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TRAGÉDIA

Morte na travessia: corpo de gerente de balsa é encontrado no Acará

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A morte de Ricardo Oliveira, gerente da balsa responsável pela travessia no município de Acará, no nordeste do Pará, foi confirmada neste sábado (4). Ele caiu nas águas durante a madrugada, enquanto trabalhava na embarcação, e o corpo foi localizado após buscas realizadas na região.

As primeiras publicações nas redes sociais informavam que Ricardo estava desaparecido e que equipes de resgate, incluindo bombeiros e mergulhadores, haviam sido mobilizadas. Durante a operação, a travessia foi interrompida para permitir os trabalhos de localização.

Choque elétrico pode ter sido causa

Relatos preliminares indicaram que o gerente poderia ter sofrido um choque elétrico antes de cair da balsa. A hipótese, porém, não foi confirmada oficialmente. Também não há, até o momento, informação conclusiva sobre eventual falha mecânica, problema na instalação elétrica ou outra circunstância relacionada à queda.

A Polícia Civil do Pará informou que “o caso foi registrado como morte acidental na Delegacia do Acará”. Apesar da classificação inicial, as circunstâncias da queda e a causa da morte de Ricardo Oliveira ainda deverão ser esclarecidas durante a apuração.

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Ocorrência suspendeu operação da balsa

Ricardo era conhecido no município pelo trabalho na travessia fluvial, serviço utilizado para o transporte de veículos, cargas e passageiros. A ocorrência provocou a suspensão temporária da operação da balsa, mas ainda não havia confirmação oficial sobre o horário de retomada do serviço.

O caso ganhou repercussão depois que o Portal Moju News publicou no Instagram o relato sobre o desaparecimento. A informação foi atualizada após a localização do corpo e a manifestação da Polícia Civil. A possível ocorrência de choque elétrico permanece sem confirmação das autoridades.

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MPPA monitora o cumprimento do Pacto Antirracista e da Educação do Campo e Quilombola em Salvaterra

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Foto: Divulgação

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio da Promotoria de Justiça Agrária da 1ª Região (Castanhal), do Núcleo Agrário e Fundiário (NAF) e do Núcleo de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (NIERAC), participou, no dia 2 de julho, em Salvaterra, no Arquipélago do Marajó, de reunião de monitoramento do Pacto Antirracista, Educação do Campo e Quilombola.

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O encontro reuniu representantes do poder público municipal, lideranças quilombolas, conselhos de educação, profissionais da rede de ensino e membros das comunidades tradicionais para avaliar os avanços e desafios na implementação das políticas educacionais voltadas às populações do campo e quilombolas no município de Salvaterra, no arquipélago do Marajó.

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Durante a programação, foram debatidos temas como fortalecimento da educação antirracista, melhoria da infraestrutura escolar, transporte escolar, alimentação adequada às realidades territoriais, acesso a recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), formação continuada de professores e a importância da consulta prévia, livre e informada às comunidades tradicionais.

A promotora de Justiça Ione Nakamura destacou a necessidade de fortalecimento dos instrumentos de participação social e da construção de currículos conectados às realidades locais. Já a promotora de Justiça Lilian Braga reforçou a importância de avançar em ações concretas para promoção da equidade racial e garantia de direitos.

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