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PF deflagra Operação Copium contra fraude em pensão por morte no ES

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Vila Velha/ES. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (19/3), a Operação Copium, com o objetivo de apurar esquema de fraude relacionado à concessão de um benefício Pensão por Morte, pago pelo INSS, na Grande Vitória/ES.

O inquérito policial foi instaurado em 2023, a partir de desdobramentos de investigação conduzida no estado de Minas Gerais, ocasião em que foram obtidas informações sobre possíveis irregularidades envolvendo a concessão de benefícios de pensão por morte em Minas Gerais e no Espírito Santo.

As apurações indicaram que uma mesma pessoa estaria utilizando múltiplas identidades para obtenção indevida do benefício. O prejuízo inicialmente identificado supera R$ 600 mil, podendo alcançar valores maiores, a depender do aprofundamento das investigações e da eventual identificação de outros envolvidos.

Na ação de hoje, foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal.

A investigada poderá responder, em tese, pelos crimes de falsificação de documentos, uso de documento falso e estelionato previdenciário. 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
E-mail: [email protected]
Instagram: @pfespiritosanto

Fonte: Polícia Federal

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PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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