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Hospital Ophir Loyola realiza campanha de doação de sangue em alusão ao Dia das Mães

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O Hospital Ophir Loyola (HOL), em Belém, promoverá nos dias 7 e 8 de maio (quinta e sexta-feira), das 8h às 17h, a campanha de doação de sangue “Amor Que Cresce, Amor Que Cuida”, em alusão ao Dia das Mães. A ação ocorrerá no Centro de Cuidados Paliativos Oncológicos (CCPO), localizado na Rua dos Mundurucus, nº 1014, Bairro do Jurunas, em Belém, e integra um grande movimento de solidariedade voltado ao fortalecimento dos estoques de sangue para pacientes em tratamento.

Doação de sangue também é essencial no tratamento oncológico

Referência no atendimento oncológico na Região Norte, o HOL reforça que pacientes com câncer frequentemente dependem de transfusões de sangue para dar continuidade aos tratamentos, e cada doação pode representar esperança para continuar o tratamento oncológico.

Critérios – Para participar da campanha é necessário atender a alguns critérios básicos de doação: estar saudável, ter uma boa noite de sono, estar bem alimentado, ter entre 16 e 69 anos, pesar a partir de 50 kg e apresentar documento oficial com foto, como RG, CNH ou carteira de trabalho.

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Segundo a mobilização, uma única bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas, reforçando a importância do gesto solidário. A campanha também visa incentivar a população a compartilhar a iniciativa e ampliar a corrente de solidariedade, especialmente neste período em que são celebrados o amor e o cuidado simbolizados pelo Dia das Mães.

Texto: Jeferson Hoenisch – Ascom/HOL

Fonte: Governo PA

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HRPM sedia conferência e fortalece integração da regulação em saúde no Marajó II

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O Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), em Breves, foi sede da II Conferência Regional de Regulação no Marajó II, organizada pela Diretoria Operacional de Controle e Avaliação (Doca) vinculada ao 8º Centro Regional de Saúde (CRS) e o hospital, reunindo lideranças, gestores e técnicos para discutir avanços na organização do acesso e da assistência no SUS durante esta semana.

O encontro marcou a transição para um modelo de gestão mais estratégico, baseado em dados e focado na entrega de valor em saúde, priorizando desfechos clínicos e a integração da rede de atendimento. A proposta busca superar a fragmentação dos serviços, promovendo uma linha de cuidado mais coordenada e eficiente para os usuários.

Durante o evento, a chefe da Doca do 8º CRS, Eurieles Carvalho, ressaltou a importância da participação dos municípios e do trabalho integrado para o fortalecimento da regulação em saúde.

“Estou muito feliz em poder participar da II Conferência Regional de Regulação, organizada pelo setor Doca do 8º CRS em parceria com o HRPM. E mais feliz ainda por contar com a participação dos municípios da nossa região. Sem eles, não existiria conferência. Eles foram peças fundamentais para a realização deste evento”, destacou.

Ao final, reforçou o papel da integração entre os entes da rede de saúde. “A regulação se faz com rede, com diálogo e com território. Obrigada a cada município por estarem aqui, construindo um SUS mais forte e com mais acesso”, concluiu a gestora, que estendeu elogios à gestão do HRPM.

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Durante a programação, foi reforçado o papel essencial da Rede de Atenção à Saúde (RAS) como ordenadora do cuidado, conectando as demandas das unidades básicas ao agendamento e à assistência especializada, garantindo maior resolutividade e redução de entraves no acesso. Outro destaque foi a atuação dos Núcleos Internos de Regulação (NIRs), com o HRPM consolidando seu papel como referência em alta complexidade na região.

“A integração de toda a rede de saúde é o principal benefício para o usuário do SUS. Quando o hospital de referência regional e os municípios do território atuam de forma alinhada, o atendimento se torna mais rápido, justo e eficiente. Esse modelo, chamado de ‘Engenharia do Acesso’, ajuda a usar melhor os recursos públicos, reduzir falhas no sistema e garantir que o paciente receba o cuidado certo no momento adequado de acordo com seu nível de complexidade”, afirmou o médico e diretor técnico do HRPM, Marcello Ferreira.

Repatriamento inter-hospitalar – Essa lógica permite iniciativas como o projeto de repatriamento inter-hospitalar do HRPM. Ao transferir pacientes clinicamente estáveis para unidades mais próximas de seus municípios, a iniciativa fortalece a organização da rede, melhora o fluxo de atendimento e promove um cuidado mais humanizado, ao aproximar o paciente de sua família e rede de apoio.

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Recentemente, o beneficiado pela iniciativa foi o usuário Benedito Ribeiro Nonato, 85 anos, que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Após estabilização e avaliação da equipe assistencial, foi organizado o repatriamento para continuidade do acompanhamento em serviço mais próximo de sua residência, garantindo segurança clínica e continuidade terapêutica.

Aprovação

A filha do paciente, Maria Raimunda Silva, 54 anos, destacou que o repatriamento representa um alívio para a família, pois permitirá que o pai esteja mais próximo de todos. Segundo ela, a transferência para o Hospital Geral de Portel facilita o acompanhamento familiar e fortalece o apoio ao paciente. “Toda a nossa família está lá. Assim, um pode ajudar o outro. Estar na nossa cidade é melhor, porque qualquer coisa a gente já está perto dele e pode acompanhar. Vai ser muito melhor para todos nós”, afirmou.

O HRPM integra a rede pública estadual de saúde e oferece atendimento de média e alta complexidade além de ser referência para a população marajoara.

Serviço: O Hospital Regional Público do Marajó fica localizado na Avenida Rio Branco, nº 1.266, Centro.

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