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GERAÇÃO DE RENDA

Encontro fortalece cadeias produtivas sustentáveis no Marajó

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Fortalecer as organizações comunitárias, incentivar o cooperativismo e ampliar as oportunidades de geração de renda por meio da sociobiodiversidade amazônica. Esses são os principais objetivos do I Encontro da Rede Marajó Sustentável, que será realizado no próximo dia 4 de julho, na sede do IDE Sem Fronteiras, às margens do Rio Pacajá, no município de Portel, no arquipélago do Marajó.

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O encontro é resultado das ações do Projeto Empoderamento Feminino e Economia Criativa, patrocinado pela Equatorial Energia, e reunirá representantes de associações, cooperativas, produtores rurais, organizações da sociedade civil e instituições públicas para debater estratégias voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas do açaí e do cupuaçu, duas das principais riquezas da floresta amazônica.

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Com o tema “Rede Marajó Sustentável: Fortalecendo Parcerias, Produzindo Riquezas e Conectando Comunidades aos Mercados”, o evento busca promover a integração entre os diversos atores que atuam na região, estimulando a troca de experiências, a construção de parcerias e a elaboração de uma agenda comum para o desenvolvimento sustentável do território marajoara.

“Além de fomentar a cooperação entre associações, cooperativas e produtores, a programação também abordará alternativas para ampliar o acesso a mercados nacionais e internacionais, agregar valor aos produtos da sociobiodiversidade, incentivar práticas sustentáveis e fortalecer a economia local, conciliando geração de renda, conservação ambiental e valorização dos conhecimentos tradicionais”, afirma Marcos Ribeiro, coordenador do IDE.

Durante o encontro, especialistas e representantes de instituições apresentarão palestras e orientações sobre temas estratégicos para o desenvolvimento regional. Além da programação presencial, o evento contará com a participação remota de convidados de diferentes regiões e estados, permitindo a troca de experiências, o compartilhamento de boas práticas e a construção conjunta de estratégias para fortalecer as cadeias produtivas da sociobiodiversidade amazônica.

Entre os destaques da programação estão:
• Discussões sobre regularização fundiária e segurança jurídica no campo, com orientações sobre atualização cadastral dos produtores e serviços oferecidos pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa);
• Cooperativismo e associativismo, enfatizando a governança das organizações comunitárias e a comercialização coletiva;
• Produção sustentável do açaí e do cupuaçu, com foco em técnicas de plantio, manejo, beneficiamento, certificações e rastreabilidade;
• Meio ambiente e desenvolvimento sustentável, abordando licenciamento ambiental, conservação dos recursos naturais e oportunidades ligadas aos serviços ambientais;
• Cultura, turismo e economia da sociobiodiversidade, destacando o potencial dos saberes tradicionais e do turismo de base comunitária como instrumentos de desenvolvimento econômico e valorização da identidade marajoara.

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A expectativa dos organizadores é que o encontro fortaleça a Rede Marajó Sustentável como um espaço permanente de diálogo, cooperação e construção coletiva, contribuindo para ampliar as oportunidades de desenvolvimento econômico sustentável das comunidades ribeirinhas do arquipélago.
“Para nós é muito importante poder acompanhar as ações que acontecem como resultado do Projeto Empoderamento Feminino e Economia Criativa. Essa é uma ação que busca valorizar e desenvolver a região, investindo nas pessoas”, reforça Michele Miranda, analista de responsabilidade social da Equatorial.

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MEC promove oficina sobre planejamento intersetorial no Marajó

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), realiza, entre os dias 29 de junho e 1º de julho, em Belém (PA), a Oficina de Validação, Priorização e Pactuação de Iniciativas do Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Marajó. A atividade reúne representantes dos governos federal, estadual e municipal, além de instituições parceiras para validar e priorizar propostas voltadas ao enfrentamento dos principais desafios educacionais do arquipélago.

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A oficina integra o Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Marajó, iniciativa coordenada pelo MEC em parceria com os 18 municípios da região, o Governo do Pará e a governança colaborativa do Gabinetes de Articulação para a Efetividade da Política da Educação (Gaepe/Marajó).

Durante os três dias de programação, são discutidas iniciativas relacionadas à insegurança alimentar e nutricional, ao trabalho infantil e juvenil, à violência, ao acesso à saúde e aos impactos das mudanças climáticas, além da construção de subsídios para o Programa Educação Marajoara Intersetorial e Transformadora, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA).

Segundo o diretor de Articulação Intersetorial da Sase, Antonio Claret Campos Filho, essa etapa representa o avanço do planejamento para a implementação das ações. “A partir das iniciativas priorizadas pelos gestores do Marajó, nosso foco agora é implementá-las de forma colaborativa, articulando os diversos atores relevantes e contando com a participação da universidade para desenvolver ações nas áreas temáticas e apoiar a governança ao longo de todo o processo”, afirmou.

Ao participar da construção desse planejamento, o MEC fortalece a articulação entre os entes federativos e as diferentes políticas públicas, contribuindo para a implementação de ações integradas que respondam às especificidades do Marajó. A oficina também definirá a proposta de governança e os próximos passos para a execução e o monitoramento das iniciativas priorizadas.

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