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Estado promete entregar seis terminais hidroviários no Marajó até novembro; veja as cidades

A Companhia dos Portos e Hidrovias do Pará já entregou quatro terminais reformados e modernizados e outros 11 estão em construção no arquipélago

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MARAJÓ

Foto: Divulgação/Agência Pará

Depois de entregar quatro terminais hidroviários reformados e modernizados no Marajó, o Governo do Estado promete entregar outros seis somente no arquipélago até o final de novembro. A informação é da Companhia dos Portos e Hidrovias do Pará (CPH) divulgada pela Agência Pará. Outros cinco equipamentos em construção não têm previsão de inauguração.

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As entregas para os meses de agosto, setembro, outubro e novembro são para as cidades de Muaná, Melgaço, Soure, Portel, Afuá e Bagre. A CPH não informa o estágio da construção de cada terminal nem qual será entregue primeiro, mas se compromete a entregar todos até novembro.

Os outros cinco terminais com a construção mais atrasada e sem previsão de entrega são em Anajás, Breves, Chaves, Salvaterra e em Oeiras do Pará.

Conforme o Notícia Marajó informou, em Breves onde os trabalhos começaram em julho passado (todos têm previsão inicial de 12 meses de construção) as obras estão 40% concluídas e o Estado fez um aditivo estendendo o prazo por, pelo menos, mais dez meses.

No Pará rio é rua

Um levantamento realizado CPH mostra que dos 144 municípios paraenses mais da metade é atendida pelo modal hidroviário e 25% (31 municípios), dependem dos rios para o transporte de pessoas e cargas.

Todos os terminais hidroviários reformados contam com infraestrutura com banheiros, cadeiras confortáveis, carrinhos para bagagens, guichês para vendas de passagens, lanchonetes, TV’s, bebedouros e salas para órgãos do Estado. Alguns, como os do Baixo Amazonas, também possuem terminais de cargas. Em virtude das variações das marés, os terminais possuem rampas metálicas articuladas e flutuantes cobertos, além de sistemas de amarrações e fundeios, o que garante o uso em períodos de seca ou cheia dos rios.

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“Desde o começo da gestão, o governador Helder Barbalho tem se empenhado em construir e reconstruir terminais hidroviários por todo o Estado. Em muitas regiões, os rios são as nossas ruas, então os usuários precisam de conforto e segurança para embarcar e desembarcar. Até o momento, são 16 terminais entregues em várias regiões, sendo o Terminal Hidroviário de Santarém o maior e mais moderno porto de passageiros do Brasil. Os terminais hidroviários são essenciais no Estado, pois fomentam o turismo, proporcionam o escomanento de produção e desenvolvimento local”, destaca Abraão Benassuly, presidente da CPH.

Terminais entregues no Marajó

– Curralinho: o porto foi reconstruído e oferece acessibilidade, o que antes não era assegurado aos 34 mil habitantes. Conta com espaço de embarque, carrinhos para transporte de bagagens, salas para órgãos oficiais, banheiros masculino, feminino e para pessoas com deficiência, bebedouro, lanchonete, TV, guarda-volumes e guichês para vendas de passagens. O porto também ganhou estação de tratamento de esgoto, sinalização interna e novas instalações elétricas e hidrossanitárias. Já a obra naval contemplou instalação de rampa metálica articulada coberta e flutuante coberto para embarque e desembarque de passageiros, equipamentos que o antigo porto não oferecia aos usuários.

– Ponta de Pedras: as obras de reconstrução e adequação beneficiaram mais de 32 mil habitantes. A nova estrutura viária ganhou conjunto naval com rampa metálica e flutuante para o embarque e desembarque de usuários. Com investimento superior a R$ 1,9 milhão, recursos do Tesouro Estadual, o terminal é administrado pela prefeitura municipal. O espaço conta com cadeiras confortáveis, banheiros, guichês para venda de passagens, lanchonete, salas para órgãos oficiais, guarda-volumes, televisão, bebedouro e lojas para vendas de artesanato. Já a obra naval incluiu a instalação de rampa metálica articulada coberta, com 22 metros, e flutuante metálico coberto de 15 metros para embarque e desembarque de passageiros. As instalações elétricas e hidrossanitárias também foram refeitas, e o terminal ganhou sinalização e identidade visual.

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– Santa Cruz do Arari: o equipamento hidroviário, que resulta de investimento de R$ 2 milhões, oferece estrutura para o transporte de passageiros e escoamento da produção local. A nova estrutura conta com cadeiras, banheiros, climatização, guichês para vendas de passagens, lanchonete, salas para órgãos do governo, guarda-volumes, televisão, bebedouro e lojas para venda de artesanato. Oferece ainda terminal específico de cargas.

– Cachoeira do Arari: a reconstrução e adequação do terminal custou R$ 2,6 milhões. É uma infraestrutura importante para a acessibilidade ao deslocamento das pessoas e também na logística de distribuição da produção das cidades. Atende mais de 25 mil habitantes do município. Com a reconstrução e adequação, o terminal conta com cadeiras confortáveis, banheiros masculino, feminino e para pessoas com deficiência (PcD), carrinhos para bagagem, guichês para venda de passagens, lanchonete, salas para órgãos do governo, guarda-volumes, televisão e bebedouro. A obra naval contempla a instalação de rampa metálica biarticulada coberta e flutuante coberto, para embarque e desembarque de passageiros, equipamentos inexistentes na antiga estrutura. O terminal também conta com Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), sinalização, equipamentos de acessibilidade e paisagismo. Administrado pela prefeitura, oferece viagens diárias para os demais municípios do arquipélago.

 

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Revista de malas de terceirizados da Equatorial gera situação de constrangimento em Breves

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Foto: Divulgação

Funcionários de uma empresa terceirizada que presta serviços para a Equatorial Energia teriam sido submetidos a uma revista de malas por supervisores da empresa, situação que teria causado constrangimento aos trabalhadores. O caso teria ocorrido em Breves, no Marajó, após o encerramento de um ciclo de trabalho em uma área rural da região.

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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que os trabalhadores são submetidos à revista de seus pertences.

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Uma fonte ouvida pela reportagem afirmou que os colaboradores foram chamados para subir, com as malas, até o segundo andar de uma embarcação. No local, segundo o relato, eles teriam sido informados de que seus objetos pessoais seriam revistados.

Ainda de acordo com a fonte, os funcionários teriam sido orientados a abrir as próprias malas e realizar a revista dos pertences. Cerca de 25 a 30 colaboradores teriam passado pelo procedimento.

Em nota, a Equatorial Pará informou que tomou conhecimento das imagens que circulam nas redes sociais sobre uma situação ocorrida durante uma atividade realizada por uma empresa parceira, em Breves.

A distribuidora informou que solicitou esclarecimentos formais à empresa responsável e que acompanha a apuração dos fatos.

A Equatorial Pará reforçou que não compactua com qualquer conduta que possa constranger ou desrespeitar trabalhadores e afirmou exigir que suas empresas parceiras atuem de acordo com os princípios de respeito, integridade e dignidade.

A empresa também informou que, caso seja identificado qualquer descumprimento das normas estabelecidas, serão adotadas as medidas cabíveis.

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