Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

AÇÃO

Adepará realiza Dia ‘D’ da Defesa Sanitária Vegetal do Açaí em municípios paraenses

Publicados

HOME

A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) promoveu, nesta sexta-feira (29), o Dia “D” da Defesa Sanitária Vegetal do Açaí em diversos municípios paraenses. A ação mobilizou equipes técnicas em atividades de educação sanitária voltadas a produtores, batedores artesanais, distribuidores e transportadores do fruto.

A iniciativa faz parte do Plano Integrado de Defesa Sanitária Vegetal da Cadeia Produtiva do Açaí, desenvolvido em parceria com diferentes órgãos públicos como o MPPA e a SESPA para fortalecer a rastreabilidade, a segurança alimentar e a qualidade do produto consumido no estado.

Entre os principais temas abordados durante as ações estiveram as boas práticas de processamento do açaí e a importância da Guia de Trânsito Vegetal (GTV), documento que permite identificar a origem e o destino do fruto ao longo da cadeia produtiva.

Mobilização  

Em Conceição do Araguaia, equipes da Adepará realizaram abordagens educativas com caminhoneiros para orientar sobre a necessidade da rastreabilidade do açaí. Também foram distribuídos panfletos informativos sobre a emissão da GTV.

Além do transporte, as ações alcançaram batedores artesanais e distribuidores do fruto, destacando a importância do controle sanitário em todas as etapas da produção e comercialização.

Equipes saindo para as ações
Equipes saindo para as ações
Foto: Divulgação

A rastreabilidade é considerada uma das principais ferramentas para garantir mais segurança ao consumidor e prevenir casos de contaminação, incluindo a transmissão da doença de Chagas por alimentos processados sem os cuidados adequados.

Leia Também:  Dona de casa vítima de escalpelamento ganha peruca em ação da Marinha em Melgaço, no Marajó

Segundo a gerente de inspeção vegetal da Adepará, Joselena Tavares, o controle da origem do fruto é fundamental para organizar a cadeia produtiva do açaí no Pará. “Nós precisamos entender a gravidade de consumir um produto que não é transportado nem processado de forma correta. É urgente implantar a rastreabilidade e exigir a GTV para saber a origem do produto, identificar a rota e cadastrar esse produtor. Temos unido esforços desde 2020 para fortalecer esse trabalho”, destacou.

Ações em diferentes regiões 

Com os batedores de açaí em Curralinho
Com os batedores de açaí em Curralinho
Foto: Divulgação

No município de Curralinho, no arquipélago do Marajó, a programação incluiu rodas de conversa com instituições locais e orientações direcionadas a batedeiras artesanais.

Em Barcarena, produtores e batedores participaram de ações educativas sobre boas práticas no manuseio do açaí e a obrigatoriedade da Guia de Trânsito Vegetal. O município integra a regional de Abaetetuba, que abrange outras cidades como Oeiras do Pará, Mocajuba e Concórdia do Pará.

Já em Abaetetuba, equipes da Adepará participaram da Semana do Microempreendedor Individual (MEI), promovida pelo Sebrae, onde reforçaram a importância do Selo Artesanal Vegetal para a formalização da atividade.

Ações no Sebrae de Abaetetuba
Ações no Sebrae de Abaetetuba
Foto: Divulgação

No município de Novo Progresso, técnicos do escritório local da Adepará, localizado no km 1000 da BR-163, orientaram agricultores sobre regularização e controle sanitário da produção.

Leia Também:  Festival Internacional de Chocolate premia os melhores no concurso de amêndoas do cacau

As ações também chegaram ao Baixo Amazonas. Em Juruti, as equipes iniciaram as atividades ainda nas primeiras horas do dia em portos, feiras e escolas públicas do município.

Fortalecimento da cadeia produtiva 

De acordo com a Adepará, a cadeia produtiva do açaí envolve diversos atores e etapas, desde a coleta do fruto até o transporte, processamento e comercialização. Por isso, o fortalecimento do setor depende da atuação integrada entre órgãos de agricultura, saúde pública, defesa sanitária e segurança pública.

A agência também integra o grupo de trabalho criado pelo Núcleo de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Pará (MPPA), que reúne diferentes instituições em ações voltadas à organização da cadeia produtiva e à prevenção da doença de Chagas.

Escolas da Regional de Abaetetuba recebram as ações da Adepará
Escolas da Regional de Abaetetuba recebram as ações da Adepará
Foto: Divulgação

Segundo a Adepará, as ações conjuntas já alcançaram cerca de 20 municípios paraenses. “O órgão já atua na fiscalização, orientação e cadastro dessa cadeia produtiva e agora também está integrado às ações de saúde pública”, reforçou Joselena Tavares.

Com a ampliação das ações para todas as regionais da agência, o objetivo é aumentar a confiabilidade do produto consumido diariamente pela população e fortalecer o Pará como líder nacional na produção de açaí.

