Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

PARÁ

Hospitais públicos do governo conquistam reconhecimento nacional por boas práticas sustentáveis

Publicados

PARÁ

Hospitais públicos do Governo do Pará foram reconhecidos nacionalmente com a conquista do Selo Ouro concedido pelo Programa Brasileiro GHG Protocol desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV)/SP. O selo é o mais alto nível de reconhecimento do programa, concedido às organizações que apresentam, de forma completa e auditada, o balanço de suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), realizado pelo Hospital Jean Bitar (HJB), em Belém; Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua; Hospital Geral de Tailândia (HGT); Hospital Regional Público dos Caetés (HRPC), em Capanema; Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), em Breves; e o Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR), em Belém

As unidades administradas pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), localizados em várias regiões do estado, além de prestarem assistência de baixa, média e alta complexidade já têm um histórico de boas práticas de sustentabilidade em favor de colaboradores, usuários, acompanhantes e o planeta em respeito à vida.

A secretária de Estado de Saúde Pública (Sespa), Ivete Vaz, parabeniza os gestores e todos os profissionais que atuam nas unidades contempladas com o Selo Ouro da FGV, ressaltando que o reconhecimento serve de estímulo para que a prestação de serviços aos usuários do SUS caminhe sempre junto com ações de educação ambiental e sustentabilidade. “Espero que os hospitais premiados mantenham essa condição e sirvam de exemplo para outras unidades públicas de saúde no que tange à preservação ambiental, economia de água e de energia, reciclagem e  reaproveitamento de resíduos”, afirmou.

CIIR – O primeiro Selo Ouro foi conquistado pela equipe multiprofissional há seis anos, e vem mantendo a excelência de gestão em prol do meio ambiente desde então, em proteção aos seus usuários, acompanhantes e profissionais e à vida.

Entre os usuários beneficiados com a gestão de sustentabilidade, a professora Ana Freitas, de 39 anos, que reside em Belém, comemorou mais um reconhecimento nacional. “Saber que o local onde recebo assistência de saúde também se preocupa com o meio ambiente, é muito legal. Faço acompanhamento há mais de um ano no CIIR, sei e participo dos projetos desenvolvidos pela sua comissão de sustentabilidade; já recebi hortaliças durante atendimento. Sou engajada no tema. Ainda não vi outra instituição bastante ativa na causa ao meio ambiente. Parabéns CIIR pela manutenção do certificado GHG”, destaca.

Leia Também:  Governo do Estado reforça compromisso com a segurança dentro das escolas públicas do Pará

Conforme a diretoria Executiva do Centro de Reabilitação, o Selo Ouro é o retorno concreto dos resultados internalizados na instituição em favor do meio ambiente. “Parabenizo nossa equipe multiprofissional pela assistência centrada na pessoa, bem como as ações de sustentabilidade em busca de um mundo cada vez mais seguro e saudável de todas as formas de vida. Estendo meus agradecimentos ainda ao apoio do Governo do Pará, via Secretaria de Estado de saúde Pública (Sespa), que desenvolve políticas de preservação do meio ambiente”.

HJB – A gestão do Hospital Jean Bitar (HJB), em Belém, mantém o controle da emissão dos Gases de Efeito Estufa, verificados nas operações diárias, como membro ativo do Programa Brasileiro GHG Protocol, tendo seu inventário de resíduos anual classificado como Selo Ouro, pelo sétimo ano consecutivo.

Para o diretor Executivo do HJB, administrador Hospitalar, Giovani Merenda, a gestão hospitalar, como membro ativo do GHG Protocol, tem trabalhado diligentemente para garantir que o inventário anual de resíduos seja rigorosamente monitorado e gerido.  Ele reforça ainda que o esforço conjunto permitiu, mais uma vez, alcançar o prestigiado Selo Ouro, que atesta a excelência de nossas práticas ambientais.

“A renovação desta certificação não é apenas um reconhecimento do nosso empenho, mas também um incentivo para continuarmos buscando formas inovadoras de minimizar nosso impacto ambiental e contribuir para um futuro mais sustentável. Agradeço a todos pela dedicação e profissionalismo, que tornam possível essa importante realização”, concluiu o gestor.

