POLÍCIA
PF investiga crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Tocantins
POLÍCIA
Palmas/TO. A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (9/7) a “Operação Horizonte Seguro VI”, com o objetivo de reprimir crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio do armazenamento e compartilhamento de conteúdo sexual infanto-juvenil, na região sul do Tocantins.
Durante a operação foi realizada a prisão em flagrante de um indivíduo pelo crime de armazenamento de material contendo cenas de abuso sexual infanto-juvenil.
O investigado poderá responder pelos crimes de aquisição, posse, armazenamento, compartilhamento e produção de arquivos envolvendo crianças e adolescentes em situação de violência sexual.
Nomenclatura e alerta
Embora o termo ‘pornografia’ ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões ‘abuso sexual de crianças e adolescentes’ ou ‘violência sexual contra crianças e adolescentes’, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.
A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.
Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins
Fones: (63) 3236-5445 // 99101-1391
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA
Polícia Federal deflagra 10ª fase da Operação Compliance Zero
Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/7), a 10ª fase da Operação Compliance Zero para apurar indícios de atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade da atuação do Banco Central do Brasil.
Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em Brasília/DF.
As investigações apuram, ainda, a atuação de possível organização criminosa dedicada à intimidação de jornalistas, ao monitoramento ilícito de pessoas ligadas a autoridades públicas, à obtenção indevida de informações sigilosas e à adoção de medidas destinadas a interferir em investigações criminais.
Os fatos investigados podem, em tese, configurar crimes contra o sistema financeiro nacional, organização criminosa, embaraço à investigação de organização criminosa, além de outros delitos correlatos, incluindo possíveis violações de dados e de dispositivos informáticos.
Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]
(61) 2024.8142
Fonte: Polícia Federal
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