Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

CONCURSO PÚBLICO

Concurso da Polícia Civil do Pará avança e governo forma comissão organizadora para 237 vagas

Publicados

HOME

Foto: Divulgação

O concurso público da Polícia Civil do Estado do Pará (PCPA) avançou mais uma etapa. A Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad) publicou a Portaria nº 0210/2026, que institui a comissão organizadora responsável pelos trabalhos do certame destinado ao provimento de cargos efetivos da área-fim da Polícia Civil.A medida atende à solicitação para realização do concurso e marca um passo importante na preparação do edital, já que a comissão passa a conduzir os procedimentos administrativos necessários para a continuidade do processo.

Segundo a portaria, a comissão será presidida por Bárbara Dias Melo, da Seplad. Também integram o grupo Odilene Fernandes da Conceição Santos, da Seplad, Temmer da Cunha Khayat, delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Pará, e Juliano Corrêa, delegado da Polícia Civil do Estado do Pará.

O documento foi assinado pelo secretário de Estado de Planejamento e Administração, Ivaldo Renaldo de Paula Ledo, e publicado em Belém, 4 de agosto de 2026.O concurso prevê 237 vagas para a área-fim da Polícia Civil do Pará. Com a formação da comissão, a expectativa dos candidatos se volta para as próximas etapas, entre elas a definição da banca organizadora e, posteriormente, a publicação do edital, que trará informações sobre cargos, requisitos, remuneração, cronograma e regras da seleção.

Leia Também:  Com baixa adesão, Sespa prorroga vacinação contra Influenza até o fim de junho

Embora a criação da comissão represente um avanço significativo, o edital ainda não foi publicado. Portanto, ainda não há confirmação oficial sobre inscrições, datas das provas ou escolha da banca examinadora.

Propaganda

HOME

PM prende dois homens por roubo e receptação, apreende drogas e descobre uso de câmeras para monitorar viaturas no Marajó

Publicados

em

Foto: Reprodução

A Polícia Militar, em Muaná, no Arquipélago do Marajó, prendeu nesta quarta-feira (5) dois homens suspeitos de roubo e receptação. Durante a ação, os agentes de segurança pública apreenderam drogas e descobriram que um dos suspeitos tinha acesso a duas câmeras de monitoramento que, segundo as investigações, eram utilizadas para acompanhar a movimentação das viaturas policiais na cidade.

NOTÍCIAS EM TEMPO REAL: participe do grupo do Notícia Marajó no WhatsApp e acompanhe tudo em primeira mão. Inscreva-se aqui no Grupo 1aqui no Grupo 2aqui no Grupo 3, aqui no Grupo 4, aqui no Grupo 5aqui no Grupo 6aqui no Grupo 7 aqui no Grupo 8aqui no grupo 9, aqui no grupo 1, aqui no grupo 11 ou aqui no grupo 12. Ainda temos o Grupo 1 de Discussão e o Grupo 2 de Discussão. Nas redes sociais, siga-nos no Instagram, no Facebook e no Youtube.

De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência teve início após uma vítima denunciar o roubo de um aparelho celular, ocorrido durante a madrugada. Com base nas características repassadas, os policiais realizaram diligências e localizaram um homem apontado como autor do crime.

Leia Também:  Regional de Breves e CIIR abrem processo seletivo para diversas áreas

Durante a abordagem, o suspeito teria confesado o roubo e informou que havia vendido o celular por R$ 200 a outro homem. A equipe deu continuidade às buscas e encontrou o comprador, recuperando o aparelho da vítima.

No imóvel onde o celular foi localizado, os policiais apreenderam uma pedra de substância semelhante a oxi, pesando aproximadamente 9,1 gramas, uma balança de precisão, outro aparelho celular e R$ 149 em dinheiro trocado. Segundo a PM, os materiais encontrados indicam que o local era utilizado para a comercialização de entorpecentes.

Ainda durante a ocorrência, o suspeito revelou que possuía acesso remoto a duas câmeras de monitoramento instaladas em pontos distintos da cidade. Conforme a Polícia Militar, os equipamentos eram utilizados para observar a entrada e a saída das viaturas pelas pontes de acesso ao município, permitindo acompanhar em tempo real a movimentação das equipes policiais e, possivelmente, facilitar a prática de atividades criminosas.

Após contato com os proprietários dos equipamentos, que autorizaram a retirada das câmeras, os policiais apreenderam os dispositivos e os apresentaram, juntamente com os suspeitos, as drogas, os celulares e os demais materiais recolhidos, na Delegacia de Polícia Civil de Muaná.

Leia Também:  "Arraiá da Segurança" na Santa Casa reforça práticas para a melhoria da assistência aos pacientes

A Polícia Civil ficará responsável pelas investigações e pelos procedimentos legais para apurar a participação dos envolvidos nos crimes de roubo, receptação, tráfico de drogas e eventual utilização do sistema de monitoramento para favorecer atividades ilícitas.

Continue lendo

CIDADES

PARÁ

POLÍTICA

VARIEDADES

MAIS LIDAS DA SEMANA