CONFIRA
Caixa divulga roteiro da agência-barco Ilha de Marajó para junho
MARAJÓ
A Caixa Econômica Federal divulgou o calendário para o mês de junho da Agência-Barco Ilha de Marajó, que atende as cidades do arquipélago onde não existe agência física do banco estatal. O navio deverá passar por 11 cidades em junho (veja calendário abaixo), mas o cronograma pode sofrer alterações, segundo a assessoria de imprensa da Caixa.
– NOTÍCIAS EM TEMPO REAL: participe do grupo do Notícia Marajó no WhatsApp e acompanhe tudo em primeira mão. Inscreva-se aqui no Grupo 1, aqui no Grupo 2, aqui no Grupo 3, aqui no Grupo 4 ou aqui no Grupo 5. Ainda temos um grupo aberto para discussão.
Além dos programas sociais do Governo Federal, a agência levará quase todos os serviços bancários como opções de crédito e abertura de conta. A exceção é a movimentação de dinheiro em espécie. Para receber o atendimento, o cidadão deve subir à embarcação com máscara e o atendimento é das 9h às 14h, em horário bancário.
A agência-barco Ilha de Marajó presta suporte à necessidade de atendimento bancário causada pelas dificuldades de acesso às regiões e diminui os gastos de deslocamento da população até os centros urbanos. Além de ações de promoção à saúde, à educação, à proteção ambiental e à cidadania, a Caixa fomenta a inclusão bancária dos moradores e o desenvolvimento socioeconômico da região, reforçando o papel de empresa socialmente responsável.
Confira o roteiro da Agência-Barco Ilha de Marajó (junho/2022) *06 – Muaná07 – Limoeiro do Ajuru08 – São Sebastião da Boa Vista09 – Curralinho10 – Bagre13 e 14 – Anajás15 a 17 – Afuá20 e 21 – Portel22 – Melgaço23 e 24 – Ponta de Pedras27 a 1°/07 – Soure* A Caixa ressalta que, eventualmente, a rota do barco pode ser alterada.
HOME
Justiça atende pedido do MPF e bloqueia registros irregulares de terras em área de ribeirinhos de Muaná
Decisão impede venda e transferência de terras públicas da União sobrepostas ao Projeto de Assentamento
A Justiça Federal determinou o bloqueio imediato dos registros em cartório de três imóveis rurais em Muaná, no Arquipélago do Marajó. A decisão atende a um pedido urgente do Ministério Público Federal (MPF).
A medida atinge os imóveis denominados Santo Antônio, Boa Sombra e São Raimundo. Com a ordem judicial, os registros dessas terras ficam congelados no Cartório de Imóveis de Muaná. Na prática, os supostos proprietários estão proibidos de vender, doar, desmembrar ou dar as áreas como garantia para terceiros até o julgamento final do processo.
Terras públicas – O objetivo da ação do MPF é anular os títulos particulares e garantir a permanência de famílias ribeirinhas no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) da Ilha Cajuúba, criado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em 2014.
As apurações do MPF revelaram que os três imóveis foram registrados sobrepostos à área pública da União. Os terrenos ficam nas margens dos rios Buiuçú e Cajuúba, em ilhas fluviais que sofrem a influência das marés.
Pela Constituição, essas áreas pertencem ao governo federal e não podem ser adquiridas por particulares sem um processo formal de doação ou venda pela União.
Pesquisas feitas no Cartório de Registro de Imóveis do município confirmaram as irregularidades. Os documentos mostram que nunca houve um ato formal de transferência das terras do patrimônio público para o particular. Portanto, os imóveis sempre foram da União.
Proteção à comunidade – O MPF apontou à Justiça que as famílias tradicionais do assentamento sofrem violência contínua de invasores e grileiros.
Moradores relataram intimidações com armas de fogo e a cobrança forçada de “meação”, prática ilegal em que os trabalhadores eram obrigados a entregar parte da sua produção para não serem expulsos.
Com a decisão liminar, a Justiça busca evitar que novos registros compliquem a disputa enquanto não há uma sentença.
No julgamento definitivo do caso, o MPF pede o cancelamento total dos títulos dos invasores, a regularização definitiva do assentamento pelo Incra e a condenação dos réus particulares ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.
-
HOME6 dias atrásInfluenciadora morta a tiros no Pará pode ter sido vítima de ‘queima de arquivo’, diz PM
-
HOME6 dias atrásFunai abre processo seletivo com 807 vagas e salários de até R$ 7,6 mil; Pará está entre estados contemplados
-
HOME6 dias atrásMP Eleitoral recomenda medidas para evitar uso da estrutura pública em ato político em Muaná, no Marajó
-
HOME6 dias atrásHomem com mandado de prisão em aberto é preso em flagrante com sete espingardas e munições no Marajó
-
HOME5 dias atrásDefensoria do Pará atua para impedir cobrança ilegal de ‘taxa do açaí’ a famílias ribeirinhas de Muaná, no Marajó
-
Turismo6 dias atrásCaminhos de Trajano de Moraes: a trilha fluminense que une a herança colonial aos encantos da Mata Atlântica
-
HOME5 dias atrásHomem é preso por suspeita de tráfico de drogas e tentativa de suborno a policiais no Marajó
-
POLITÍCA NACIONAL7 dias atrásImportância do direito tributário é destacada em sessão especial