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UFPE inaugura Museu de Ciências Exatas

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Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) inaugurou, em maio, o +C – Museu de Ciências Exatas. Localizado no Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), o novo equipamento cultural e científico reforça o compromisso da instituição com a difusão do conhecimento e a aproximação estruturada entre a academia e a sociedade. 

O complexo foi planejado para ir além da observação passiva. Entre os principais atrativos estão um planetário, bancadas de experimentos interativos e exposições distribuídas por todo o CCEN. O grande diferencial do espaço, no entanto, é o modelo de “laboratório de portas abertas”. 

Em horários programados, os visitantes têm a oportunidade de entrar nos laboratórios da UFPE e acompanhar em tempo real o trabalho de pesquisadores, mestrandos, doutorandos e estudantes de iniciação científica, compreendendo na prática como as pesquisas saem do papel. 

Para o diretor do +C, professor João Gondim, o foco estratégico é a desmistificação da ciência. “Queremos aproximar os visitantes do cotidiano da prática científica e estimular vocações, por meio de visitas monitoradas, experimentação e sessões no planetário”, destaca. 

Popularização do conhecimento – O novo museu é fruto da mobilização do professor Antônio Carlos Pavão, referência nacional e internacional em divulgação científica e gestor do renomado Espaço Ciência por três décadas. O projeto também reverencia grandes nomes da ciência brasileira, como o químico pernambucano Ricardo Ferreira, que dá nome ao auditório e ganhou um espaço interativo de convivência no pátio externo, voltado para rodas de conversa e mediação cultural. 

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A estrutura aproveita a arquitetura universitária, integrando os diversos departamentos do CCEN — desde painéis interativos no saguão de entrada até instalações nas áreas abertas. 

  • Visitação espontânea: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (áreas abertas e painéis). 
  • Escolas e excursões: é necessário realizar agendamento prévio por meio do formulário institucional da universidade para garantir o acompanhamento de mediadores. 

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Este conteúdo é uma produção da UFPE, com apoio da Secretaria de Educação Superior (Sesu/MEC) 

Fonte: Ministério da Educação

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Governo do Brasil anuncia programa para adimplentes dos Fies

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O governo federal anunciou, nesta segunda-feira, 29 de junho, a criação do Fies Empreendedor como parte das ações do Desenrola Adimplentes. O programa é destinado para egressos adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que estão em período de amortização do empréstimo estudantil e busca oferecer crédito para financiar as próximas etapas da trajetória profissional de estudantes recém-formados, com foco em atividades empreendedoras. Por meio da iniciativa, entre 50 mil e 125 mil pessoas terão acesso a uma linha de crédito reembolsável. 

O orçamento previsto para a ação é de até R$ 1 bilhão. A cerimônia de assinatura da Medida Provisória que cria o Desenrola Adimplentes teve a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Fazenda, Dario Durigan. 

Barchini ressaltou que o Fies Empreendedor é um investimento inédito que trará inúmeros ganhos para o país. “Pela primeira vez, estamos auxiliando esses jovens egressos de escola pública, que conseguiram, com muita dificuldade, acessar o ensino superior, se formar e ficar em dia com os pagamentos do Fies. É muito difícil empreender no Brasil, mas com essa nova linha de crédito, vamos conseguir dar oportunidades para que eles possam estabelecer seu negócio e ter igualdade de condições. Daqui a alguns anos, esses jovens poderão dar retornos para o país”, defendeu. 

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal serão os agentes financeiros responsáveis pelo programa, de acordo com as seguintes condições: juros de 11% ao ano; limite de financiamento de R$ 180 mil para pessoas jurídicas e R$ 80 mil para pessoas físicas; e prazo máximo de 96 meses para pessoas jurídicas e de 60 meses para pessoas físicas. 

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Desenrola Adimplentes – O programa é uma expansão do Novo Desenrola Brasil e foi concebido para reduzir o risco de inadimplência entre cidadãos que estão na informalidade e mantêm as obrigações financeiras em dia, ou possuem dívidas com atraso de até 90 dias, oferecendo condições mais favoráveis para a reorganização financeira e preservação da capacidade de pagamento. Com essa medida, inaugura-se a linha de crédito subsidiado, voltada aos trabalhadores informais e ao público que enfrenta juros elevados e condições desfavoráveis de acesso ao crédito. 

Para estar apto ao programa, o trabalhador não pode ter vínculo CLT, ser servidor público e beneficiário de aposentadoria ou de pensão do INSS. As condições estabelecidas são: taxa máxima de juros de 1,99% ao mês; prazos equivalentes à data remanescente da dívida original; limite de prestação; possibilidade de crédito adicional de até 50% do saldo devedor; e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). 

Nova linha de crédito – Durante o evento, também foi anunciada a linha de crédito consignado privado com garantia do FGTS, voltada ao trabalhador com vínculo formal de emprego. A ação consiste na disponibilização parcial do saldo do FGTS para garantir operações do crédito do trabalhador (crédito consignado privado). Com o uso das garantias, a taxa máxima de juros será limitada a 1,99% ao mês, sendo que as operações contratadas via CTPS poderão ter cobertura do FGTS de até 100% do valor nominal do crédito. Nas contratações feitas em canal próprio, a cobertura poderá ser de até 50%. 

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Desenrola Brasil – Desenvolvido pelo governo federal, a política visa apoiar famílias brasileiras na renegociação de dívidas em atraso. O programa permite a renegociação de débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC), contratados até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 91 dias e dois anos. Os participantes podem obter descontos de até 90%, taxa máxima de juros de 1,99% ao mês, prazo de até 48 meses para pagamento, e possibilidade de utilização de parte do saldo do FGTS para amortização parcial ou quitação das dívidas. O objetivo é promover a recuperação financeira das famílias e reduzir os índices de inadimplência no país. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Ministério da Fazenda 

Fonte: Ministério da Educação

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