POLITÍCA NACIONAL
Projeto proíbe cobrança de taxa pública com fim arrecadatório em corridas de rua
POLITÍCA NACIONAL
O Projeto de Lei 190/26 estabelece diretrizes para o reconhecimento de corridas de rua e eventos esportivos não formais como instrumentos de promoção da saúde. O texto em análise na Câmara dos Deputados proíbe a cobrança de taxas com finalidade puramente arrecadatória na realização desses eventos.
Autora da proposta, a deputada Carla Dickson (PL-RN) afirma que o objetivo é afastar encargos incompatíveis com a função social do esporte. “As corridas de rua inserem-se plenamente nesse contexto, por se tratarem de atividade física acessível, democrática e de amplo alcance populacional”, disse a parlamentar.
Pelo texto, as ações dos órgãos públicos relacionadas ao ordenamento urbano, segurança viária e saúde pública durante esses eventos esportivos serão deveres gerais do Estado. A cobrança de taxas só será permitida se houver custo real e comprovado de serviço público específico e divisível.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Saúde; de Esporte; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Projeto prevê repasse para fundo de assistência social de 2% da arrecadação com bets
O Projeto de Lei 128/26 destina 2% da arrecadação dos operadores das loterias de apostas de quota fixa, as chamadas bets, para o Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Segundo o autor da proposta, deputado Márcio Honaiser (Solidariedade-MA), o objetivo é garantir um reforço orçamentário contínuo e regular para a oferta de serviços, programas e benefícios socioassistenciais à população.
Atualmente, a Lei 13.756/18, que trata da arrecadação das bets, destina 10% do total para a seguridade social. O projeto em análise divide o percentual: 8% continuarão com a seguridade social, e 2% seguirão diretamente para o FNAS.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
-
HOME5 dias atrásBuscas por morador desaparecido em área de mata no Marajó são encerradas após uma semana
-
HOME6 dias atrásPolícia Civil prende homem suspeito de estupro de vulnerável contra enteada do irmão no Marajó
-
HOME7 dias atrásICMBio volta a apreender gado no Pará e gera revolta: ‘Não há fundamentação legal’, diz advogado
-
HOME5 dias atrásGoverno do Pará divulga calendário de pagamento dos servidores estaduais do mês de junho
-
HOME6 dias atrásCasal suspeito de vender drogas por delivery é preso em operação da PC no Marajó
-
HOME6 dias atrásÁguas do Pará aciona caminhões-pipa em Salvaterra após defeito em bomba da ETA reduzir abastecimento
-
HOME5 dias atrásHomem é preso em flagrante por ameaçar matar companheira no Marajó
-
HOME6 dias atrásPará lidera recuperação de área de água após seca na Amazônia, aponta MapBiomas
