PARÁ
Polícia apreende produtos falsificados do Remo e Paysandu em loja de Belém
PARÁ
Nesta sexta-feira, 12, a Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia do Consumidor (DECON/DIOE), realizou uma operação de fiscalização para coibir a venda de produtos falsificados dos clubes do Remo e Paysandu. Durante a ação, mais de 200 camisas foram apreendidas.
A operação teve como alvo uma loja localizada em um supermercado da rodovia Augusto Montenegro. Conforme o delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, o material apreendido era falsificado, mas estava sendo vendido pelo mesmo preço de mercado dos itens originais.
“A loja estava comercializando as camisas como se fossem produtos originais dos referidos clubes, cobrando, inclusive, o mesmo valor dado na peça original. A prática de venda de produtos contrafeitos é uma infração grave, especialmente quando envolve falsificações de itens licenciados por clubes de futebol, sujeita a severas penalidades”, pontuou Resende.
Conforme o titular da DECON, delegado Yuri Vilanova, as investigações começaram após torcedores notarem a falsificação e denunciarem que o material estava sendo comercializado com valor igual ao de peças originais. “Os representantes dos clubes e marcas nos procuraram porque tomaram conhecimento, por torcedores, que havia uma loja que vendia camisas falsas como original, e por se situar em um magazine conseguiria enganar muitas pessoas”.
Todo o material foi apreendido e o proprietário da loja será responsabilizado criminalmente.
Segundo a PC, outras medidas cabíveis também serão tomadas para garantir que essa prática não continue, reforçando assim o compromisso de combater a pirataria e proteger os direitos dos consumidores e das marcas licenciadas.
Texto: Paula Almeida, sob supervisão de Lilian Guedes / Ascom PC
Fonte: Governo PA
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Dois homens são presos suspeitos de furtar equipamentos da Equatorial em Ponta de Pedras, no Marajó
Dois homens foram presos nesta sexta-feira (25) pelas Polícias Civil e Militar, em Ponta de Pedras, no Arquipélago do Marajó, suspeitos de furtar equipamentos da concessionária de energia Equatorial. Um dos acusados possui pouco mais de 20 registros relacionados a ocorrências e processos criminais e, durante a prisão, teria tentado contra a vida de um policial militar.
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Segundo a Polícia Civil, os equipamentos furtados são utilizados pela concessionária na manutenção da rede de distribuição de energia elétrica. O material foi recuperado durante as diligências realizadas pelas forças de segurança.
A investigação começou depois que a Polícia Civil teve acesso a imagens relacionadas ao furto. Com o apoio da Polícia Militar, os agentes conseguiram identificar e localizar os dois suspeitos.
Durante a abordagem, um dos homens teria resistido à prisão e se apoderado de uma faca, investindo contra um policial militar. A equipe conseguiu conter o suspeito antes que o agente fosse atingido.
Ainda segundo a polícia, mesmo depois de ser contido, o homem teria feito ameaças de morte e ofendido um dos policiais, afirmando, inclusive, que sabia onde o agente morava e que iria procurá-lo posteriormente.
A ocorrência também chamou a atenção pelo histórico atribuído ao suspeito. De acordo com a Polícia Civil, ele possui aproximadamente 20 registros processuais ao longo dos últimos dez anos, com significativa incidência de crimes contra o patrimônio.
Ainda conforme a polícia, apenas três dias antes, o mesmo homem havia sido preso em flagrante após ser localizado com uma embarcação tipo rabeta que havia sido furtada. A embarcação também foi recuperada pela Polícia Militar. Após conseguir liberdade mediante condicionantes judiciais, ele teria sido preso novamente nesta sexta-feira (25).
O segundo suspeito também possui registros anteriores em procedimentos criminais, segundo a Polícia Civil.
Os dois homens foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil de Ponta de Pedras, onde foram realizados os procedimentos legais. A faca que teria sido utilizada durante a resistência também foi apreendida.
Os suspeitos foram autuados em flagrante e permanecem à disposição da Justiça. As circunstâncias da ocorrência e as condutas atribuídas a cada um serão analisadas pelo Poder Judiciário.
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