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TRAGÉDIA FAMILIAR

Guarda de Nazaré é morto a facadas pelo próprio filho dentro de casa em Ananindeua

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Uma tragédia familiar marcou a noite deste sábado (27) no bairro do Icui-Guajará, em Ananindeua. O guarda de Nossa Senhora de Nazaré José Guilherme Correa da Silva, de 58 anos, foi morto a facadas dentro da própria residência. O principal suspeito do crime é o próprio filho, Jones Leonardo Moura da Silva, de 39 anos, preso em flagrante pela Polícia Militar.

De acordo com informações repassadas por testemunhas à polícia, o crime ocorreu por volta das 22h30, em uma residência localizada na passagem das Flores. Segundo os relatos, Jones Leonardo teria trancado os pais dentro da casa e anunciado que mataria os dois.

Ao perceber a gravidade da situação, a mãe do suspeito tentou convencê-lo a desistir da ação, mas foi ameaçada de morte. Em um momento de distração do filho, ela conseguiu abrir a porta da residência e pedir ajuda ao outro filho, que havia acabado de sair de casa. Quando ele retornou ao imóvel, porém, o pai já havia sido atingido por diversos golpes de faca e morreu antes da chegada do socorro.

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Crime premeditado e histórico familiar

Ainda conforme a apuração inicial, José Guilherme foi ferido com cerca de dez facadas. A Polícia Civil também investiga a possibilidade de o crime ter sido premeditado, já que, segundo familiares, o suspeito havia adquirido facas e outros objetos cortantes pela internet antes do homicídio.

Familiares prestaram depoimento à equipe da Divisão de Homicídios e relataram mudanças no comportamento de Jones Leonardo nos últimos anos. Segundo eles, o homem deixou de trabalhar há cerca de cinco anos, passou a viver de forma reclusa e dedicava grande parte do tempo assistindo a programas religiosos.

Os parentes afirmaram ainda que a relação entre pai e filho se deteriorou após José Guilherme passar a integrar a Guarda de Nossa Senhora de Nazaré. Discussões frequentes e cobranças consideradas comuns no ambiente familiar teriam aumentado os conflitos dentro de casa.

Suspeita de transtorno mental e investigação

Uma das irmãs do suspeito relatou aos investigadores que ele apresentava sinais compatíveis com um transtorno mental e que a família tentava convencê-lo a buscar atendimento médico, mas ele recusava qualquer tipo de tratamento. A informação será apurada durante a investigação e não representa um diagnóstico médico.

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Após o crime, Jones Leonardo foi contido pelo irmão, com a ajuda de vizinhos, até a chegada da Polícia Militar. Em seguida, ele foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. O caso é investigado pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil, que busca esclarecer a motivação do assassinato.

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Irmãs e homem são presos suspeitos de tráfico de drogas no Marajó

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Foto: Divulgação

Duas mulheres e um homem foram presos na madrugada desta segunda-feira (29) pela Polícia Militar, em Gurupá, no Arquipélago do Marajó, acusados de envolvimento com o tráfico de drogas. O suspeito teria afirmado aos agentes de segurança que fazia entregas de entorpecentes para as suspeitas, que são irmãs.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento nas proximidades de um estabelecimento conhecido como Bar do Jerry, quando percebeu uma movimentação considerada típica do comércio de drogas, favorecida pelo grande fluxo de pessoas no local.

Ao se aproximarem, os policiais observaram um homem fugindo. Durante a ação, uma das mulheres teria tentado esconder um invólucro com drogas dentro da roupa enquanto tentava deixar o local.

Além das duas irmãs, os militares abordaram um homem que havia acabado de adquirir uma porção de substância semelhante à maconha. Segundo a PM, ele confessou que trabalhava como mototaxista e realizava o transporte e a entrega de entorpecentes para as suspeitas.

Ainda conforme a ocorrência, uma das mulheres resistiu à abordagem e questionou a revista pessoal por não haver policial feminina na equipe. Diante da situação, os militares solicitaram a presença de uma mulher que atuava na segurança do evento para acompanhar o procedimento como testemunha.

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Na presença da testemunha, a suspeita retirou voluntariamente do interior da roupa diversos papelotes de oxi e os entregou aos policiais.

Os três suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, onde permaneceram à disposição da Justiça.

Durante a ação, a Polícia Militar apreendeu 11 porções embaladas oxi, um invólucro contendo várias pedras da mesma droga ainda não fracionadas, três aparelhos celulares e uma motocicleta, que também foi apresentada na delegacia.

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