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DANÇA REGGAE

Aulões de Dança Reggae de Salão movimentam Belém e o Marajó com ações dos Pontos de Cultura do Pará

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Foto: Divulgação

O Ponto de Cultura Projeto de Dança Reggae de Salão inicia uma nova fase de suas atividades com a realização de aulões de Dança Reggae de Salão, fortalecendo a difusão do reggae como expressão cultural, educativa e identitária no Pará. As ações acontecem em Belém e no arquipélago do Marajó, ampliando o acesso da população às práticas culturais ligadas à tradição afro-amazônica.

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Em Belém, os aulões de dança Reggae de Salão serão realizados no próximo sábado no Jimmy Bar, localizado na Rodovia do Tapanã, próximo à rotatória Bruno Sesh, espaço que vem se consolidando como ponto de encontro da cena cultural reggae da capital. Já no interior do estado, o projeto chega ao município de Portel, no Marajó, com uma edição especial no Malibu Bar, situado na orla da cidade, promovendo intercâmbio cultural e descentralização das ações.

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As atividades integram a proposta pedagógica do projeto, que utiliza a dança reggae de salão como instrumento de inclusão social, valorização da memória cultural e formação artística, aproximando diferentes gerações e territórios por meio da cultura popular.

Reconhecimento pelo Ministério da Cultura fortalece a Cultura Viva no Pará

Os pontos Projeto de Dança Reggae de Salão e a Agência VP foram oficialmente reconhecidos pelo Ministério da Cultura como Pontos de Cultura, dentro da Política Nacional de Cultura Viva. O reconhecimento reafirma a relevância das iniciativas comunitárias que atuam de forma contínua na promoção da cultura, da cidadania e da diversidade cultural.

A Agência VP desenvolve, desde 2002, um trabalho cultural consistente de comunicação de base comunitária, com foco na divulgação de artistas, eventos e manifestações afro-brasileiras. Sua trajetória teve início nas extintas rádios comunitárias da Região Metropolitana de Belém, desempenhando papel fundamental na democratização da informação, no fortalecimento da cultura Reggae e na valorização das expressões culturais das periferias.

Já o Projeto de Dança Reggae de Salão realiza oficinas desde 2023 em espaços e instituições culturais do município de Belém e em diversas regiões do estado, consolidando-se como uma ação permanente de formação cultural, educação popular, proteção e preservação do Reggae como patrimônio cultural imaterial da cidade.

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Pontos de Cultura participam da Teia Pará 2026

Os dois Pontos de Cultura também marcaram presença na Teia Pará 2026, realizada no Parque da Cidade, em Belém. O encontro reuniu Pontos de Cultura de todo o estado em um espaço de articulação, escuta e construção coletiva, em preparação para a Teia Nacional, que acontecerá no Espírito Santo.

Durante a Teia Pará, foram debatidos temas centrais da Política Nacional de Cultura Viva, como cultura viva, cidadania climática e mobilização social, reforçando o papel dos Pontos de Cultura como agentes estratégicos no desenvolvimento social, ambiental e cultural dos territórios paraenses.

 

SERVIÇO

Aulões de Dança Reggae de Salão

Belém (PA)
Local: Jimmy Bar
Endereço: Rodovia do Tapanã, próximo à rotatória Bruno Sesh
Quando: Sábado, 24 de janeiro, início 20h
Atividade: Aulão de Dança Reggae de Salão

Portel (Marajó – PA)
Local: Malibu Bar
Quando: Sábado, 24 de janeiro, início 16h
Atividade: Aulão de Dança Reggae de Salão
Endereço: Orla da cidade de Portel
Atividade: Aulão de Dança Reggae de Salão

Inscrições: (91) 98471-2738/98421-6010

Realização:
Ponto de Cultura Projeto de Dança Reggae de Salão: Projeto Dança Reggae de Salão – Cultura Viva e Ponto de Cultura Agência VP: PONTO DE CULTURA AGÊNCIA VP – Cultura Viva

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Adepará mostra avanços em defesa agropecuária

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A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) participa da 9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA 2026), realizada, em Cuiabá (MT), apresentando uma das maiores delegações do evento e as experiências desenvolvidas por seus servidores em diferentes áreas da defesa agropecuária.

A delegação paraense é coordenada pela diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, que acompanha as atividades técnicas e institucionais desenvolvidas durante a conferência.

Segundo a diretora, a expressiva participação da Agência demonstra a capacidade técnica dos servidores paraenses e o protagonismo do Estado nas discussões nacionais sobre defesa agropecuária.

“Temos uma delegação formada por profissionais que atuam diretamente no território e que transformam os desafios encontrados no campo em soluções técnicas, pesquisas aplicadas e inovação para o serviço público. Os trabalhos aprovados demonstram a qualidade da atuação da Adepará e a relevância da defesa agropecuária para o desenvolvimento sustentável do Pará”, destacou Lucionila Pimentel.

