SAÚDE
Ministério da Saúde reconhece êxito de experiências locais na prevenção do HIV e da aids
SAÚDE
O Ministério da Saúde realizou, na última semana, a premiação das cinco mais bem avaliadas experiências inscritas na Chamada Pública para Mapeamento de Experiências Exitosas na oferta da Prevenção Combinada ao HIV. O edital buscou identificar, valorizar e dar visibilidade às iniciativas desenvolvidas em diferentes territórios do país, fortalecendo as políticas públicas de saúde e contribuindo para o compromisso de eliminar a aids como problema de saúde pública até 2030.
Para o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmentes Transmissíveis do MS, Draurio Barreira, as experiências selecionadas também servirão de inspiração e referência para outras iniciativas do Sistema Único de Saúde (SUS), estimulando a disseminação de estratégias inovadoras e eficazes de prevenção. “A resposta brasileira ao HIV e à aids completou 40 anos e ao longo desse período, sempre tivemos o SUS, a ciência e a sociedade civil atuando para que superássemos os desafios e alcançássemos as conquistas que tivemos. Na atual gestão, não poderia ser diferente. As ações da ponta e todo o aprendizado que acumulam, podem fazer a diferença em diferentes lugares”, comenta Draurio Barreira.
No total, cerca de 100 experiências foram selecionadas e vão integrar uma publicação do Ministério da Saúde sobre o tema. Os autores das cinco mais bem avaliadas foram premiados com passagens e diárias para conhecer a exposição “40 anos da resposta brasileira à aids” e participar da programação alusiva ao Dezembro Vermelho deste ano – realizadas em Brasília-DF – além de recebem placas de reconhecimento pelos projetos. “Esse reconhecimento teve uma grande repercussão para os autores das experiências, mas, principalmente, para a gente [MS], pois nos lembrou a importância de nossas políticas serem embasadas em evidências científicas, mas também na experiência de quem está na ponta fazendo prevenção nos territórios”, reconhece Artur Kalichman, coordenador-geral de Vigilância de HIV e Aids do MS.
Conheça as experiências premiadas:
- CTA/SAE Juara-MT Itinerante no Vale do Arinos: uma integração entre SUS e privado para orientações sobre prevenção combinada e testagem de IST em diferentes espaços
- Ocupe SUS Juventudes – Observatório de Práticas de Promoção, Prevenção e Assistência com foco em Saúde Sexual e IST/HIV/Aids
- Um Modelo de Prevenção Combinada do HIV e AIDS: o papel da Clínica do Homem na combinação do tratamento de IST com diagnóstico precoce e tratamento antirretroviral no mesmo dia
- Posithivas na Prevenção
- Primeira Linha de cuidados – Secretaria Municipal de Saúde de Oiapoque
As demais publicações que serão incluídas na publicação sobre Prevenção Combinada ao HIV estão disponíveis no resultado final do edital.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Vacina pneumo 20 está disponível no SUS para crianças de até 5 anos e grupos especiais
A vacina Pneumo 20, indicada para crianças de até 5 anos e outros grupos especiais está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria causadora de doenças graves como pneumonia e meningite, que podem resultar em hospitalizações, sequelas e óbitos.
A vacina amplia a cobertura contra sorotipos relacionados à pneumonia invasiva, incluindo os tipos 3, 6A e 19A. Também contribui para a proteção contra a otite média, que pode evoluir para perda auditiva e, em casos mais graves, infecção generalizada.
A doença pneumocócica é apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das principais causas de mortalidade infantil por doença imunoprevenível. As doenças pneumocócicas também estão associadas a internações hospitalares e atendimentos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Esquema vacinal e substituição de imunizantes
O SUS oferece as vacinas pneumocócicas conjugadas Pneumo 10 e Pneumo 13, além da vacina polissacarídica Pneumo 23, conforme indicação.
Com a Pneumo 20 no calendário infantil, está em andamento uma transição gradual do esquema vacinal. A vacina está indicada para os seguintes grupos:
- Crianças menores de 5 anos;
- Povos indígenas a partir de 5 anos sem histórico vacinal com vacina pneumocócica conjugada;
- Idosos a partir de 60 anos acamados e/ou institucionalizados;
- Pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
Durante o período de transição, o esquema vacinal prevê uma dose da Pneumo 20 aos 2 meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos 4 meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses, respeitando intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço. As vacinas Pneumo 13 e Pneumo 23 seguem sendo utilizadas conforme indicação do Programa Nacional de Imunização (PNI) até a conclusão da transição de estoques.
Após o esgotamento das doses da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. O histórico de vacinação pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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