Educação
MEC lança formação continuada para educação integral
Educação
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica, realizará, na sexta-feira, 3 de julho, às 10h (horário de Brasília), webinário de lançamento da Formação Continuada 2026, conduzida no escopo do Programa Escola em Tempo Integral. A transmissão ocorrerá pelo canal do MEC no YouTube.
A formação tem como público-alvo diretores escolares e coordenadores pedagógicos de escolas que oferecem educação integral em tempo integral. O objetivo é apoiar a qualificação e a reformulação dos Projetos Político-Pedagógicos (PPPs) dessas escolas, em conformidade com as Diretrizes Operacionais publicadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre o tema (Resolução CNE/CEB nº 7, de 1º de agosto de 2025).
Durante o encontro, serão apresentados o formato do curso, os conteúdos, as estratégias de aprendizagem e as orientações para as inscrições.
A iniciativa é promovida pela Diretoria de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica (DPDI/SEB) e pela Diretoria de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação (Difor/SEB), em parceria com seis universidades federais: Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal do Ceará (UFC); Universidade Federal da Bahia (Ufba); Universidade Federal de Goiás (UFG); Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFSS).
Estudo – Na ocasião, também será lançado o estudo “Políticas Locais de Educação Integral em Tempo Integral”, uma realização do Programa Escola em Tempo Integral, em parceria com o Grupo Teia, da UFMG, e outras instituições parceiras. A pesquisa é coordenada pelas pesquisadoras Cibele Rodrigues, da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Maurilene do Carmo e Tânia Batista, ambas da Universidade Federal do Ceará (UFC).
A publicação apresenta um panorama nacional das políticas locais de educação integral em tempo integral, elaborado a partir da análise documental das normas cadastradas no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). O estudo reúne as principais diretrizes presentes nas políticas de estados, municípios e do Distrito Federal e apresenta recomendações para fortalecer a aderência dessas iniciativas às Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Integral em Tempo Integral.
A divulgação ocorre em um momento em que diversas redes de ensino revisam ou elaboram suas políticas locais de educação integral em tempo integral. Nesse contexto, os resultados do estudo poderão subsidiar gestores educacionais na atualização dos marcos normativos e no aperfeiçoamento das estratégias de implementação da política nos territórios.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial
O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.
O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.
O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.
Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena.
Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.
São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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