integralmente em escola da rede pública;
- Ter feito o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
- Ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
- Ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição;
- Ter feito o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;
- Ser uma pessoa com deficiência como previsto na legislação;
- Ser professor da rede pública de ensino, exclusivamente para concorrer aos cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica. Nesse último caso, não é aplicado o limite de renda exigido aos demais candidatos.
O candidato deverá optar por concorrer às bolsas destinadas à ampla concorrência ou àquelas destinadas à implementação de políticas afirmativas referentes às pessoas com deficiência e autodeclaradas indígenas, pardas ou pretas.
Além disso, é necessário que todos os inscritos se atentem aos critérios de renda exigidos para a obtenção da bolsa. Para as bolsas integrais, que cobrem 100% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa é de até 1,5 salário mínimo. Já para bolsas parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa é de até três salários mínimos. Os limites de renda não se aplicam aos professores da rede pública de educação básica, desde que concorram às bolsas ofertadas para cursos de licenciatura e pedagogia.
Classificação – A classificação observará a modalidade de concorrência escolhida na inscrição pelo candidato, por curso, turno, local de oferta e instituição. Dentro de cada modalidade, deverá ser obedecida a ordem decrescente das notas e priorizada a seguinte ordem:
- Professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica, se for o caso e se houver inscritos nesta situação;
- Estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública;
- Estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
- Estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;
- Estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
- Estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista.
Resultado – O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de julho na página do Prouni. Já a segunda chamada sairá no dia 5 de agosto. Depois disso, os selecionados na primeira chamada precisam comprovar as informações de 15 a 24 de julho. Já os da segunda chamada deverão confirmar entre os dias 5 e 14 de agosto.
Lista de espera – Para participar da lista de espera do Prouni, o candidato deverá manifestar seu interesse por meio do Portal Acesso Único nos dias 26 e 27 de agosto de 2026. A lista estará disponível na página do Prouni, também no Portal Acesso Único, no dia 1º de setembro, para consulta pelas instituições de ensino superior e pelos candidatos.
Confira o cronograma completo do Prouni 2026/2:
- Inscrições: 7 a 10 de julho
- Resultado 1ª chamada: 15 de julho
- Resultado 2ª chamada: 5 de agosto
- Lista de espera: 26 e 27 de agosto
- Resultado Lista de Espera: 1º de setembro
Prouni – Criado em 2004 pela Lei nº 11.096/2005, o Programa Universidade Para Todos oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições de educação superior privadas e tem como público-alvo o estudante sem diploma de curso superior. Os processos seletivos do Prouni ocorrem duas vezes ao ano, com oportunidades para ingresso no primeiro e no segundo semestre letivos.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
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