Acidente Ferroviário
Trem da Vale descarrila e suspende viagens entre Pará e Maranhão; operação de passageiros é interrompida
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O descarrilamento de um trem carregado com minério de ferro interrompeu viagens de passageiros entre Parauapebas, no sudeste do Pará, e São Luís, no Maranhão. O acidente ocorreu por volta das 2h de domingo (5), em um trecho da Estrada de Ferro Carajás entre os municípios maranhenses de Igarapé do Meio e Vitória do Mearim.
A composição havia partido de Parauapebas com destino à capital maranhense quando parte dos vagões se desprendeu e saiu dos trilhos. Registros feitos depois do acidente mostram vários vagões tombados e danos na estrutura ferroviária. Segundo a Vale, responsável pela operação da ferrovia, ninguém ficou ferido. As causas do descarrilamento ainda não foram informadas.
Viagem cancelada no domingo
A ocorrência afetou diretamente o serviço utilizado por passageiros dos dois estados. A viagem que sairia de Parauapebas para São Luís no domingo (5) foi cancelada. Nesta segunda-feira (6), a empresa também suspendeu o trajeto no sentido contrário, da capital maranhense para o município paraense.
Em nota, a Vale atribuiu a interrupção a “motivos operacionais”, sem divulgar previsão para a normalização completa da circulação no trecho atingido. Até a última atualização, a companhia também não havia informado quando o serviço de passageiros seria retomado.
Passageiros podem remarcar viagens
Passageiros com bilhetes para as viagens suspensas podem remarcar o deslocamento sem cobrança adicional ou solicitar o reembolso integral em até 30 dias. Informações sobre passagens e horários podem ser obtidas pelo Alô Vale, no telefone 0800 285 7000, canal que funciona 24 horas por dia.
A Estrada de Ferro Carajás é utilizada tanto para o escoamento de cargas minerais quanto para o transporte de passageiros entre Pará e Maranhão. O acidente afetou a ligação ferroviária de Parauapebas com São Luís e deixou usuários sem previsão oficial para a retomada das viagens.
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PC prende dois homens por crimes de violência doméstica em Soure e Cachoeira do Arari, no Marajó
A Polícia Civil em Soure e Cachoeira do Arari prendeu, nesta segunda-feira (6), dois homens investigados por crimes praticados no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. As ações foram realizadas por equipes das Delegacias dos dois municípios, com apoio da Superintendência Regional dos Campos do Marajó.
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Em Cachoeira do Arari, um homem foi preso em flagrante por volta de 0h30, em sua residência, no bairro do Choque, suspeito dos crimes de lesão corporal grave e violência psicológica contra uma mulher.
De acordo com as investigações, a vítima tentou intervir em uma discussão entre o suspeito e a companheira dele. Durante o desentendimento, o homem, que apresentava sinais de embriaguez, passou a ofendê-la e desferiu um golpe em sua cabeça e rosto, fazendo com que ela caísse e batesse a cabeça em uma estrutura de madeira.
Após a agressão, o suspeito ainda teria se armado com um terçado, mas foi contido por pessoas que estavam no local antes que pudesse continuar as agressões. A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal de Cachoeira do Arari, onde passou por atendimento médico e por exame de corpo de delito. O laudo pericial confirmou lesões corporais graves em razão do perigo de vida.
Diante da gravidade dos fatos, o homem foi autuado em flagrante e permaneceu preso, à disposição da Justiça.
Já em Soure, por volta das 10h, policiais civis cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por descumprimento de medida protetiva de urgência, crime previsto na Lei Maria da Penha.
Segundo a Polícia Civil, mesmo ciente das determinações judiciais que o impediam de manter contato com a vítima, o investigado voltou a procurá-la e teria praticado novas agressões físicas. O comportamento evidenciou risco concreto à integridade física e psicológica da mulher, motivando a decretação da prisão preventiva.
O mandado foi cumprido com sucesso na Delegacia de Polícia Civil de Soure. O investigado foi cientificado da decisão judicial, não apresentou resistência à prisão e permaneceu custodiado, à disposição do Poder Judiciário.
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