ALERTA
TJPA alerta para tentativas de golpe em municípios do Marajó
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O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) alerta a população dos municípios de Cachoeira do Arari e Santa Cruz do Arari, no arquipélago do Marajó, para uma tentativa de golpe na região. Criminosos estão entrando em contato com cidadãos(ãs) e instituições locais utilizando, de forma fraudulenta, o nome de magistrados(as) da Comarca para exigir pagamentos indevidos.
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A abordagem geralmente ocorre por meio de ligações telefônicas ou mensagens de aplicativos como o WhatsApp. Os golpistas se passam por juízes(as) ou servidores(as), alegando a necessidade de transferências via Pix ou depósitos bancários urgentes sob o pretexto de liberar alvarás, custas processuais ou andamentos de ações judiciais.
O Poder Judiciário esclarece que nunca solicita pagamentos, transferências ou dados bancários por telefone ou mensagens de texto. Todos os atos processuais que envolvem arrecadação de valores são realizados exclusivamente por meio de guias oficiais emitidas pelo sistema do tribunal, com códigos de barras e identificação institucional clara.
O TJPA também orienta a população a não fazer pagamentos e não compartilhar dados, além de registrar a ocorrência e procurar os canais oficiais. Em casos suspeitos, deve-se entrar em contato diretamente com o Fórum da Comarca ou usar os canais de atendimento disponíveis no portal do TJPA.
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Encontro fortalece cadeias produtivas sustentáveis no Marajó
Fortalecer as organizações comunitárias, incentivar o cooperativismo e ampliar as oportunidades de geração de renda por meio da sociobiodiversidade amazônica. Esses são os principais objetivos do I Encontro da Rede Marajó Sustentável, que será realizado no próximo dia 4 de julho, na sede do IDE Sem Fronteiras, às margens do Rio Pacajá, no município de Portel, no arquipélago do Marajó.
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O encontro é resultado das ações do Projeto Empoderamento Feminino e Economia Criativa, patrocinado pela Equatorial Energia, e reunirá representantes de associações, cooperativas, produtores rurais, organizações da sociedade civil e instituições públicas para debater estratégias voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas do açaí e do cupuaçu, duas das principais riquezas da floresta amazônica.
Com o tema “Rede Marajó Sustentável: Fortalecendo Parcerias, Produzindo Riquezas e Conectando Comunidades aos Mercados”, o evento busca promover a integração entre os diversos atores que atuam na região, estimulando a troca de experiências, a construção de parcerias e a elaboração de uma agenda comum para o desenvolvimento sustentável do território marajoara.
“Além de fomentar a cooperação entre associações, cooperativas e produtores, a programação também abordará alternativas para ampliar o acesso a mercados nacionais e internacionais, agregar valor aos produtos da sociobiodiversidade, incentivar práticas sustentáveis e fortalecer a economia local, conciliando geração de renda, conservação ambiental e valorização dos conhecimentos tradicionais”, afirma Marcos Ribeiro, coordenador do IDE.
Durante o encontro, especialistas e representantes de instituições apresentarão palestras e orientações sobre temas estratégicos para o desenvolvimento regional. Além da programação presencial, o evento contará com a participação remota de convidados de diferentes regiões e estados, permitindo a troca de experiências, o compartilhamento de boas práticas e a construção conjunta de estratégias para fortalecer as cadeias produtivas da sociobiodiversidade amazônica.
Entre os destaques da programação estão:
• Discussões sobre regularização fundiária e segurança jurídica no campo, com orientações sobre atualização cadastral dos produtores e serviços oferecidos pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa);
• Cooperativismo e associativismo, enfatizando a governança das organizações comunitárias e a comercialização coletiva;
• Produção sustentável do açaí e do cupuaçu, com foco em técnicas de plantio, manejo, beneficiamento, certificações e rastreabilidade;
• Meio ambiente e desenvolvimento sustentável, abordando licenciamento ambiental, conservação dos recursos naturais e oportunidades ligadas aos serviços ambientais;
• Cultura, turismo e economia da sociobiodiversidade, destacando o potencial dos saberes tradicionais e do turismo de base comunitária como instrumentos de desenvolvimento econômico e valorização da identidade marajoara.
A expectativa dos organizadores é que o encontro fortaleça a Rede Marajó Sustentável como um espaço permanente de diálogo, cooperação e construção coletiva, contribuindo para ampliar as oportunidades de desenvolvimento econômico sustentável das comunidades ribeirinhas do arquipélago.
“Para nós é muito importante poder acompanhar as ações que acontecem como resultado do Projeto Empoderamento Feminino e Economia Criativa. Essa é uma ação que busca valorizar e desenvolver a região, investindo nas pessoas”, reforça Michele Miranda, analista de responsabilidade social da Equatorial.
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