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CONTRA A NETA

Suspeito de estupro de vulnerável é preso e confessar crime no Marajó

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Foto: Divulgação

Um homem acusado de estupro de vulnerável praticado contra a própria neta, uma criança de 12 anos, foi preso nesta segunda-feira (19) por policiais da 32ª Companhia Independente de Polícia Militar, na zona rural do município de Afuá, no Arquipélago do Marajó.

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De acordo com a Polícia Militar, a equipe policial, acompanhada do Conselho Tutelar, foi averiguar a denúncia de estupro de vulnerável na região do rio Charapucu. Os militares e conselheiros encontraram a vítima na casa de uma professora, no Rio Jupaty. A criança estava emocionalmente abalada em razão do abuso ocorrido no último dia 30 de abril e não conseguia retornar para casa, já que o suspeito residia nas proximidades.

Ainda segundo a PM, os militares fizeram buscas pelo suspeito no rio São Valentim, no município de Breves. No entanto, ele não foi encontrado no local. Segundo moradores da região, o homem estaria em sua propriedade extraindo palmito. As buscas seguiram para o Furo Tauajari, onde o suspeito também não foi localizado.
Durante o retorno, a equipe avistou o homem no meio do rio. Ele foi abordado e teria confessado o crime aos agentes. O suspeito ainda indicou o local onde escondia a arma de fogo que seria utilizada para ameaçar a vítima, caso ela contasse o ocorrido a alguém.

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Os policiais apreenderam uma espingarda calibre 20, sem numeração, e seis cartuchos deflagrados. Ele foi detido e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Afuá para as medidas necessárias.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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MPPA monitora o cumprimento do Pacto Antirracista e da Educação do Campo e Quilombola em Salvaterra

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Foto: Divulgação

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio da Promotoria de Justiça Agrária da 1ª Região (Castanhal), do Núcleo Agrário e Fundiário (NAF) e do Núcleo de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (NIERAC), participou, no dia 2 de julho, em Salvaterra, no Arquipélago do Marajó, de reunião de monitoramento do Pacto Antirracista, Educação do Campo e Quilombola.

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O encontro reuniu representantes do poder público municipal, lideranças quilombolas, conselhos de educação, profissionais da rede de ensino e membros das comunidades tradicionais para avaliar os avanços e desafios na implementação das políticas educacionais voltadas às populações do campo e quilombolas no município de Salvaterra, no arquipélago do Marajó.

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Durante a programação, foram debatidos temas como fortalecimento da educação antirracista, melhoria da infraestrutura escolar, transporte escolar, alimentação adequada às realidades territoriais, acesso a recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), formação continuada de professores e a importância da consulta prévia, livre e informada às comunidades tradicionais.

A promotora de Justiça Ione Nakamura destacou a necessidade de fortalecimento dos instrumentos de participação social e da construção de currículos conectados às realidades locais. Já a promotora de Justiça Lilian Braga reforçou a importância de avançar em ações concretas para promoção da equidade racial e garantia de direitos.

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