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Adepará se reúne com Agência do Amapá para definir estratégias comuns de defesa agropecuária

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A direção geral da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) esteve reunida com a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do Estado do Amapá (diagro) para definir estratégias na execução com mais excelência do trabalho de defesa e inspeção sanitária animal e vegetal, comuns aos Estados. O encontro foi entre o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, e o diretor-presidente da Diagro, Álvaro Cavalcante, e ocorreu nesta sexta-feira (07), no Estado de Amapá. 

Durante o encontro, foram discutidos temas importantes para a agropecuária brasileira, como o plano estratégico de retirada da vacina contra a febre aftosa – o Pará, assim como o Amapá, pretende obter o novo status sanitário de zona livre da doença sem vacinação, e assim garantir que a agropecuária alcance novos mercados internacionais. Outros assuntos discutidos foram as ações de controle e combate da mosca da carambola e a atuação conjunta nos estabelecimentos registrados com o Selo de Inspeção Estadual dos dois Estados, o que garante a qualidade dos produtos de origem animal e vegetal e seus derivados.

“Estive na Diagro discutindo ações importantes que são comuns aos dois Estados, como plano estratégico de retirada da vacina, ações de controle e combate à mosca da carambola, além da atuação conjunta nos estabelecimentos registrados com SIE/PA E SIE/AP, para trabalharmos com mais excelência na defesa agropecuária”, ressaltou Jamir Macedo. 

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O diretor da Adepará também destacou que o termo de cooperação técnica entre as Agências será renovado, para que a atuação e interação entre elas aumente e seja fortalecida.

Além disso, como presidente da Fonesa Norte (Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária), o diretor da Adepará ouviu as demandas e sugestões da Agência de Defesa do Amapá, que serão levadas junto com as estratégias comuns dos Estados ao Ministério da Agricultura e à Fonesa Nacional, para que aumente a qualidade do trabalho de defesa e inspeção sanitária brasileira, contribuindo assim para o crescimento econômico e sustentável do país. 

O trabalho da defesa agropecuária do país garante que os produtos brasileiros sejam comercializados em âmbito internacional, já que as Agências possuem um papel fundamental e único no controle sanitário, na certificação desses produtos, atendendo às demandas do mercado internacional, além de garantir a prevenção contra as mais diversas doenças e pragas que possam afetar os animais e vegetais, preservando a integridade e qualidade durante a produção dos alimentos. 

Fonte: Governo PA

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Marajó recebe reforço na reciclagem com equipamentos para fortalecer economia circular em Salvaterra

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Além da experiência da ReciclAssu e da visibilidade alcançada durante a COP30, a Semas ampliou as ações de economia circular em territórios turísticos do Pará, com destaque para o arquipélago do Marajó, onde o aumento do fluxo de visitantes também amplia os desafios relacionados à geração e destinação correta de resíduos sólidos.

Em Salvaterra, no Marajó, a Semas entregou à Cooperativa Cata Salvaterra uma estrutura completa para fortalecer a cadeia da reciclagem no município. Entre os equipamentos entregues estão uma prensa hidráulica de 35 toneladas, triturador de vidro, empilhadeira, esteira separadora de 10 metros, dois carrinhos carregadores de resíduos, um tuk-tuk e 50 Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A iniciativa busca ampliar a capacidade de coleta, triagem, armazenamento, transporte e destinação correta dos materiais recicláveis na região, fortalecendo o trabalho dos catadores e impulsionando a economia circular em um dos principais destinos turísticos do Pará.

Além de Salvaterra, a Semas também desenvolve ações em outros territórios turísticos, como a APA Algodoal-Maiandeua, na ilha de Maiandeua, em Maracanã, onde foram entregues dois trituradores de vidro e 105 bombonas para apoiar a destinação correta de resíduos sólidos nas vilas de Fortalezinha, Mocooca, Nazaré, Camboinha e Algodoal.

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Segundo a Semas, os investimentos em cooperativas e infraestrutura de reciclagem ajudam a transformar resíduos em oportunidade de renda, inclusão social e preservação ambiental, especialmente em regiões turísticas e ambientalmente estratégicas como o Marajó.

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