Entre os destaques da programação, está a participação da fiscal estadual agropecuária, gerente de Inspeção e Classificação Vegetal da Adepará, Joselena Tavares. Ela ministrou palestra durante o Encontro Nacional de Inspeção Vegetal (ENIVE) sobre o tema “Marco Legal para Implementação do Serviço de Inspeção Vegetal”.

A apresentação abordou a experiência do Estado do Pará na implementação das políticas públicas de inspeção de produtos de origem vegetal, com destaque para a regularização de agroindústrias familiares, a valorização dos produtos da sociobiodiversidade amazônica, a ampliação do acesso a mercados formais e o fortalecimento da governança sanitária.Foto: Divulgação

“Participar do ENIVE representou uma oportunidade de demonstrar como a implementação efetiva das políticas públicas de inspeção vegetal pode transformar realidades produtivas, promovendo segurança alimentar, agregação de valor aos produtos regionais e inclusão produtiva. A experiência do Pará evidencia que a atuação integrada entre orientação técnica, educação sanitária, fiscalização e desenvolvimento territorial é fundamental para fortalecer a governança sanitária e ampliar as oportunidades para agricultores familiares e agroindústrias de pequeno porte. Compartilhar esses resultados em um evento nacional também permite valorizar o trabalho desenvolvido pelos fiscais agropecuários, que atuam diariamente na construção de uma defesa agropecuária moderna, eficiente e conectada às necessidades da sociedade”, destacou Joselena Tavares.

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A gerente de Defesa Animal em exercício da Agência de Defesa Agropecuária, Luise Ratis, também representou a Agência na programação técnica da conferência. Em sua apresentação, abordou a importância do Laboratório de Triagem como estrutura estratégica para garantir a padronização, a qualidade e a rastreabilidade das amostras encaminhadas aos laboratórios federais.

O trabalho destacou o papel fundamental do laboratório na organização e qualificação do fluxo de recebimento, conferência e encaminhamento das amostras, assegurando maior confiabilidade ao processo de diagnóstico. A apresentação evidenciou ainda a relevância dessa etapa para fortalecer as ações de vigilância, diagnóstico e resposta sanitária, contribuindo para a detecção precoce, o monitoramento e o controle de enfermidades de interesse agropecuário, com impactos diretos na proteção da sanidade dos rebanhos e no fortalecimento da pecuária brasileira.

Nesta quinta-feira (18), a Adepará apresentará 19 trabalhos científicos aprovados pela comissão organizadora da conferência. Os estudos refletem experiências desenvolvidas pelos fiscais estaduais agropecuários e demais servidores da Agência em suas atividades de campo e abrangem temas estratégicos para a defesa agropecuária brasileira.

Os trabalhos abordam assuntos como rastreabilidade vegetal e bovina, certificação fitossanitária, vigilância epidemiológica, fiscalização de agrotóxicos, educação sanitária, inspeção artesanal, monitoramento de pragas quarentenárias, vigilância fitossanitária da mandioca e do cacau, governança sanitária, agroindústrias familiares e desafios da fiscalização agropecuária em regiões de difícil acesso, como o arquipélago do Marajó.

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Entre os estudos que serão apresentados, destacam-se os trabalhos “A Guia de Trânsito Vegetal como Instrumento de Rastreabilidade na Ilha do Marajó”, “Rastreabilidade como Instrumento de Governança na Cadeia da Palma de Óleo no Estado do Pará”, “Selo de Inspeção Artesanal Vegetal como Instrumento de Governança Sanitária e Inclusão Produtiva na Sociobioeconomia Amazônica”, “Os Desafios da Fiscalização Agropecuária Fluvial: o Caso do PFA no Marajó Ocidental”, além de pesquisas relacionadas à certificação fitossanitária dos polos citrícolas paraenses, vigilância fitossanitária para proteção da cacauicultura, contenção da vassoura-de-bruxa da mandioca, fiscalização de agrotóxicos, educação sanitária e aplicação de tecnologias eletrônicas e RFID na rastreabilidade bovina.

Outro destaque da programação será a apresentação do SIDIV Mosca-da-Carambola, ferramenta tecnológica desenvolvida por servidores da Agência de Defesa Agropecuária para o registro, acompanhamento e monitoramento das armadilhas utilizadas no Programa de Controle da Mosca-da-Carambola. O sistema representa uma inovação desenvolvida no âmbito da própria Agência e contribui para a modernização da vigilância fitossanitária, proporcionando maior agilidade na coleta de dados, rastreabilidade das informações e eficiência nas ações de monitoramento dessa importante praga quarentenária.

A participação da Adepará na CNDA 2026 evidencia o compromisso institucional com a inovação, a produção de conhecimento técnico-científico e o fortalecimento permanente da defesa agropecuária, levando ao cenário nacional experiências construídas pelos servidores que atuam diariamente na proteção da agropecuária paraense.

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