HMUE – Com quase dois anos de gestão do Metropolitano, a unidade hospitalar estreia seu primeiro reconhecimento nacional que ressalta a importância da cultura de proteção ambiental na unidade hospitalar com receber o Selo de Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Para Marcelo Azevedo, diretor Executivo do HMUE, a visibilidade do reconhecimento é o resultado do trabalho em equipe que contribui para a realização de ações sustentáveis com o meio ambiente, a sociedade e à vida. “Este é o nosso primeiro selo ouro de muitos que vamos conquistar em favor da sustentabilidade e contribuir para a preservação dos recursos naturais tanto no ambiente hospitalar, no entorno e da vida. Compartilho este reconhecimento com minha equipe multiprofissional pela dedicação e empenho para manutenção das boas práticas ambientais”.

HGT – A gestão da unidade hospitalar comemora o reconhecimento desde 2014, quando obteve o primeiro reconhecimento. “Estamos muito satisfeitos em receber, mais um ano, a certificação do Programa Brasileiro GHG Protocol,  que nos motiva a continuar aprimorando nossas estratégias ambientais e a promover uma cultura corporativa de sustentabilidade. Vamos seguir contribuindo de forma ativa para uma agenda global de mudanças climáticas”, disse o diretor Executivo do HGT, Cristian Tassi.

Leia Também:  Governo Federal presta auxílio a vítimas das chuvas no Amapá

A usuária Diana Santos, de 44 anos, que está acompanhando a filha no Pronto Atendimento (P.A) para atendimento médico, parabenizou o HGT pela certificação recebida. “Parabéns ao hospital pela certificação! Nós, pacientes, ficamos felizes em saber que o hospital está se preocupando também com o meio ambiente. Se todos fizerem sua parte, isso fará uma grande diferença no final”, concluiu a usuária, que mora no bairro Greenvile, em Tailândia.

HRPC – Em 2021, veio o primeiro reconhecimento do Selo Ouro do Regional dos Caetés, que também vem mantendo as boas práticas de gestão favorecendo não apenas o ambiente hospitalar e seu entorno, como também o planeta e a vida do planeta.

HRPM – Já no Regional do Marajó o Selo Ouro vem sendo conquistado desde 2012. De lá para cá, a gestão só vem refinando as ações em favor do meio ambiente.

O diretor Executivo do Regional do Marajó, Cledes Silva, destaca o compromisso da unidade com o meio ambiente, enfatizando que há mais de uma década o hospital mantém sua certificação, reafirmando sua dedicação à sustentabilidade.

“A certificação GHG Protocol é um pilar fundamental para o nosso compromisso como hospital de média e alta complexidade, atuando como referência para a população marajoara, reforça nossa dedicação à proteção do meio ambiente com ações sustentáveis, evidenciadas pela divulgação do nosso inventário auditado de Gases de Efeito Estufa (GEE). Desde 2012, mantemos esse selo e continuamos a implementar iniciativas que respeitam a natureza e promovem a vida”, finalizou.

Questão climática – Para o analista ambiental do Serviço de Inteligência Ambiental (SIS) do INDSH, Pedro Gomes, a cada ano as transformações bruscas em toda a questão climática mundial, através do aumento descontrolado na concentração dos chamados Gases de Efeito Estufa – GEE’s na atmosfera são mais evidentes e isso certamente afeta a saúde e bem-estar de todos os seres vivos.

“ O inventário da geração desses gases advindos de nossas atividades é peça fundamental para que possamos, inicialmente, avaliar nossas posturas e traçar meios para que possamos juntos reduzir essas emissões que já se tornaram insustentáveis. O INDSH é pioneiro na identificação da importância desse trabalho realizado anualmente em suas unidades administradas na busca árdua e contínua por uma atividade de saúde com reduzido impacto ambiental e consequentemente baixa emissão de GEE’s”, observou o profissional..

