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Exposição sobre a diversidade do Patrimônio Imaterial Brasileiro chega a Belém

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A Galeria Fidanza, no Museu de Arte Sacra do Pará, em Belém, recebe a partir desta terça-feira (4) a exposição “Manifestações Culturais do Brasil – A Celebração Viva da Cultura dos Povos”. Produzida pela carioca LP Arte, a mostra tem curadoria do historiador Luciano Figueiredo e direção de arte de Ronald Teixeira, com patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Secretaria de Estado de Cultura (Secult).  A abertura será as 18 h, com apresentação do Grupo de Carimbó Sancari.

Belém será a primeira cidade do Norte do Brasil a receber a exposição, que já passou por sete capitais. Com a proposta de proporcionar um mergulho na diversidade e riqueza cultural brasileira, a itinerância apresenta 52 bens culturais, registrados como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Iphan, incluindo bens imateriais paraenses, como o Círio de Nazaré e o Carimbó.

“A exposição é inédita no Norte do País, região que possui uma enorme riqueza cultural, algumas delas com reconhecimento internacional, como a Arte Kusiwa (pintura corporal e a arte gráfica Wajãpi). Belém foi escolhida por ser um expoente da cultura do Norte, com seus ritmos e celebrações”, conta Luiz Prado, idealizador e coordenador de produção.

Fotos, vídeos, objetos de museus, sons e um rico acervo composto por peças de colecionadores e artesãos compõem a mostra “Manifestações Culturais do Brasil – A Celebração Viva da Cultura dos Povos”, acompanhados por textos informativos com legendas em português, inglês e espanhol.

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Inclusão – Um dos compromissos da exposição é a acessibilidade: tudo textualmente exposto, além das legendas, é apresentado em braile, e um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) faz o acompanhamento e monitoria da visita a turmas de pessoas com deficiência (PcD). Há, ainda, objetos com caráter multissensorial, apresentados como elemento facilitador para a manipulação e a experiência concreta, principalmente para pessoas com deficiências sensoriais (visuais e auditivas), intelectuais e comprometimentos neuromotores.

Em Belém, a visitação é gratuita, e fica disponível até o dia 18 de junho. Dos 11 patrimônios imateriais registrados pelo Iphan no Norte do Brasil, quatro são exclusivamente paraenses: Círio de Nossa Senhora de Nazaré; Festividades do Glorioso São Sebastião, na região do Marajó; Carimbó e Modo de fazer cuias do Baixo Amazonas.

Com elementos interativos, incluindo uma rica cenografia, o público faz um passeio pela cultura do país, sem sair de sua cidade. “Esta é uma possibilidade de apresentar ao público do Pará toda a diversidade da cultura brasileira, por meio de um acervo composto por mais de 800 peças, fotos, vídeos e experiências interativas sobre as manifestações culturais que acontecem de Norte a Sul do país. Por reunir tanta riqueza em um único espaço, e dada a importância de se conhecer, valorizar, preservar e se reconhecer nestas tantas expressões culturais, vamos permanecer em temporada com exposição até o mês de junho de 2023 na Galeria Fidanza”, garante Luiz Prado.

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Atividades extras – Além da mostra, o projeto prevê a realização de oficinas de contação de história e atividades com mestres de cultura popular do Pará, e ainda um projeto educativo voltado a estudantes. O objetivo é  ampliar a percepção de crianças e jovens sobre o universo do patrimônio cultural. As atividades contam com educadores e material didático (cartilha educativa), que será distribuída gratuitamente aos visitantes infantojuvenis.

Entre os bens imateriais registrados pelo Iphan na região Norte estão a Arte Kusiwa e o Marabaixo, no Amapá; Cachoeira de Iauaretê, Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro e Complexo Cultural do Boi-Bumbá do Médio Amazonas e Parintins, no Amazonas; Círio de Nazaré, Festividades de São Sebastião, no Marajó, Carimbó e Modo de fazer cuias do Baixo Amazonas, no Pará, e os Saberes e Práticas associados ao modo de fazer bonecas Karajá e Ritxókò – expressão artística e cosmológica do povo Karajá, no Tocantins.

Serviço: Mostra “Manifestações Culturais do Brasil – A Celebração Viva do Patrimônio Imaterial”, de 04 de abril a 18 de junho de 2023, das 09 às 16 h (de quarta-feira a domingo), na Galeria Augusto Fidanza, no Museu de Arte Sacra – prédio da Igreja de Santo Alexandre – Praça Frei Caetano Brandão, s/n, Belém. Entrada gratuita. Medidas de acessibilidade para todos os públicos. Mais informações: @expopatrimonioimaterial

Fonte: Governo PA

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Adriana Falconeri é reeleita presidente do CREA-PA para o triênio 2027–2029

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A engenheira civil Adriana Falconeri foi reeleita presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará (CREA-PA) para o triênio 2027–2029. A votação ocorreu nesta sexta-feira (3) e foi realizada de forma totalmente on-line em todo o país, seguindo o calendário eleitoral do Sistema Confea/Crea e Mútua. Natural de Santarém (PA), Falconeri é engenheira civil e servidora concursada do CREA-PA desde 2011.

Ela obteve 70% dos votos válidos, sendo reconduzida ao cargo com ampla aprovação dos profissionais registrados no conselho. Também disputaram a presidência os engenheiros Danilo Begot e Paulo Roseira, que receberam 17,75% e 12,26% dos votos, respectivamente.

Além da eleição para a presidência do CREA-PA, os profissionais também participaram da escolha dos representantes para o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e para a Caixa de Assistência dos Profissionais dos Creas (Mútua). No âmbito nacional, o engenheiro civil Vinicius Marchese foi eleito presidente do Confea para o próximo mandato.

No Pará, também foram definidos os novos dirigentes da Mútua-PA: a engenheira civil Leila Pamplona foi eleita diretora-geral, Aline Calandrini assumirá a Diretoria Administrativa e Rafael Bentes ficará responsável pela Diretoria Financeira da entidade.

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O CREA-PA agradeceu a participação dos profissionais que votaram, destacando a importância do processo para o fortalecimento da democracia, da representatividade e da governança dentro do Sistema Confea/Crea e Mútua.

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