Educação
Encceja 2026: prazo para solicitar reaplicação vai até 28 de agosto
Educação
Os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2026 que tenham direito à reaplicação já podem fazer a solicitação. O prazo segue aberto até 28 de agosto, exclusivamente pela Página do Participante.
Podem solicitar a reaplicação os participantes afetados por problemas logísticos durante a aplicação do exame ou acometidos, na semana que antecedeu as provas, por uma das doenças infectocontagiosas previstas no edital do Encceja 2026.
Os pedidos serão analisados individualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A solicitação deverá ser acompanhada das informações e, quando for o caso, da documentação comprobatória exigida para cada situação.
A reaplicação do Encceja 2026 será realizada em duas datas. As provas para os participantes que buscam a certificação do ensino fundamental ocorrerão em 6 de outubro. Para o ensino médio, a aplicação será em 7 de outubro.
Encceja – Realizado pelo Inep desde 2002, o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) é destinado a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada. A participação é voluntária e gratuita. As provas avaliam competências, habilidades e saberes desenvolvidos no processo escolar ou extraescolar.
Os resultados do exame podem ser utilizados pelas secretarias de Educação e pelos institutos federais que aderem ao Encceja como referência nos processos de certificação de conclusão do ensino fundamental e do ensino médio, conforme os critérios estabelecidos por cada instituição certificadora.
O exame também produz informações que podem ser utilizadas em estudos e análises sobre a educação de jovens e adultos, com base nos dados obtidos em sua aplicação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Observatório da Educação Especial Inclusiva recebe propostas
Começa nesta segunda-feira, 24 de agosto, o período para que instituições de educação superior públicas enviem propostas para a composição do Observatório da Educação Especial Inclusiva (Obeduc-EI). Realizada em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a iniciativa busca criar um observatório dedicado à Política Nacional de Educação Especial e Inclusiva (PNEEI), a fim de produzir indicadores para o monitoramento e o aperfeiçoamento da política. O período para submissão de propostas vai até 5 de outubro, exclusivamente por meio do sistema de inscrições da Capes. A previsão é que o resultado final seja divulgado em 12 de novembro.
A submissão não é individual: as instituições de ensino precisam estar articuladas em rede para apresentar uma proposta. As redes devem ser compostas por, no mínimo, cinco e, no máximo, dez instituições, sendo obrigatoriamente pelo menos uma de cada região do país. O observatório deverá ter uma constituição multidisciplinar, reunindo profissionais da área, mas também de outros campos do conhecimento capazes de atuar na elaboração, no tratamento, na sistematização e na análise de indicadores sociais, bem como no monitoramento e na avaliação de políticas públicas relacionadas ao tema.
Para garantir o funcionamento da iniciativa, serão repassadas bolsas diretamente aos beneficiários. Os valores e as modalidades das bolsas podem ser consultados no edital. Informações sobre a submissão de propostas e o cronograma poderão ser obtidas pelo e-mail [email protected].
Critérios – Redes formadas por instituições de ensino superior públicas interessadas deverão submeter sua proposta por meio de um coordenador-geral que atenda aos seguintes requisitos:
- Ser docente com título de doutor em efetivo exercício no magistério superior, integrante do quadro permanente de pessoal da instituição coordenadora;
- Estar credenciado como membro permanente em programa de pós-graduação stricto sensu em educação ou em ensino da instituição coordenadora, recomendado pela Capes;
- Possuir produção acadêmica e experiência comprovada em pesquisa na área de educação especial inclusiva;
- Ter disponibilidade para ser o responsável pela coordenação da rede durante toda a vigência do projeto;
- Não estar inadimplente junto à Capes ou à Administração Pública Federal, com registro no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) ou no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
-
ESPORTES2 dias atrásCruzeiro vira sobre o Flamengo no Mineirão e impede Rubro-Negro de assumir a liderança
-
HOME4 dias atrásTentativa de roubo termina com suspeito morto e dois foragidos no Marajó
-
HOME5 dias atrásAção humanitária leva serviços de saúde e assistência a comunidades ribeirinhas de Limoeiro do Ajuru, São Sebastião da Boa Vista e Muaná
-
HOME7 dias atrásJustiça atende pedidos do MPF e estabelece prazo para titulação de comunidades quilombolas em Barcarena
-
HOME6 dias atrásJustiça suspende acordo que viabilizou obras da Rodovia Liberdade em território de comunidades ribeirinhas no Pará
-
HOME5 dias atrásUFPA abre 1.427 vagas nesta quinta para três processos seletivos; inscrições vão até 4 de setembro
-
HOME5 dias atrásMPF cobra explicações do Ibama sobre pedido da Petrobras para explorar mais 3 poços na Foz do Amazonas
-
HOME6 dias atrásNossa Senhora de Nazaré visita quatro municípios do Pará; veja por onde a Imagem Peregrina vai passar