Propaganda

HOME

Festival Psica lança calendário de 2026 com programação inédita no Marajó

Publicados

em

Foto: Divulgação

O Festival Psica lança, nesta sexta, 29, o calendário de 2026 com projetos inéditos: além da programação tradicional em Belém, em dezembro, a nova aposta da temporada é o Festival Psica no Verão Amazônico, que ocorre pela primeira vez nos dias 17 e 18 de julho, na vila de Joanes, no Marajó.

Para viver o Psica, pessoas de vários lugares do Brasil começam a organizar viagem e hospedagem meses do festival acontecer. Em 2025, o Festival teve a maior edição de sua história, reunindo 110 mil pessoas durante três dias de programação. Estima-se que quase metade do público veio de fora de Belém.

“A gente percebe que muita gente já espera esse calendário para começar a organizar viagem, hospedagem e toda a experiência de viver o Psica na Amazônia. O festival cresceu muito nos últimos anos e passou a movimentar pessoas de vários lugares do Brasil”, afirma Jeft Dias, diretor do festival. “Lançar esse calendário também é uma forma de convidar o público a atravessar o ano inteiro com a gente”.

Programação Psica 2026

Na próxima terça, 2 de junho, abrem as vendas do “Confia”, lote promocional de ingressos do Festival Psica 2026, que ocorrerá nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, em Belém.

Já no dia 8 de junho, será lançado oficialmente o Psica no Verão Amazônico, que acontecerá no Marajó em julho. O line-up dessa programação será anunciado uma semana depois, em 15 de junho. A partir do dia 23 do mesmo mês, começam os anúncios dos artistas confirmados no line-up do Festival.

Leia Também:  Estado investe em equipamentos de saúde para cidades do Marajó

O calendário ainda inclui o Psica de Nazaré, programação realizada durante o Círio de Nazaré, nos dias 10 e 11 de outubro. Este ano, o evento será celebrado na Casa Dourada, sede do Instituto Psica, na Cidade Velha, em Belém. O Psica da Naza narra a maior procissão católica do mundo a partir das vozes periféricas, negras, indígenas, ribeirinhas e LGBTQIA+ da Amazônia, com transmissões ao vivo, pocket shows, rodas de conversa e ações de acolhimento ao público.

Também retorna ao calendário o Motins, encontro pan-amazônico de música e cultura periférica que reúne artistas, produtores e agentes culturais da Amazônia. A edição deste ano ocorre em setembro.

“O Psica tem o objetivo de crescer no nosso território e ajudar a fortalecer a cultura e os artistas do estado e da Amazônia. O próximo passo é começar a levar para outros estados e outros países tudo que se produz de cultura aqui”, diz Gerson Dias, diretor.

Psica no Verão Amazônico

O Festival Psica no Verão Amazônico foi inspirado na cultura das festas de interior do Pará, das temporadas de verão e dos deslocamentos pelos rios e ilhas da Amazônia. A programação vai reunir artistas do Marajó, nomes da música amazônica e atrações nacionais, englobando ritmos como carimbó, reggae, brega, pop e outras sonoridades.

Leia Também:  Mostra Cultura Livre retorna com shows a partir desta quinta-feira, no Margarida Schivasappa

Jeft Dias explica a origem da ideia: “Eu e meu irmão somos filhos de comerciantes e viajávamos pelos interiores do Pará durante as festividades e temporadas de verão. Esse clima festivo do interior sempre fez parte da nossa vida e acabou influenciando muito o próprio Psica. Agora, a gente volta para essas festas, mas levando o festival junto e apresentando para mais pessoas esse grande barato que é o verão amazônico”.

A proposta também é angariar um público de diferentes regiões: enquanto o restante do Brasil vive o inverno, a Amazônia se torna um destino cultural de verão. “O Brasil tem o privilégio de ter dois verões. Quando acaba o verão em outras regiões, começa o verão amazônico. O Psica quer mostrar essa Amazônia viva, contemporânea e pulsante para além dos cartões-postais”, diz Jeft.

Serviço

Calendário Psica 2026
2 de junho: abertura das vendas do lote Confia
8 de junho: lançamento do festival de verão do Psica no Marajó
15 de junho: divulgação do line-up do festival de verão
22 de junho: encerramento das vendas do lote Confia
23 de junho: anúncio dos primeiros artistas do Festival Psica 2026
17 e 18 de julho: Festival Psica no Verão Amazônico
Setembro: Motins
10 e 11 de outubro: Psica de Nazaré
11, 12 e 13 de dezembro: Festival Psica 2026 em Belém

Fonte: Rolling Stone Brasil

Continue lendo

CIDADES

PARÁ

POLÍTICA

VARIEDADES

MAIS LIDAS DA SEMANA