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Paulo Bengtson participa da Fencoop 2026 e destaca força do cooperativismo em Belém

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Foto: Divulgação

Paulo Bengtson, ex-titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), participou entre os dias 23 e 24 de abril da Feira de Negócios do Cooperativismo (Fencoop 2026), realizada em Belém. O evento segue até o dia 25, com ações voltadas ao fortalecimento do cooperativismo e à promoção do desenvolvimento sustentável no estado.

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Promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Pará (Sescoop/PA), com apoio do Sistema OCB/PA e do Governo do Estado, a feira acontece no Estação das Docas, reunindo programação cultural, gastronômica e oportunidades de negócios.

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Durante a participação, Bengtson destacou a importância do cooperativismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e social. Segundo ele, a união de pessoas em torno de objetivos comuns fortalece comunidades, gera oportunidades e contribui para a transformação de realidades, especialmente em regiões que necessitam de maior inclusão produtiva.

A abertura oficial contou com a presença de autoridades, entre elas o titular da Sedeme, Mauro Bastos; a conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Lourdes Lima; o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol; o deputado estadual Fábio Freitas; e o presidente da Associação Comercial do Pará (ACP), Isan Anijar.

Na ocasião, Mauro Bastos ressaltou o compromisso do Governo do Pará com o desenvolvimento econômico sustentável e o fortalecimento do cooperativismo. Ele destacou ações voltadas à verticalização das cadeias produtivas e à ampliação da competitividade do mercado regional, além da criação da Diretoria de Cooperativismo na Sedeme.

O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, enfatizou o papel estratégico do setor, classificando o cooperativismo como uma das principais forças de desenvolvimento econômico e social no estado.

A Fencoop reúne mais de 100 cooperativas de diversas regiões do Pará, com exposição de produtos e serviços de segmentos como agropecuária, crédito, saúde, transporte, consumo e infraestrutura. O evento funciona como vitrine para novos negócios, troca de experiências e ampliação de parcerias.

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Entre os participantes está a Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais do Uraim (Cooperuraim), de Paragominas, que destaca a feira como uma oportunidade de fortalecimento institucional e geração de novos negócios.

A Sedeme participa com um estande institucional coordenado pela Diretoria de Cooperativismo, apresentando projetos e oportunidades voltadas ao setor. A programação inclui ainda visitas guiadas e a 2ª Reunião do Conselho de Cooperativismo, realizada no Teatro Maria Sylvia Nunes.

Durante a abertura, também foi concedido o selo Amazônia Mulher a seis representantes de cooperativas, em iniciativa da Sedeme em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). A certificação valoriza o protagonismo feminino e incentiva iniciativas ligadas à bioeconomia e ao desenvolvimento sustentável.

De acordo com dados do Sistema OCB/PA, o Pará possui mais de 194 cooperativas ativas, responsáveis por cerca de 4 mil empregos diretos. O setor representa mais de 11% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual e impacta diretamente mais de 1,4 milhão de pessoas em todas as regiões de integração.

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Justiça Federal autoriza retomada do abate experimental de búfalos invasores na Amazônia

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A Justiça Federal autorizou a retomada do abate experimental de búfalos invasores em áreas protegidas de Rondônia, ação conduzida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A atividade foi suspensa em março, poucos dias após seu início, por decisão judicial que atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF).

O projeto piloto do ICMBio prevê a eliminação de cerca de 10% dos 5 mil búfalos invasores no Vale do Guaporé. O objetivo é testar os métodos mais eficientes e seguros de abate e avaliar os possíveis impactos ambientais, servindo de base para que o órgão possa elaborar o plano de erradicação.

No entanto, assim que o projeto foi iniciado, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma petição alegando que o abate foi iniciado sem apresentação de um plano de controle e que povos indígenas e comunidades quilombolas que são impactadas pelo manejo dos búfalos não foram consultados sobre a ação.

Na decisão que suspendeu o abate, o juiz federal Frank Eugênio Zakalhuk apontou que uma determinação anterior permitia ao ICMBio apenas elaborar o plano de controle da espécie, sem autorizar a execução da eliminação dos animais naquele momento.

No entanto, ao reavaliar o caso, o magistrado considerou os argumentos do ICMBio e concluiu que o projeto piloto tem caráter científico, sendo essencial para responder questões técnicas que vão subsidiar a elaboração de um plano de erradicação consistente.

Também ficou comprovado que o povo indígena Tupari, que é diretamente impactado tanto pela presença dos búfalos quanto pelas atividades de pesquisa, foi consultado previamente e manifestou apoio às ações. Já em relação às demais comunidades tradicionais da região, o entendimento foi de que, neste estágio inicial do estudo, não há impacto direto sobre seus territórios.

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Outro fator decisivo foi o relato de aproximação de búfalos a áreas habitadas por indígenas, o que, segundo o juiz, representa risco concreto à vida e à integridade física, especialmente de crianças e idosos.

Condições estabelecidas

O ICMBio terá que apresentar a cada três meses um relatório com as atividades realizadas no Projeto Piloto, como a quantidade de búfalos abatidos e o resultado das análises feitas pelos pesquisadores. O instituto também deve comunicar formalmente comunidades tradicionais que possam ser impactadas.

A Funai tem 90 dias para auxiliar comunidades indígenas e quilombolas da região a elaborar e formalizar Protocolos de Consulta Prévia, Livre e Informada, caso ainda não os possuam. Além disso, a fundação precisa apresentar uma manifestação conclusiva sobre a situação territorial das comunidades indígenas afetadas, os impactos das operações de manejo sobre seus direitos e a necessidade de realização de consulta prévia.

Por que os búfalos estão sendo abatidos?

Como não são nativos do Brasil, os búfalos não possuem predadores naturais. Soltos e se reproduzindo sem controle, eles provocam graves impactos ambientais, como a extinção de espécies da fauna e da flora nativas e alteração no curso dos campos naturalmente alagados, que fazem parte da biodiversidade local.

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De acordo com o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido, o abate é, no momento, a única alternativa viável para resolver a questão. Como a região é isolada e de difícil acesso, não existe logística possível para retirar os animais vivos ou mortos. Além disso, como se desenvolveram sem controle sanitário, a carne não pode ser aproveitada.

Atualmente, os animais vivem entre a Reserva Biológica (Rebio) Guaporé, a Reserva Extrativista (Resex) Pedras Negras e a Reserva de Fauna (Refau) Pau D’Óleo, no oeste de Rondônia, uma região de encontro entre três biomas: a Floresta Amazônica, o Pantanal e o Cerrado.

Búfalos selvagens em Rondônia — Foto: Arte g1

Búfalos selvagens em Rondônia — Foto: Arte g1

As reservas biológicas são a categoria de proteção ambiental mais restritiva em Rondônia. As únicas atividades permitidas nessas áreas são a educação ambiental e pesquisas científicas. No entanto, algumas famílias ainda vivem nesses locais, pois já residiam ali antes da criação das unidades de conservação.

“É um ambiente único, com várias espécies endêmicas [nativas] e a presença do búfalo vai levar à extinção de várias delas. Algumas espécies que a gente só tem registros aqui, sejam elas residentes ou migratórias”, explica o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido.

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