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Com apoio do governo do Estado e da Jica, Codec aprimora práticas em curso no Japão

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No Japão, servidor da Codec apresenta oportunidades para investimentos e novos negócios conduzidos pela Companhia A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) foi até o Japão para discutir e aperfeiçoar estratégias de desenvolvimento no Estado a partir do exemplo do país asiático, considerado a terceira maior economia do mundo, com um PIB nominal de US$4,91 trilhões. A entidade do Governo do Pará foi uma das representantes brasileiras no curso “Capacitação de Governos Locais para o Desenvolvimento com Participação Comunitária”, oferecido, por meio de um edital aberto pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), que permitiu a participação de representantes de pelo menos nove países latino-americanos.

Reconhecida por financiar projetos de infraestrutura ao redor do mundo, incluindo o Brasil, no Pará, a Jica tem participação no projeto BRT Metropolitano, desenvolvido pelo Governo do Estado. Segundo a Agência de Cooperação, com a iniciativa, um dos seus objetivos é que, além de receber recursos, os países possam se desenvolver por meio do aperfeiçoamento de estratégias e práticas de desenvolvimento local.

O assessor da Diretoria de Estratégia e Relações Institucionais da Codec, Vitor Hugo Gomes, foi o representante da Companhia na capacitação realizada durante um mês na cidade de Sapporo, capital da província de Hokkaido. Ele avalia que desafios já enfrentados pelo Japão podem ajudar o Estado do Pará a aprimorar a sua estratégia de desenvolvimento.

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“O Japão enfrentou muitos desafios nas décadas passadas, por conta da mudança na legislação ambiental deles e do mercado internacional. Um dos desafios do lá atualmente é o declínio demográfico, processo que eles entendem que nós vamos passar no futuro, portanto, olhar para gente hoje é como olhar para o Japão no passado, a partir de práticas semelhantes, como o modelo de exploração de recursos e mudanças nas leis ambientais”, destaca.

Intercâmbio

“O curso, além de discutir boas práticas de desenvolvimento local, também funcionou como um intercâmbio cultural, então tivemos aula de japonês, contato com a cultura e com o dia a dia deles, porque um dos pilares do desenvolvimento lá é a questão cultural. Tivemos também a oportunidade de visitar cidades que estavam à beira do colapso, econômico inclusive, nas décadas de 1970, 1980, e que hoje são modelos a serem seguidos, pois conseguiram definir e trabalhar seus principais potenciais”, lembra Vitor Hugo.  

Com o objetivo de aprimorar práticas, a Codec desenvolveu e levou ao curso um Plano de Trabalho produzido a partir da ação “Promoção do Estado como Destino para Investimento Econômico”, prevista no Plano Plurianual (PPA) do Estado. Realizada pela Diretoria de Estratégia e Relações Institucionais, essa atividade é voltada para o desenvolvimento local, para a chegada de novos investimentos e consiste na realização de seminários de Desenvolvimento Econômico com os municípios, capacitações, realização de diagnóstico socioeconômico, elaboração do Guia do Investidor e do Manual de Políticas Públicas (leis de Incentivo Fiscal), além de um mapeamento de áreas que possam receber novos distritos industriais. 

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Participação popular

“Essa oportunidade teve um valor inestimável. Alguns dos conhecimentos que eu tive lá, apesar de ser Mestre em Desenvolvimento Local, mesmo conhecendo a teoria, ver como isso se dá na prática é muito diferente. Tivemos a oportunidade de conhecer três cidades, algumas delas que se reinventaram, que se desenvolveram aproveitando as suas potencialidades e incentivando a participação comunitária, o que foi muito enriquecedor. E quando falamos nessa participação comunitária, incluímos as associações comerciais, as cooperativas. Um dos principais pontos do curso é a inclusão dessa participação no processo de desenvolvimento desde o início e acho que essa é a maior riqueza que estamos trazendo para a Codec e para o Estado do Pará, algo que vamos trabalhar para implementar a partir de agora”, concluiu Vitor Hugo Gomes.

Fonte: Governo PA

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Marajó recebe reforço na reciclagem com equipamentos para fortalecer economia circular em Salvaterra

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Além da experiência da ReciclAssu e da visibilidade alcançada durante a COP30, a Semas ampliou as ações de economia circular em territórios turísticos do Pará, com destaque para o arquipélago do Marajó, onde o aumento do fluxo de visitantes também amplia os desafios relacionados à geração e destinação correta de resíduos sólidos.

Em Salvaterra, no Marajó, a Semas entregou à Cooperativa Cata Salvaterra uma estrutura completa para fortalecer a cadeia da reciclagem no município. Entre os equipamentos entregues estão uma prensa hidráulica de 35 toneladas, triturador de vidro, empilhadeira, esteira separadora de 10 metros, dois carrinhos carregadores de resíduos, um tuk-tuk e 50 Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A iniciativa busca ampliar a capacidade de coleta, triagem, armazenamento, transporte e destinação correta dos materiais recicláveis na região, fortalecendo o trabalho dos catadores e impulsionando a economia circular em um dos principais destinos turísticos do Pará.

Além de Salvaterra, a Semas também desenvolve ações em outros territórios turísticos, como a APA Algodoal-Maiandeua, na ilha de Maiandeua, em Maracanã, onde foram entregues dois trituradores de vidro e 105 bombonas para apoiar a destinação correta de resíduos sólidos nas vilas de Fortalezinha, Mocooca, Nazaré, Camboinha e Algodoal.

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Segundo a Semas, os investimentos em cooperativas e infraestrutura de reciclagem ajudam a transformar resíduos em oportunidade de renda, inclusão social e preservação ambiental, especialmente em regiões turísticas e ambientalmente estratégicas como o Marajó.

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