Educação
Aplicativo MEC Enem reforça estudos para exame
Educação
Os estudantes em reta final de preparação para as provas de ciências da natureza e matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — marcadas para domingo, 16 de novembro — podem contar com o aplicativo MEC Enem – o Simuladão do Enem para sua revisão. A iniciativa lançada pelo Ministério da Educação (MEC) tem a proposta de fortalecer a equidade educacional, estimular o interesse pelo exame e oferecer oportunidades concretas para que os participantes ingressem na educação superior.
Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, a ferramenta reforça o compromisso do MEC em democratizar a preparação para o Enem, que cumpre um papel fundamental na promoção da inclusão e da igualdade de oportunidades no país. “O Enem é a maior porta para a educação superior no Brasil e representa um caminho de oportunidades para transformar vidas por meio da educação”, afirma.
O app disponibiliza simulados de questões alternativas por campo do conhecimento, materiais de reforço (vídeos e apostilas) e assistente virtual. O MEC Enem está disponível nas principais lojas de aplicativos, como Apple Store e Google Play. Também pode ser acessado via navegador, por meio da URL: app.mecenem.mec.gov.br.
Datas – A primeira prova do Enem 2025 foi aplicada no domingo, 9 de novembro, quando os participantes resolveram questões de linguagens e ciências humanas, além da redação com o tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”.
Em Belém, Ananindeua e Marituba (PA), o primeiro dia de provas do Enem 2025 acontece no dia 30 de novembro e o segundo será em 7 de dezembro. As datas foram definidas em virtude da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30), que acontece em Belém no período da aplicação regular do exame.
Os inscritos afetados por desastres naturais terão a reaplicação do exame garantida nos dias 16 e 17 de dezembro. O prazo para solicitar a reaplicação, por meio da Página do Participante, vai do dia 17 de novembro até às 12h do dia 21 de novembro (horário de Brasília). O inscrito só poderá fazer a prova referente ao dia em que a participação foi inviabilizada. A reaplicação também atende às pessoas que faltaram por problemas logísticos ou doenças infectocontagiosas, como prevê o edital.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Governo do Brasil anuncia programa para adimplentes dos Fies
O governo federal anunciou, nesta segunda-feira, 29 de junho, a criação do Fies Empreendedor como parte das ações do Desenrola Adimplentes. O programa é destinado para egressos adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que estão em período de amortização do empréstimo estudantil e busca oferecer crédito para financiar as próximas etapas da trajetória profissional de estudantes recém-formados, com foco em atividades empreendedoras. Por meio da iniciativa, entre 50 mil e 125 mil pessoas terão acesso a uma linha de crédito reembolsável.
O orçamento previsto para a ação é de até R$ 1 bilhão. A cerimônia de assinatura da Medida Provisória que cria o Desenrola Adimplentes teve a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Fazenda, Dario Durigan.
Barchini ressaltou que o Fies Empreendedor é um investimento inédito que trará inúmeros ganhos para o país. “Pela primeira vez, estamos auxiliando esses jovens egressos de escola pública, que conseguiram, com muita dificuldade, acessar o ensino superior, se formar e ficar em dia com os pagamentos do Fies. É muito difícil empreender no Brasil, mas com essa nova linha de crédito, vamos conseguir dar oportunidades para que eles possam estabelecer seu negócio e ter igualdade de condições. Daqui a alguns anos, esses jovens poderão dar retornos para o país”, defendeu.
Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal serão os agentes financeiros responsáveis pelo programa, de acordo com as seguintes condições: juros de 11% ao ano; limite de financiamento de R$ 180 mil para pessoas jurídicas e R$ 80 mil para pessoas físicas; e prazo máximo de 96 meses para pessoas jurídicas e de 60 meses para pessoas físicas.
Desenrola Adimplentes – O programa é uma expansão do Novo Desenrola Brasil e foi concebido para reduzir o risco de inadimplência entre cidadãos que estão na informalidade e mantêm as obrigações financeiras em dia, ou possuem dívidas com atraso de até 90 dias, oferecendo condições mais favoráveis para a reorganização financeira e preservação da capacidade de pagamento. Com essa medida, inaugura-se a linha de crédito subsidiado, voltada aos trabalhadores informais e ao público que enfrenta juros elevados e condições desfavoráveis de acesso ao crédito.
Para estar apto ao programa, o trabalhador não pode ter vínculo CLT, ser servidor público e beneficiário de aposentadoria ou de pensão do INSS. As condições estabelecidas são: taxa máxima de juros de 1,99% ao mês; prazos equivalentes à data remanescente da dívida original; limite de prestação; possibilidade de crédito adicional de até 50% do saldo devedor; e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).
Nova linha de crédito – Durante o evento, também foi anunciada a linha de crédito consignado privado com garantia do FGTS, voltada ao trabalhador com vínculo formal de emprego. A ação consiste na disponibilização parcial do saldo do FGTS para garantir operações do crédito do trabalhador (crédito consignado privado). Com o uso das garantias, a taxa máxima de juros será limitada a 1,99% ao mês, sendo que as operações contratadas via CTPS poderão ter cobertura do FGTS de até 100% do valor nominal do crédito. Nas contratações feitas em canal próprio, a cobertura poderá ser de até 50%.
Desenrola Brasil – Desenvolvido pelo governo federal, a política visa apoiar famílias brasileiras na renegociação de dívidas em atraso. O programa permite a renegociação de débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC), contratados até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 91 dias e dois anos. Os participantes podem obter descontos de até 90%, taxa máxima de juros de 1,99% ao mês, prazo de até 48 meses para pagamento, e possibilidade de utilização de parte do saldo do FGTS para amortização parcial ou quitação das dívidas. O objetivo é promover a recuperação financeira das famílias e reduzir os índices de inadimplência no país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Ministério da Fazenda
Fonte: Ministério da Educação
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