Autoria: Vera Rojas com informações da Ascom das unidades
 

Fonte: Governo PA

Propaganda

HOME

Pará tem maior taxa do país de acidentes com crianças e adolescentes

Publicados

em

Foto: Divulgação

O Pará teve a maior taxa do país de internações de crianças e adolescentes de até 14 anos por acidentes em 2025. Foram 120 hospitalizações a cada 100 mil habitantes, quase o dobro da média nacional, de 63 internações.

Os dados fazem parte de um levantamento do Projeto Criança Segura, da Aldeias Infantis SOS, com informações do Ministério da Saúde, por meio do DataSUS. Ao todo, 9.737 crianças e adolescentes foram internados no estado por acidentes no ano passado

Diferentemente do cenário nacional, em que as quedas são a principal causa de internação, no Pará as queimaduras lideraram os registros.

Em 2025, foram 3.611 hospitalizações por queimaduras entre crianças e adolescentes no estado, o equivalente a 37,1% de todas as internações por lesões não intencionais na faixa etária.

Segundo o levantamento, em 3.400 desses casos, ou 94,2%, não houve especificação sobre a origem da queimadura no registro do atendimento médico.

Quedas aparecem em segundo lugar

As quedas foram a segunda principal causa de internação de crianças e adolescentes no Pará, com 2.477 registros em 2025.

No Brasil, as hospitalizações por quedas nessa faixa etária cresceram 3,3% em relação a 2024.

Leia Também:  UsiPaz Guamá oferece técnicas de defesa pessoal ao público feminino

Para José Carlos Sturza de Moraes, cientista social e pesquisador da Aldeias Infantis SOS, a alta taxa de internações no Pará pode estar relacionada a desigualdades socioeconômicas e ao acesso a políticas públicas de proteção à infância.

Acidentes com animais também chamam atenção

O levantamento identificou ainda 459 internações por intoxicações de crianças e adolescentes no Pará em 2025.

O estado concentrou 233 internações causadas pelo contato com serpentes e lagartos venenosos, o equivalente a 25,1% dos casos registrados no país para esse tipo de acidente.

Também foram registrados 60 casos de contato com animais ou plantas venenosas, representando 17,2% do total nacional.

Acidentes de trânsito

Os acidentes de trânsito foram responsáveis por 1.022 hospitalizações de crianças e adolescentes no Pará em 2025, o equivalente a 10,5% do total registrado no estado.

As motocicletas aparecem entre os principais pontos de atenção. Foram 428 internações relacionadas a acidentes com esse tipo de veículo, correspondendo a 41,9% das hospitalizações por acidentes de trânsito envolvendo crianças e adolescentes no Pará.

Segundo Sturza, houve uma mudança no perfil das vítimas de acidentes de trânsito nos últimos dez anos. De acordo com o pesquisador, elas passaram de uma maioria formada por pedestres para ocupantes de motocicletas e bicicletas.

Leia Também:  Alepa aprova projeto do Governo do Pará sobre Políticas de Desenvolvimento Sustentável

Mortes

O estudo também analisou mortes de crianças e adolescentes de até 14 anos no Brasil em 2024. Nas oito categorias de acidentes avaliadas, foram registradas 3.341 mortes.

As sufocações foram a principal causa, com 1.039 óbitos, seguidas pelos acidentes de trânsito, com 922 mortes, e pelos afogamentos, com 850. Juntas, essas três causas representaram cerca de 84% das mortes analisadas.

As crianças de 1 a 4 anos concentraram 1.095 mortes, o equivalente a 32,8% do total. Já os menores de 1 ano tiveram 930 óbitos, ou 27,8%.

Entre as mortes por sufocação, 75% das vítimas eram bebês. Os afogamentos tiveram maior concentração entre crianças de 1 a 4 anos.

O levantamento aponta a necessidade de ampliar ações de prevenção de acidentes e melhorar o registro das informações sobre as ocorrências.

A Aldeias Infantis SOS informou que iniciou articulação com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Pará (CEDCA) e com conselhos de outros estados para discutir medidas de prevenção de acidentes envolvendo crianças e adolescentes.

Continue lendo

CIDADES

PARÁ

POLÍTICA

VARIEDADES

MAIS LIDAS DA SEMANA